Podcast: relacionamento com parceiros de projeto
 Publicado: 08/05/2017 Atualizado: 24/05/2017

Podcast: relacionamento com parceiros de projeto

Já dizia alguém muito esperto "se você quer algo bem feito, faça você mesmo". Será que é mesmo por aí? Vem ouvir!
  Por Henrique Pochmann
O que será que Bill Gates e Steve Jobs diriam disso?

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Às vezes pintam projetos muito grandes e não é possível resolver eles sozinho, seja pelo deadline apertado, por não termos o conhecimento necessário que o projeto exige ou alguma outra razão. Nesse caso, temos que chamar algum parceiro pra assumir uma parte do projeto com a gente. Como fazer isso da forma certa? Quem é interface com o cliente? Como gerenciar essa muvuca toda?

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico

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Pedro Bopp
Pedro Bopp

Thalita Lefèr

Thalita Lefèr
Amarelo Criativo

Vinny Campos

Vinny Campos
Studio Lhama

Walter Mattos

Walter Mattos
Walter Mattos

Timeline do podcast

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Leitura de Comentários

Pauta do Programa

  • Se você quer algo bem feito, faça você mesmo?
  • Como manter a relação boa sempre?
  • Designers e programadores trabalhando juntos;
  • As situações em que você precisa de um parceiro;
  • Atuar como gerente de projetos;
  • Criamos expectativas demais com os parceiros;
  • O mínimo que se espera é que o parceiro seja profissional;
  • Como selecionar o parceiro ideal?
  • Não significa que quem é um bom profissional em agência/empresa vai ser um bom profissional freelancer;
  • Escolhendo o parceiro de projeto junto com o cliente;
  • Parceiros que tem a mesma função que você;
  • O cliente deve saber que tem um parceiro no projeto?
  • Colocar o parceiro em contato com o cliente?
  • Construir uma rede de parceiros confiáveis;
  • Como saber a hora de tirar um parceiro do projeto?;
  • Faça uma reunião com o parceiro antes de contratar;
  • Comprometimento não deveria ser um plus;
  • Trabalhar com amigos;
  • É preciso cobrar as entregas de forma assertiva;
  • É importante ter um cronograma de entregas;
  • Erros de gravação;

Como anda o seu relacionamento com seus parceiros de projeto?

Quero muito saber a sua opinião sobre o assunto. Deixe a sua participação nos comentários e vamos levar o assunto adiante.

Equipamentos utilizados nessa gravação

Placa de som – Presonus Audiobox USB
Fone de Ouvido – Marshall Major Brown
Microfone – Condensador BM-800
Tablet – iPad Air

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Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

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Participe da Conversa
  • Bruno Santos

    Muito massa esse podcast! Estes problemas que vocês mencionaram acontece também nas empresas como times de Designers e programadores. Aquela estória de programador se achar Deus e Designer se achar o próprio Monet.

    • hahaha, verdade, Bruno! Uma história de amor e ódio. Um não vive sem o outro. Massa que curtiu o episódio, cara. :)

  • fulanodigital

    Acredito que o cliente deve saber que existem outros parceiros contratados por mim. Dependendo do grau de participação deste parceiro, eu detalho mais ou não, com o cliente:
    1) Quando o parceiro é um profissional mais conhecido/experiente e vai fazer uma parte independente eu o apresento ao cliente, seja via email, ou via reunião de Skype.
    2) Quando o parceiro vai fazer um ou outro detalhe, eu digo ao cliente que tenho uma equipe que me ajuda, mas não entro em maiores detalhes.

    Eu sempre deixo o cliente a par do que está acontecendo.

    Sempre vai ser um risco pra ambas as partes. O cliente precisa ter em mente que, se ele exige uma maior segurança, ele precisa contratar uma agência, no sentido completo da palavra. Logicamente que os custos do projeto serão maiores.

    Abraços e muito obrigado por compartilhar este conhecimento.

    • Grande Rodrigo! Sempre registrando sábias palavras por aqui.

      Acho muito bacana essa forma de condução. Acho ser transparente sempre pega bem.

      Foda essa questão da segurança. Acho que se o mercado independente amadurecer e os clientes conseguirem identificar também melhores parceiros, essa sensação de ‘insegurança’ – ao contratar um freelancer – tende a desaparecer. Esperamos.

      Grande abraço e obrigado por estar na escuta, meu velho!

  • fulanodigital

    Concordo com a Thalita sobre o freela que chega dizendo que vai fazer em 1 ou 2 dias, que é fácil etc.. Isso vale muito pra cliente também. Se o cliente chega mega animado dizendo que tudo é simples: alerta amarelo!

