Podcast: O amor na era do Home Office
 Publicado: 26/09/2017 Atualizado: 03/10/2017

Podcast: O amor na era do Home Office

Nem todo casal enriquece trabalhando junto. Vem ouvir algumas dicas pra não falir o seu relacionamento!
  Por Henrique Pochmann
Não quero dinheiro, eu quero amor sincero. (mentira, quero grana também)
Ilustração: Thunder Rockets

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O nome desse episódio foi inspirado no título do filme “Medianeras – Buenos Aires da Era do Amor Virtual”. Talvez esse filme argentino, de 2012, ainda seja a película que melhor retrata o impacto que o trabalho em casa tem na vida de uma pessoa.

Ao contrário do filme que parte do ponto de vista de um profissional solteiro que trabalha em casa e faz tudo pela internet, o nosso papo começa do ponto de vista dos casados que trabalham em casa e passam um tempo considerável com seus pares.

O objetivo do Aparelho Elétrico com esse episódio é revelar caminhos pra que você, que trabalha de forma independente, mantenha o seu relacionamento saudável sem comprometer a sua produtividade.

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico
Thalita Lefèr Thalita Lefèr
Amarelo Criativo
Vinny Campos Vinny Campos
Studio Lhama
 Walter Mattos Walter Mattos
Walter Mattos

Timeline do podcast

Abertura

Leitura de Comentários

Pauta do Programa

  • A configuração ideal de apto/casa para casais que trabalham em casa;
  • É importante ter um momento de descompressão pro casal;
  • Pode ser mais vantajoso alugar um apto maior do que um escritório fora de casa;
  • Fazer ou não fazer projetos juntos?;
  • A qualidade de saber se adaptar;
  • Pessoas da comunicação só se relacionam com pessoas da comunicação?;
  • Deixe o ego de lado e aprenda a escolher suas brigas;
  • Você não tem que mudar ninguém pra se encaixar a você;
  • Remuneração variável e outros problemas da vida de freelancer que impactam na vida em casal;
  • Finanças do casal ou finanças individuais?;
  • A pressão imposta, pelas redes sociais, de ter uma vida perfeita;
  • O recebedor e o doador é o match perfeito.

Como você tem conciliado seu relacionamento e seu trabalho?

Deixe a sua participação nos comentários e vamos levar o assunto adiante.

Equipamentos utilizados nessa gravação

Placa de som – Presonus Audiobox USB
Fone de Ouvido – Marshall Major Brown
Microfone – Condensador BM-800
Tablet – iPad Air

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Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

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Participe da Conversa
  • Vinny Campos

    As introduções estão cada vez melhor…kkkk

    • Maete Porto

      Concordo, Henrique está se puxando!

  • Anderson Kniess

    Olá galerinha gente boa. Mais um podcast maravilhoso, parabéns a todos pelas dicas, mais que falar de design esse podcast falou de relacionamento. Conviver a dois não é tarefa fácil pois ambos temos personalidades diferentes, mas posso dizer que depois que casei muita coisa melhorou em mim mesmo, muitas coisas tive que aprender, ter que respeitar o espaço um do outro entre outras coisas. Tatá 5 dias sem luz é apocalíptico só faltou aparecer zumbis ai heheheh. Inicio deste ano resolvemos arrumar um cantinho onde pudesse ser meu “escritório”, trabalho em uma agência mas tenho meu projeto pessoal, que está ainda engatinhando, tenho aprendido muito escutando o podcast do aparelho e o yellowcast. Minha esposa trabalha com vendas, mas nunca trabalhamos juntos, ela mesmo fala que trabalhar comigo não deve ser nada fácil, ambos temos temperamentos forte, então pode ser meio complicado trabalhar juntos, ou talvez não. Nesse meu projeto pessoal ainda estou tentando me adaptar com a rotina de trabalhar fora o dia todo e a noite fazer alguns jobs extras, ambos trabalham foras e temos um garotão, mesclar o tempo, trabalho, filho e esposa é uma tarefa complicada. Nós dois buscamos afazeres para descontrair a cabeça pois o dia a dia acaba sendo cansativo. Meu cantinho na casa ainda é invadido pela esposa e filho.

