Podcast: Burnout e a glorificação do excesso de trabalho

De um lado a gente encontra vários movimentos, manifestações e incentivos como 5 AM Club, Thank God, it’s Monday, Hustle Culture, Alta Performance, Super Produtividade, etc… tudo isso pra que a gente, supostamente, encontre a melhor versão de nós mesmos e, no final das contas, produza mais.

Do outro lado tem uma doença que foi recém reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, a Síndrome de Burnout. A síndrome se caracteriza pelo esgotamento físico e mental. E tá diretamente ligada a rotina de trabalho.

A ideia deste episódio é chamar atenção pros riscos de uma rotina profissional mal estruturada e as armadilhas que surgem com essa glorificação do excesso de trabalho.

Lembrando que aqui ninguém é médico. Se você tá achando que tá à beira de um burnout, a dica é sempre a mesma: procure um médico.

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico
Giovanna Beltrão
@giovannabeltrao
Carol Miltersteiner
The Better Achiever

Timeline do podcast

Ficha Técnica

Data da gravação: 21/06/2019
Higienização do áudio: Tomate Cereja Produtora

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Podcast: Nova York para criativos

Nova York dispensa apresentações, é uma das capitais do mundo. A cidade mais populosa dos Estados Unidos.

Conhecida também como Big Apple – ou Grande Maçã – devido ao seu estilo de vida pulsante, é dona do slogan “cidade que nunca dorme”.

Em Nova York você encontra de tudo: arte, cultura, lazer, inspiração, negócios e muito mais. Tem gente de todo lugar do mundo, gastronomia de todo lugar do mundo, música de todo lugar do mundo, tem tudo de todo lugar do mundo. Ou quase isso.

Logo, é uma das cidades mais cobiçadas por quem trabalha com criatividade. Seja pra fazer turismo, estudar ou fazer negócios, Nova York é o lugar certo pra quem quer viver novas experiências e expandir o repertório criativo.

Dá o play e bom podcast pra você.

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico
Larissa Tesser
Larissa Tesser
 André Schetino
Até Onde Deu Pra ir de Bicileta

Timeline do podcast

  • Intercâmbio em Nova York;
  • Visto de turista;
  • Visto de tstudante;
  • Passando na imigração;
  • Hospedagem;
  • Alimentação;
  • Transporte;
  • Segurança;
  • Cultura;
  • Aplicativo Event Brite;
  • Terrorismo;
  • Saúde;
  • Aplicativo Croissant para localizar coworkings;
  • Plataforma Desk Pass para localizar coworking ;
  • Curso de inglês grátis;
  • Biblioteca Pública de Nova York.

Ficha Técnica

Data da gravação: 13/06/2019
Higienização do áudio: Tomate Cereja Produtora

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Aplicativo chinês viraliza por criação de deepfakes, mas repercussão de segurança é negativa

O aplicativo chinês Zao viralizou no mundo todo no último final de semana. O programa permite que usuários coloquem suas faces em cenas famosas do cinema e da TV em apenas alguns segundos e usando somente algumas selfies. No entanto, o encanto logo foi substituído por uma preocupação: a política de privacidade.

Veja também:
Sites mostram como a Inteligência Artificial atua na criação de “deepfakes”
Este aplicativo permite que você alugue a sala de um vizinho como seu coworking

A troca de rostos (ou face-swap) é feita por meio a criação de deepfakes. “Os usuários enviam uma foto de si mesmos para colocar sua imagem em cenas populares de centenas de filmes ou programas de TV. É uma chance de ser a estrela e trocar de lugar com Marilyn Monroe, Leonardo DiCaprio ou Sheldon Cooper do The Big Bang Theory em questão de momentos”, exemplifica matéria da Bloomberg.

Veja abaixo o vídeo publicado por um usuário no Twitter.

Sem privacidade

Mas, a alta popularidade logo evidenciou problemas com a segurança do aplicativo. No momento da viralização, o termo de uso do Zao afirmava a posse de direitos “gratuitos, irrevogáveis, permanentes, transferíveis e passíveis de relicenciamento” de todo conteúdo gerado por usuários. Muitas pessoas recorreram à App Store para manifestar a insatisfação e mais de 4000 avaliações negativas fizeram com que o aplicativo amargurasse 1.9 estrelas, entre as 5 possíveis.

Desde então, os termos de uso foram atualizados. “O aplicativo agora diz que não usará fotos ou vídeos enviados por usuários para outros fins que não o seu aprimoramento ou itens pré-acordados pelos usuários. Se os usuários excluírem o conteúdo da plataforma, o aplicativo também o apagará de seus servidores”, diz a reportagem.

“Entendemos a preocupação com a privacidade. Recebemos o feedback e corrigiremos os problemas que não levamos em consideração, o que levará um pouco de tempo “, afirmou um comunicado publicado na conta do Zao na rede social Weibo.   

Número de curtidas também deve ser ocultado no Facebook

Há alguns meses, o Facebook começou a testar a ocultação do número de curtidas e visualizações no Instagram. Segundo a empresa, o objetivo da medida é que “os seguidores se concentrem mais nas fotos e vídeos que são compartilhados, do que na quantidade de curtidas que recebem”. Esta semana, o site de tecnologia TechCrunch confirmou que testes devem ser feitos, também, na rede Facebook.

Veja também:
Basecamp incentiva empresas a se distanciarem do Facebook;
Algoritmo do Facebook que monitora suicídios evidencia divergências entre empresas de tecnologia e especialistas em saúde;

No Instagram, que foi adquirido pelo Facebook em 2012, a quantidade de “likes” já não é mostrada para usuários na Austrália, Canadá, Irlanda, Itália, Nova Zelândia, Japão e Brasil. Quanto ao Facebook, no entanto, não foi informado quando ou onde o programa será inicialmente executado.

O protótipo foi descoberto pela desenvolvedora Jane Manchun Wong, conhecida por desvendar recursos que ainda não foram lançados: “Observei que o Facebook começou recentemente a prototipar esse recurso de ocultação da contagem de curtidas/reações em seu aplicativo Android, fazendo engenharia reversa do aplicativo e jogando com o código abaixo”, escreveu em seu blog.

“Atualmente, com esse recurso não lançado, a contagem de curtidas/reações fica oculta para qualquer pessoa que não seja o criador da postagem, assim como funciona no Instagram. A lista de pessoas que gostaram/reagiram ainda estará acessível, mas o número ficará oculto. Curiosamente, o número de curtidas/reações nos comentários ainda não está oculto. Mas isso pode ser devido à natureza desse recurso estar em um estágio inicial de desenvolvimento. Como sempre, as coisas serão polidas eventualmente”, continuou a engenheira.

Resultados

A empresa não chegou a fazer nenhum comentário sobre os resultados dos testes feitos no Instagram. Por exemplo, se os “likes” ocultos estão interferindo nas métricas ou realmente trazendo benefícios aos usuários. No entanto, como afirma O Globo, “replicar a iniciativa no Facebook sinaliza que os resultados devem ser positivos ou, ao menos, sem impactos negativos nos negócios”.