  • Cláudio Barbosa

    Podcast excelente para variar! Já chorei lágrimas de sangue por causa de fornecedores kkkk
    Acredito que mesmo em casos que tenhamos fornecedores homologados, sempre temos que ter mais de uma opção, muitos realmente têm fidelidade apenas com o pagamento e se no meio do processo ele conseguir algum trabalho mais rentável ele certamente deixará sua demanda em stand by sem pensar 2 vezes, além do mais, profissionais são pessoas e problemas acontecem.
    Na minha experiência, não devemos homologar parceiros por telefone ou apenas por indicação, minhas dicas ANTES de fechar o trabalho são: visitem a estrutura do fornecedor, conheçam o portifólio dele, observe a mesa dele (rsrs), observem como ele atende o telefone (dá pra sacar rápido se o cara é enrolado), tenha sempre todos os contatos possíveis (inclusive o telefone da mãe dele), caso ele não atenda na hora, teste o tempo de reposta dele , fique atento a forma que ele se dirige a você com as palavras, parece bobagem mas com essa leitura você entende se ele é por exemplo intransigente ou impaciente (considero os piores tipos) e por último, nunca deixem o seu fornecedor saber o real prazo de entrega, faça um cronograma falso com a margem possível de segurança.

    Só uma piadinha, eu sou quase vizinho da Thalita, sou de uma cidade chamada Nova Lima, uma vez tive uma indicação de um cara que trabalhava bem com comunicação visual e no primeiro contato que tive com ele por telefone ele me chamou várias vezes de “Zé” que é uma gíria bem da malandrinha que muito se usa muito por aqui kkkk, não sou preconceituoso e tal mas aquilo foi um sinal de que as coisa não iriam dar muito certo e acabei encerrando por ali mesmo rsrsrs

    • Boa, Cláudio! Complementou muito bem.

      Concordo e queria ter abordado isso no podcast mas acabei não falando. Acho que temos que ter mais de um parceiro para a mesma função. Acho que um apenas, é pouco. Claro que é bom sempre pensar em crescermos juntos, relacionamento bom é aquele em que você cresce junto com seus parceiros. Acho que não dá pra virar putaria e ter diversos fornecedores com quem tu só negocia preço. Mas ter duas ou três opções acho que fica legal. Lealdade também é importante ao meu ver.

      Grande abraço, obrigado pela audiência e participação, meu caro!

  • Nossa gente, so eu que sou todo amor com os meus parceiros de projeto S2….ou sera que eles so trabalham bem comigo pq eu sempre estou com meu taco de baseball por perto? ^^` (fica ai a dica em Thalita haha)

    Mas uma boa que eu gosto de fazer, eh sempre que possivel levar o parceiro junto comigo nas reunioes desde o briefing. Sendo assim exponho as responsabilidades que cada um ira desempenhar no projeto (mas continuo como a pessoa central para a comunicacao).

    Ahh, acho que vale falar que um desafio maior eh trabalhar com pessoas de fusos horarios diferentes, Vinao Campos vai me entender agora.. Eu estou em Dublin, trabalho em parceria com pessoas do BR, UK e USA.

    Gosto de motiva-los tbm, quantas vezes quando eramos empregados, nao ficavamos reclamando que so recebiamos criticas e reclamacoes.. as vezes um muito obrigado aleatorio no dia, pelo aquele esforco que foi feito, ou que seja pelo trabalho que esta sendo realizado eh o que vai diferenciar como o parceiro vai te atender em um proximo job ou na manha seguinte.

    bla bla bla OU SEJA “As vezes cobramos demais sem dar algo em troca, temos domesticar os programadores!”

    *nao acentuei nada, essa bosta de teclado padrao europeu so f*** comigo. bjs seus lindos, ces sao foda!

    • Isso aí, Robson!

      Concordo muito no lance de passar feedbacks, elogiar. Muito bem lembrado. É preciso manter o parceiro motivado no projeto também. O ser humano é movido a recompensas. Dar os parabéns por uma tarefa concluída parece algo tão banal, mas faz toda a diferença no relacionamento.

      Obrigado pelo comentário, garoto! Sucesso aí em Dublin!

  • TatiHardt

    Tatá melhor pessoa hahaha. Tamo junto, também fico com sangue no zóio quando a pessoa comete erros com coisas básicas.

    Podcast maravilhouso, parabéns pessoal :D

  • Eduardo Ouvido

    Cara, muito tenso esse tema.
    Uma dica boa é: saiba como esse parceiro enxerga conceito de “trabalho” (seja lá qual for a área).
    Isso diz muito sobre a responsabilidade que ele vai carregar nos projetos. Se ele já trabalhou como freelancer antes, como ele se envolveu nesses projetos, você percebe pelo entusiasmo da pessoa falar dos projetos que participou, conta os aprendizados etc. Tem vários jeitos de perceber que tipo de profissional você está tratando ali.

    Tem que ficar esperto, que as vezes no intuito de querer trabalhar junto pra ter um resultado melhor, soma de competências e trocas, você acaba carregando a pessoa nas costas como uma mochila, só pra ter com quem trabalhar e ter mais um skil pra que de vez em quando usar. Você acaba trabalhando praticamente sozinho, porque o cliente também percebe quem toma conta da demanda e sempre vai ligar pra você, mandar e-mail pra você, negociar com você, etc.