    • Bacana, Anderson!

      É, ter o temperamento forte e trabalhar junto não é fácil. Falo por conhecimento de causa. Sou muito exigente quando me proponho a fazer algo e tenho as ideias mais mirabolantes possível e me incomoda muito quando alguém tenta me dissuadir dessas ideias. hahaha Acho que por isso me encontro mais trabalhando sozinho mesmo.

      Um outro ponto que acho que ficou de fora é a questão da competição entre casais. Vejo muitos casas competindo entre si, ainda mais se são exatamente da mesma área. Acho que é legal saber identificar quando tá rolando uma disputinha tola por causa do ego e quando de fato tá rolando um debate construtivo.

      Acho que uma girada de chave legal no relacionamento é quando a gente não tenta fazer a pessoa mudar de opinião a todo custo. Acho que o casal não precisa pensar igual sempre a respeito de tudo. É difícil lidar com opiniões divergentes, é sim. Mas tem como baixar o giro e focar em outro assunto também, né? É uma questão de prática.

      Legal que tá aprendendo com os podcasts. :)

      Boa sorte por aí na jornada dupla e obrigado por contribuir com o papo.

      • Anderson Kniess

        É o temperamento forte é algo que complica mesmo, aqui na agência tenho várias pessoas algumas são mais fáceis de convencer, outras já são menos ousadas ai fica complicado, por isso a ideia de trabalhar sozinho soa um tanto tentadora, pois você pode ousar sem ninguém ficar desacreditando na ideia, mas por outro lado a visão de outras pessoas pode ajudar a identificar falhas no projeto.

        Sobre a competição em casais, lá em casa acaba não rolando, minha esposa é de outra área ai acaba não tendo problemas com isso. Mas meu pensamento é que competições são boas, quando não levadas a ferro e fogo, acredito que possa ter sim, mas de maneira saudável, isso ajuda a você se desenvolver e buscar novos conhecimentos.

        No relacionamento, ambos precisão ceder para que ele de certo, e acima de tudo respeitar as opiniões é o segredo. Mulheres essas pessoas fantásticas que tem sérios problemas com TPM, hehaehahhea, muito mais que respeitar é tentar entender o que está acontecendo.

        Errata: comentei 5 dias sem luz, mas foram 7 né, tadinha da Thalita.

        Valeu por tudo galera. Abraço a todos e até o próximo programa.

  • Priscila Bulbarelli Ferreira

    Incrível esse podcast! Estou para casar e já temos pensado nessas soluções de: alugar apartamento com 2 quartos para usarmos de escritório, já que ambos trabalhamos em Home Office, eu fixa de uma empresa, ele como freelancer.
    Quanto a questão financeira, creio que todo casal tem que compartilhar o dinheiro, só tomando sempre cuidado para separar o que são contas da empresa X o que são contas pessoais, e é algo que já temos feito também.

    • Oi, Priscila!

      Quando você diz ‘compartilhar o dinheiro’, sugere que o casal tenha tipo uma conta conjunta?

      • Priscila Bulbarelli Ferreira

        Pode ser uma conta conjunta também, mas no nosso caso, com os preparativos do casamento definimos algo do tipo “quem tem esse dinheiro no dia paga a conta” , assim, mesmo quando vamos sair e um de nós está sem dinheiro, o outro simplesmente vai lá e paga.
        Não ficamos mais com contas pendentes como quando “só” namorávamos, por exemplo, compramos computadores juntos, então eu pagava minha parte pra ele poder pagar o mensal ou vice-versa. Se precisar o outro vai lá e complementa, mas se não compensamos em outras coisas.

        • Maete Porto

          Nossa Priscila, que legal a maneira que vocês fazem. Continuem assim agora que vão casar, será importante esta parceria!

          • Priscila Bulbarelli Ferreira

            Pois é, foi um método que desenvolvemos meio que orgânico. Mas também, muito veio de conversas e do aprendizado através dos nossos pais, de como fazer ou não fazer isso.

        • Massa, Priscila!

          Eu curto muito essa forma de conduzir as coisas, quando um tá com grana ele paga e vice-versa.