    No final além de trabalhar 95% do projeto (praticamente sozinho), e dividir 50% do orçamento (risos nervosos), ainda dá confusão na hora de creditar no portfolio. Afinal a pessoa era parceira, mas não pensou nem executou nada daquilo, mas tava lá na época.

    Bem, eu tive essa experiência bem tensa, mas concordo com o Vinny, acho que uma hora ajusta corretamente.
    Afinal o parceiro agora é a própria Tatá, lá no Estúdio Mimo, que veio justamente dessa revolta aí com as pessoas hahaha.
    No final essas experiências merda também te ajudam a fechar com o parceiro certo.
    Que resumindo, pra mim é: pessoa 100% honesta nos objetivos profissionais e de vida, sem pisar em ovos.

    Grande abraço e desculpa o textão aí de novo.
    Eduardo Ouvido.

    • Grande Eduardo! Sábias palavras. Concordo muito.

      Acho entusiasmo muito importante. Acho que era disso que a Thata tava falando no podcast. Mesmo que o projeto não seja do fornecedor, ele precisa se entusiasmar. Inclusive, acho que já falei disso em algum post aqui no Aparelho Elétrico. Sempre que vou pra uma reunião de briefing com algum cliente, eu busco me mostrar interessado e com muita vontade de pegar o projeto. Acho que o cliente precisa sentir que encontrou alguém que gosta tanto do projeto quanto ele.

      Obrigado pelo belo comentário, meu caro!

  • Fabrício Augusto

    Recebi o e-mail com o tema do podcast e não pensei 2 vezes pra clicar no link e já começar a ouvir rs. Mas agora gostaria de deixar uma opinião de uma pessoa do lado negro da força (sou programador). Brincadeira galera, não é tão lado negro assim rs. Como vocês são, em sua maioria, designers e publicitários, é muito comum que o profissional que vocês tenham problemas sejam programadores mesmo, afinal é um tipo de prestação de serviços praticamente padrão, que toda agência de design e publicidade precisa ter.

    Eu programei por um tempo, de 2014 a 2016, para uma agência do Sul e graças a Deus não tive problemas com eles. (Agora vou fazer meu jabá). Teve uma vez em que eles me enviaram um sistema para desenvolver em que eu ainda não tinha possibilidade de fazer, por ainda não conhecer tecnicamente sobre alguns recursos que ele estava precisando. Mas fiz uma proposta pra eles: Deixei eles ciente de que eu ainda não tinha o conhecimento suficiente pra fazer, pedi um prazo bem maior para eu estudar sobre o assunto, e depois sim começar a fazer. Eles aceitaram a proposta, (mesmo com outros orçamentos de outros programadores já experientes), conseguimos bater o prazo e todos saímos felizes!

    Porém ano passado comecei a desenvolver um projeto para uma agência do Norte onde quem se deu mal fui eu. Eles me passaram um projeto e eu dei o prazo para eles. Assim que fechamos e eu comecei eles me mostraram muitas outras partes do projeto em que não tinham me passado antes, além do que tudo que eu fazia, eles me falavam pra fazer de outra forma. As famosas alterações. Mas no caso eram muitas! E o resultado é que não consegui entregar no prazo. E tive um outro projeto recente também com outro cliente que sempre precisava de uns materiais de design para terminar, e a pessoa demorava séculos para passar.

    Ou seja. Enrolados tem dos dois lados! rsrs

    Creio que o legal é que cada lado seja transparente quanto a possibilidade de entregar a sua parte, tanto no prazo, tanto na qualidade também. Isso vai da honestidade de cada um com seu parceiro!

    • Bacana, Fabrício!

      Com certeza, gente enrolada tem em todas as profissões. Acho que é uma questão de valores e empatia. Não vejo problema nenhum em pedir mais prazo ou contar o motivo do atraso no projeto, isso não é sinal de fraqueza ou inferioridade. É do jogo, do dia a dia. Acontece. Mas não dá pra ficar se escondendo e evitando responder contatos.

      Acho que sempre vão existir fatores pra interferir no andamento de um projeto, a questão é quanto os profissionais são maduros e preparados para lidar com essas adversidades.

  • Davi Souza

    Também passo por muitas dificuldades em encontrar um parceiro ideal… E várias vezes sempre da problema com esse lance de freelancer, porq eh muito difícil vc controlar o prazo e os acontecimentos do dia a dia (sempre alguém morre)… Acredito q a reclamação do programador tbm se deve pela pessoa que solicita o projeto junto com o programador. Pois muita gente (cliente, agencia etc) ao solicitar algo não defini muito bem o escopo do projeto, não faz um material de execução de projeto, contrato, wireframes, documento de requisitos, diagrama de sequencia, repositório de código etc… Programador ele é apenas programador, não é analista, DBA, designer etc… Então as vezes é a forma como vc fecha o projeto junto com o programador…. Essa documentação do projeto acredito q é muito importante e são poucas as pessoas (empresas) que elaboram isso, pois sempre é um site “simpleszinho”. Grande abraço e parabéns pelo conteúdo aqui!!!

    • Boa, Davi!

      Acho importante esse lance da documentação. Mas acho que isso tem que vir na proposta do fornecedor. Acho que cabe a ele colocar no papel o que ele entendeu da reunião de briefing para que o contratante aprove ou não.

      Outra coisa é o valor do projeto também. Será que vale a pena detalhar tudo, documentar pra um projeto de valor baixo? Pois realizar essa documentação dá um trabalho monstro, se a verba compensa, ótimo. Mas imagino que na maioria dos projetos que circulam hoje por aí, acho que o lance é mais encontrar um equilíbrio entre o mal explicado e o excesso de detalhes.

      Enfim, conversar nunca é demais e conversando todo mundo se entende. ;)

  • Marcio Soethe

    Po(2rr)a, muito bom esse podcast, queria muito conhecer Tata, pessoalmente, rsrsr, não sério, o resto da galera, também, parabéns…Não parem, que nunca acabe…

    • Marcio, eu conheço a Thata pessoalmente. Pode me invejar. E essa figurinha já veio aqui em casa e ainda trouxe cerveja, ou seja.. ela é mais legal ainda ao vivo.

      Se liga que esse ano tem o The Creative Thinker em setembro – https://www.thecreativethinker.com.br/. Quem sabe não é a sua chance?

      Fiz um baita jabá aqui e de graça :)

  • Luedy Costa

    Eu me arrisquei a chamar um parceiro para entregar um projeto muito pequeno e eu ficaria como atendimento pois conhecia o cliente e sabia que ele era bem complicado. Eu sou muuito chato com os meus prazos! Quando sei que vai atrasar sempre mando uma mensagem para o cliente com um novo prazo. Mas o cara não me dava status nenhum do andamento do projeto e isso me angustiava pois o cliente me perguntava e eu não sabia o que responder. A minha sorte foi que o cliente sabia que era uma outra pessoa que estava desenvolvendo o projeto e não eu. Hoje, eu prefiro não pegar trabalho para ser executado por outro. Se não cabe na minha pauta eu passo pra outro designer.

    Assim como o Walter, eu também não pego site. Então tenho um parceiro para quem eu sempre indico esses clientes e depois fico apenas monitorando o andamento sem me envolver no projeto (claro que se o cliente pedir opinião eu darei mas não saio me metendo sem ser chamado). Como fui eu que indiquei, gosto de saber como esta sendo a experiência do cliente porque se o cara não trabalhar direito não será apenas o Zé da Silva – webdesigner que se queimará e sim o Zé da Silva – webdesigner indicado pelo Luedy Costa.

    E em relação a trabalhar com amigos…
    Um vez eu tentei montar uma agência com mais 3 amigos. Quase acabou a amizade! Eu estava em um nível de dedicação muito alto, dando a vida pra fazer dar certo e a galera tava meio “take it easy”. Então eu me via atendo os clientes que já eram meus clientes e sozinho do mesmo jeito. Ai resolvemos separar da sociedade e continuar amigos.

    • Grande Luedy!

      Realmente, o cara se sente angustiado quando não sabe o que se passa na cabeça do fornecedor e sem ter o que dizer para o cliente. Foda é ter que abrir mão desses projetos por não ter um bom parceiro.

      Já fiz projetos onde o próprio gerente do projeto foi o cliente, ele me contratou e contratou um programador também. Mas claro, esse tipo de situação só acontece se o cliente é um pouco mais ‘esperto’, o cliente regular não tem conhecimento pra conduzir isso.

      Eu me sinto muito frustrado e acho que o cliente se frustra também quando não consigo passar algum nome ou uma luz de onde ele pode achar algum profissional pra trabalhar pra ele. Então, eu sempre digo assim “esse profissional eu conheço, pode confiar” ou “esse profissional eu NÃO conheço, mas de repente vale a pena tentar”.

      Massa que não fui só eu que teve problemas trabalhando com amigos. hahaha… acho muito complicada essa história. Cada um no seu quadrado.

  • Mayck Xavier

    E tem o cliente que diz “só na sua hora vaga” e já cria uns deadlines absurdos, quer baixar seu valor, te liga 7 da manhã… Osso…

    • Verdade, Mayck.. não é fácil… mas eu acho que isso vai muito da postura do profissional. Acho que a gente tem que pegar as rédias e trazer o cliente pra realidade e equalizar o ritmo de jogo.

  • Elvis Benício

    Uma estratégia que utilizo para estruturar “minha equipe” para qualquer projeto é fazer um test-drive, ou seja, convidar profissionais indicados (developers, ilustradores, designers…) para participar de trabalhos de menor impacto. Com isso, eu mantenho uma LISTA de pontuações (ranking). Assim que aparece um projeto mais “parrudo”que exige uma entrega impecável, revejo minha lista e alinho o interesse e disponibilidade desses profissionais. Caso há um vacilo na entrega, as pontuações são atualizadas, podendo a ficar na BLACKLIST. Obviamente, tenho um “Dream team” que confio de olho fechado, porém não há como contar com eles em todos os projetos. O importante é saber gerenciar pessoas e projetos como um maestro numa orquestra: manter a música no ritmo e todos os instrumentos afinados. Parabéns pelo conteúdo cada vez mais relevante na vida dos freelancers!

    • Fala, Elvis!

      Curti essa estratégia de passar pequenos projetos primeiro. E assino embaixo: “o importante é saber gerenciar pessoas e projetos…”, se somos nós o eixo do projeto, temos que agir como tal e assumir a bronca. Acho que muitas vezes o projeto fica meio sem pai nem mãe, e aí rola toda a confusão.

      Obrigado por contribuir, cara!

  • Como sempre um ótimo e gostoso podcast. Teve um momento que deu vontade de abraçar a Thalita e gritar: “VAI DAR TUDO CERTO”!!! Hehehehe, brincadeira a parte…

    Meu ponto de vista sobre o assunto é:
    Desde o momento que você começar a pensar em contratar um terceiro é fundamental preparar um contrato pra isso. Independente de quem seja. E concordo em colocar cláusulas bem duras que penalizam ambas as partes.

    Há 2 anos atrás treinando jiu-jitsu eu quebrei minha mão e tive que contratar um cara pra trabalhar comigo. Como minha sócia (esposa) é um pouco cabreira, solicitou que fosse presencial em nosso escritório. Foi tudo bacana, no começo mas com o passar dos dias o cara começou a cagar o pau literalmente. Dai tivemos que chamar ele no canto e dar aquela prensa.

    Afinal, os projetos estavam todos atrasados. Quem me conhece sabe que sou tranquilão quanto a isso. Mas tudo deu certo graças ao contrato que serviu num momento pra falar: “oh, tá aqui! Se não entregar no prazo, não tem din din nem pra mim e nem pra você”. Quando pega no bolso, nego acorda na hora.

    Acho que ambas as partes tem que pensar num contrato e formalizar tudo direitinho pra tudo ficar claro e ninguém se prejudicar. Assim se cria um relacionamento com respeito e profissionalismo.

    E tem um detalhe: parte disso é culpa minha. E pode ser culpa sua também quando não está dando certo.
    Quando você é o líder, e está a frente, deve tomar toda responsabilidade pra si, cobrar, guiar, inspirar e fazer acontecer. Naquela época, eu meio que deixei o cara fazer o que bem entender. Até que acordei quando o cliente me pressionou, e até então nunca tinha passado por isso.

    Um grande abraço galera.

    • Fala, Oberdan!

      Isso aí, acho que temos que formalizar tudo. Não sei se um contrato é o caso, eu já contei em outros podcasts que acho contrato uma coisa ‘pesada’ pra um início de relação. Mas uma proposta comercial é fundamental e, receber o ‘ok’ dessa proposta por e-mail também. Tudo deve ser devidamente formalizado. Independente de estar trabalhando com desconhecido, amigo ou parente. Formalizar é sempre melhor.

      Quando você é o líder, e está a frente, deve tomar toda responsabilidade pra si, cobrar, guiar, inspirar e fazer acontecer.

      Concordo muito!

      • Eu acho que as vezes será necessário jogar pesado logo no início. Com o tempo que for se estabelecendo uma relação confiável aí pode desburocratizar pra agilizar em outros pontos. Mas um amigo/ mentor uma vez me alertou e me disse até que dependendo do caso ter uma cláusula que seja específica para que o freela não atenda o cliente em determinado período. E claro que pode acontecer é não vai evitar isso mas pode deixar isso preto no branco. Ele já sofreu bastante com freela que atravessava o contato dele com o cliente no passado. Já eu, nunca passei por isso. Mas quando se trabalha com gente nova tem que ficar ligado um pouco.

        • Claro, entendo teu estilo. Acho que faria um contrato de cara se eu sentisse que ‘há algo de podre no reino da Dinamarca’, se por alguma razão não pudesse trabalhar com outra pessoa e o profissional não inspirasse confiança, aí sim acho que colocaria um contrato na história desde o início.

          Mas do contrário, sempre prefiro dar confiança e depois tirar. Acho mais saudável.

          E você tocou num ponto importante aí que deixamos de fora do podcast. O teu fornecedor pode agir de forma anti ética e roubar o teu cliente também. É preciso tomar cuidado com isso.

          • É tem esse ponto mesmo que senti falta. Pode pensar aí em como contornar situações antiéticas de clientes, fornecedores e até de nós mesmos. Porque pode acontecer a qualquer momento mesmo que por inocência. Ainda mais pra quem está começando

          • Isso, é bem por aí…

  • Helga! Bacana te ver por aqui. :)

    É complicado mesmo encontrar parceiros que estejam alinhados com o nosso mesmo estilo de trabalho.

    Concordo você quanto a prazo x qualidade. Como uma vez uma cliente disse pra mim, “a pressa passa, a merda fica”. Se estamos em um projeto que vai ter durabilidade, vale a pena focar na qualidade.

  • Diogo Tatsch Dos Santos

    Tchê, a cada episódio o Aparelho Elétrico tem me conquistado pela leveza com que o conteúdo é conduzido, com a simplicidade como a conversa é posta. Eu costumo ouvir muitos podcasts, inclusive sobre design e comunicação, e não consigo chegar ao final de alguns pela formalidade com que são conduzidos, ou por serem demasiadamente técnicos.
    O Aparelho Elétrico tá no grupo daqueles que me faz puxar o refresh do app. O papo é muito bom de ouvir, traz profissionais com experiências diferentes, com sotaques diferentes, mostrando que o coração do design não bate só no eixo Rio-São Paulo – e aqui vou puxar a brasa pro nosso assado né, é tri massa ter um podcast sobre design feito no RS.
    Vida longa ao Aparelho Elétrico!

    • Que belo feedback, Diogo!

      Muito bom ver que estamos conseguindo manter nossa proposta, debater e divulgar boas práticas relacionadas a trabalho freelancer e empreendedorismo criativo, mas de um jeito leve, sem jargões prontos, sem excesso de gravata e paletó.

      A ideia é essa mesmo, que todo mundo se sinta em casa, bote o pé na mesa, abra a geladeira. Sem formalidades.

      Grande abraço e obrigado por estar na escuta, tchê! ;)

  • Tenho opinião parecida com o Vinny, eu realmente me frustei muito nos ultimos websites e projetos de ecommerce que peguei, e acabei me obrigando a saber pelo menos o basico pro projeto sair da minha mao. Hoje em dia penso umas 40 vezes antes de aceitar websites, e so aceito se estiver totalmente sob meu controle, se eu tiver duvida com 1 plugin que seja, prefiro nao pegar o website.

    • Fala, menino Magrelo!

      Sites realmente são projetos difíceis de se conduzir em razão dessa falta de profissionais competentes e essa visão desalinhada dos parceiros de como deve ser a entrega final. Mas como o pessoal já comentou aqui, acho que formalizando tudo em uma proposta e assumindo as rédeas com os parceiros desde o início, pode dar certo. Ou, ao menos, reduzir o risco do projeto ser um fracasso retumbante.

      Obrigado pelo comentário, jovem!

  • Super inspirado, mais uma vez, pela partilha e pela honestidade emocional de vocês! Curti bastante o feedback final do Walter Mattos, quando ele lembra que a parceria (muitas vezes) é essencial para o nosso crescimento, e sobre saber lidar com as parcerias assim como lidamos com os clientes. Mas, gostei também de ouvir a Thalita, super compreensível, já que as parcerias de partilha de trabalho abrem caminho à criação de novos patamares, porém, levantam outras questões: a partilha das responsabilidades e do interesse pela eficiência e eficácia dos serviços prestados, é ainda uma dor de cabeça. Nada que um bom tinto não alivie, paciência ;)

    Força, Aparelho Elétrico!!!!

    • E aí, Bruno!

      Bacana que tá curtindo os episódios. Legal receber esse tipo de feedback.

      Teu comentário me lembrou um ponto que talvez a gente não tenha deixado tão explícito no podcast. No caso de quando estamos contratando um fornecedor, então NÓS somos o cliente.

      E vale a reflexão:

      “Tudo que acho que esse fornecedor faz ‘errado’ pra mim, será que não faço igual para os meus clientes?”.

      Acho essa autocrítica fundamental para termos melhores relações comerciais.

      Grande abraço e obrigado por participar!

  • Sidney Neves Junior

    Quando encontrar um parceiro competente, se torne brother dele. Mostra pra ele você de fato tá ali pra ser complementar ao serviço dele e que juntos podem fazer muitos trabalhos bacanas. Mas jamais chame um amigo para ser seu parceiro. Esse já vai esperar que você ofereça todos esses mimos anteriores sem nem mesmo ter mostrado um bom serviço. Já me ferrei litros por querer dar preferencia para amigos e acontecer de atrasarem por motivos fúteis, abandonarem o projeto ser me avisar antes e etc.

    • Ótimo ponto, Sidney.
      Concordo que um parceiro de projeto virar brother, por incrível que pareça, é bem diferente do brother virar parceiro! Mas já tive muito boas experiências fazendo trabalhos com amigos parceiros, assim como já rolaram péssimas experiências com parceiros amigos que acabam criando um problema e frustração ( pr anão dizer prejuízo) enormes.
      No final das contas, não sei se precisa ser uma regra. Como falamos no podcast, cada caso é um caso, cada parceiro e cada amigo é único. O importante é a gente se dispor a “desenvolver o faro” pra medir a chance dessa parceria ter sucesso, não acha?
      Abração!

    • Bem pontuado. Sidney!

      Como disse no podcast, prefiro deixar os amigos na esfera das amizades mesmo. Acho mais fácil trabalhar com uma pessoa estranha do que com um amigo. Assim a gente não mistura as coisas, não existem privilégios. Amigos, amigos, negócios à parte.

      Porém, não sei se sempre vai dar errado trabalhando com amigos. Acho que tudo depende da maturidade dos dois profissionais, do estilo de trabalho deles e da maneira como o condutor do projeto vai trabalhar.

  • Grande episódio. Passei por várias das situações citadas e consegui entender perfeitamente as angústias de cada parte. Também já estando do lado da pessoa que é contratada pra ajudar outros profissionais e como quem contrata, o que vem acontecendo com maior frequência.

    Algo que já vi e funcionou muito bem, se aproxima da recomendação de contrato do Waltinho. É uma espécie de “metodologia” para parcerias. No sentido de contratar a pessoa e mandar para ela as regras de fluxo do projeto e fazer checkpoints e acompanhamentos agendados. A idéia não é ficar cobrando, mas saber que até tal data será necessário ter caminhado até ponto X do projeto e fazer uma verificação disso para já prever ajustes e problemas.

    Então ele sabe o prazo final, sabe as datas dos checkpoints de acompanhamento, quando entra a grana e a expectativa de entrega e divulgação do trabalho posteriormente, devidamente creditado.

    Aprendi muito com o programa também e isso que faz do Aparelho um grande podcast que proporciona muita troca e risadas. Obrigado galera e parabéns pelo programa! :)

    • Fala, Alexandre!

      Bacana que curtiu o episódio, cara.
      Concordo muito com você na questão de ter um acompanhamento mais firme, fazer checkpoints. Isso mostra seriedade e o projeto não fica solto, sem pai, nem mãe. Acredito que esse tipo de postura é a chave pra ter um relacionamento mais saudável com parceiros e fazer os projetos correrem bem. Muito bom!

      Grande abraço e obrigado por estar sempre na escuta. :)

  • Walysson Marcelino

    Fala @henriquepcm:disqus Fala Galera do aparelho, como sempre muito bom o episódio, a cada podcast sinto que se dedicam cada vez mais. Eu fiquei com dó da Tata cara, deu vontade de ser bilionário e dar um troco pra ela comprar uma cobertura em Vegas.
    Bom, eu ainda sou um Padawan né, estudando bastante sobre Design e sempre tendo uma visão no geral de tudo. Mas vamos ao que interessa.

    Recentemente, graças a todos os Deuses existentes, estou com um relacionamento profissional bem bacana, que por um acaso, destino, dó dos meus ancestrais lá de cima, vendo que eu precisava de dinheiro, surgiu de uma carona, sim de uma carona.

    Em fevereiro, se eu não me engano, tive que ir em BH para resolver algumas coisas e peguei uma carona com alguns desconhecidos(eu sempre faço isso, mas tomem cuidado, não façam isso em casa, e se fizerem, analisem o histórico da pessoa antes). Uma dessas pessoas, esta terminando a sua pós em marketing, e a conversa fluiu, trocamos contatos e começamos a trabalhar juntos duas semanas depois.

    A parte boa, conseguimos debater, discutir e cobrar um do outro sem perder o foco.
    A parte ruim, nosso início de projeto, teve muitas ideias e poucas práticas, o que eu acho que é comum, mas pegamos um trampo pra fazer de um dia pro outro, sendo que o prazo era para no mínimo um mês. Obviamente atrasou.

    Aí fica naquela, será que eu estou errado, ou a outra pessoa que está errada? Sabe aquele capetinha que fica falando no seu ombro, você não tem culpa, a culpa é dela ela está errada. Só que na verdade não tem culpado, foi a gestão dos dois e a gana ou a necessidade em querer ganhar uma “graninha” extra, ou até mesmo atualizar o portfólio com novos projetos, que fez surgir esse atraso de ambas as partes.

    Atualmente está tudo sob-controle, e estamos conseguindo fazer o nosso cliente crescer aos poucos, mas a ideia de ter um parceiro de projeto que tenha a cabeça no lugar e que não entre em pânico em momentos de tensão, como vivemos e provavelmente vamos viver, é o que faz a diferença.

    A ideia de que, nós dois podemos atender ao nosso cliente, podemos cobrar, podemos pedir opiniões para o cliente e podemos responde-lo é o que faz o trabalho fluir. Não temos um contrato nosso, mas temos um contrato com o cliente, o que, na minha opinião, torna o trampo mais fácil, inclusive, até acho ideal ter uma reunião com o cliente, apontando quem está dentro do projeto. Não sei se é válido para todos os tipos de trabalho, mas penso que deixando o cliente ciente de tudo que está acontecendo, faz o “Job” fluir melhor e ameniza as preocupações.

    Creio que o que a Tata disse sobre empatia, é extremamente válido e temos que ser seres empáticos(não sei se existe essa palavra, mas achei bonita), não é sempre que vamos dar aquela bela “cagada” de encontrar alguém em uma carona, que as ideias vão bater e que vai dar tudo certo, até porque, pode dar muito certo por um mês e um dia depois tudo pode desmoronar, nada é mil maravilhas o tempo todo. No meu caso, quem toma a dianteira é ela, mas quem segura a onda, muitas da vezes sou eu…Geralmente eu sou mais grosso, não no sentido de ser mal educado, mas sou sincero com o cliente, até no dia da reunião eu já cheguei falando…”Sua logo tem problemas, o ideal é a gente dar uma renovada, começar do zero.”

    Conquistar a confiança do cliente, a primeira instância, não é difícil, o difícil é manter seu relacionamento profissional com seu parceiro de projeto, para não deixar que o cliente perca a confiança em você, caso você seja o “manda-chuva”

    Obrigado demais por mais um podcast sensacional, e eu desisto de tentar escrever menos, sinto muito Henrique, eu tento, mas não dá. Forte abraço para todos.

    • Grande Marcelino!

      Bacana tua história, cara. A parte de pegar carona me lembrou quando morava em Florianópolis, lá no sul da ilha a galera tem muito costume de pedir carona na estrada. Bacana essa confiança que as pessoas tem uma nas outras. Tanto pra quem pega, como pra quem dá carona.

      Legal que você arrumou um parceiro bom pros projetos do dia. E acho que sou meio como você, também chego apontando os defeitos meio sem papas na língua, tem gente que curte, tem gente que não. Mas é aquilo, não da pra agradar todo mundo o tempo inteiro.

      Grande abraço e obrigado pelo comentário, meu velho! :)

      • Walysson Marcelino

        Esse lance de pegar carona ajuda muito cara, e dá pra conhecer muita gente bacana. Hoje em dia nas redes sociais, tem até grupos de carona, facilita a vida de muita gente. O mais legal de tudo, a maioria das pessoas que pegam carona são Universitários, quando eles formam e resolvem suas vidas, são eles que passam a dar carona. Até que tem algumas pessoas que não são de todo o mal no nosso país. hehe

        • Isso aí, cara. Além de ser ecologicamente correto, ainda rola de fazer um networking. E gentileza gera gentileza. ;)

  • Henrique, esse podcast veio na hora certa!

    Estou trabalhando em home office há 13 meses, minha filha faz aniversário hoje, estou atolado de serviço e precisando exatamente de um programador para me ajudar!

    Por favor, me socorram!

    Quero passar mais tempo com minha família, mais tempo orando, aprendendo e melhorando a qualidade do meu serviço! Graças a Deus já somos indicados por nossos clientes desde o ano passado, exatamente por nos esforçarmos em atender bem, realizar um trabalho com o coração, como a Talita falou e darmos o máximo!

    Se tiver algum desenvolvedor, que seja bom em WordPress de preferência, podem me indicar!

    Amo o trabalho do AE e sonho um dia estar a altura de fazê-lo com as vossas pessoas! Sonho também em conhecer pessoalmente o Walter, que é um excelente profissional e em quem me espelho!

    Obrigado por tudo e me perdoem o desabafo!

    Abraços galera!

    PS.: Disse várias vezes “nós” pois minha esposa trabalha comigo.

    • Fala, Luan!

      Aqui mesmo no post o @fabr_cio_augusto:disqus, comentou que é programador, de repente vocês podem pensar em algo juntos.

      E aqui no site tem um cadastro de profissionais com bastante gente bacana:
      http://aparelhoeletrico.com/freelancers/

      Acho que vale a pena dar uma conferida pra achar algum parceiro de programação.

      Grande abraço e obrigado por estar sempre por aqui. :)

      • Obrigado pela atenção e carinho de sempre! Forte abraço, meu caro! Fica com Deus!

  • Fala Henrique!

    Antes de mais nada, parabéns mais uma vez pelo seu níver! A pergunta que não quer calar é quantas primaveras você está fazendo, rs!

    Bom, estou ouvindo o podcast sobre Criança no Home Office e me lembrei de uma entrevista com Bill e Steve. Corri aqui para colocar o link. Acho que vai ser bem legal compartilhar com a galera!

    Segue link: https://youtu.be/W0onwYWQJH0

    Forte abraço e até mais! :-)

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