          Só acho que o lance da conta conjunta não tem muita necessidade. Acho que cada um pode preservar sua individualidade financeira, desde que haja companheirismo entre os dois. Mas vai muito de cada perfil de casal… o lance é achar um encaixe que fique bom pros dois.

          • Priscila Bulbarelli Ferreira

            Hoje em dia é complicado conta conjunta mesmo, mas eu no caso sei a senha do cartão do meu namorado e vice-versa, apesar disso, nunca peguei pra nada e não costumo mexer nas coisas dele. Então o lance de tudo no relacionamento é saber equilibrar a individualidade e o compartilhar com o outro. Creio que para um casamento dar certo essa é a fórmula!

          • Isso aí, tô contigo, Priscila! :)

  • Pense em meu home office…
    Apartamento com dois quartos, antes um ocupado por mim e agora ocupados pelos meus dois filhos.
    O meu dia e da minha esposa, Tatiane, mescla trabalho, crianças, nosso relacionamento como casal e tudo fica meio louco. Ainda mais agora com uma bebê com menos de 2 meses em casa pra zoar tudo de vez.

    Mas em meio ao caos tentamos encontrar nossa paz como casal. Semanalmente saímos com nossos filhos para aliviar as tensões e isso ajuda muito até mesmo para as crianças. Afinal, eu e minha esposa somos sócios. Um projeto que começamos em casa há 4 anos como home office, tivemos por 2 anos um escritório, e em 2016 decidimos juntos que era hora de voltar para casa para repensar nosso trabalho. Isso foi incrível e gerou muitos resultados positivos.

    Sou designer gráfico e ela administradora. E no inicio sempre tem sempre aquela expectativa de um profissional complementar o outro, mas confesso que até hoje é um pouco complicado. Porém, nunca desistimos e a Tatiane sempre me impulsionou a acreditar em nosso projeto, até mesmo porque boa parte do trabalho quem faz sou eu.

    Grana sempre é um problema, mas amadurecemos muito ao longo desta jornada. Inclusive pensamos muito no bem estar geral primeiro. Nossa vida como empreendedores freelancer começou por necessidade em uma época muito difícil assim que descobrimos que a Tatiane engravidou, mas aos poucos foi se ajustando e hoje vivemos bem, com muita coisa equilibrada. Passamos por diversos problemas, muitos desafios, vontade de desistir, mas nos mantivemos juntos até aqui.

    Descobrimos que “nós” vem em primeiro lugar e depois que isso acontece o nosso “eu” é favorecido. Isso aprendemos em um podcast do Geração de Valor e nunca nos esquecemos.

    Esta é uma vida difícil e se engana quem acredita que tem todo o glamour que alguns profissionais transmitem em suas redes. Porém, tem muitas recompensas, mas para isso é preciso abrir mão de muitas coisas e persistir. Você terá dias complicados, mas também dias de glória. Como qualquer outra pessoa.

    É importante colocar muito amor dentro dessa caixinha de surpresas que se chama vida.

    • Grande Oberdan! Sempre temperando nosso papo com doses reais do dia a dia. Muito bom, cara!

      Acho bacana frisar ali o ‘vontade de desistir’. Acho que isso passa pela cabeça de todo empreendedor. O importante é não deixar isso chegar e se tornar um sentimento generalizado. Por isso ter uma pessoa massa do seu lado te dando apoio é importante. Tá pensando em desistir? Dá uma descansada, renova o fôlego e segue.

      Assim como tu falou…a vida de empreendedor não é fácil, não é macio, não é quentinho. Mas tem as suas recompensas que faz o esforço valer a pena.

      Abração, meu caro!

      • Obrigado Henrique.
        Realmente eu vejo um certo glamour que uma galera prega pelas redes e isso tem enganado as pessoas. Todo trabalho tem suas recompensas, mas antes tem trabalho, muito trabalho.

        Este episódio foi sensacional e eu só tenho a agradecer.
        Parabéns pelo trabalho e continue com este projeto que vejo cada dia crescer mais. Você e seus convidados estão inspirando pessoas para encontrar o seu melhor.

    • Maete Porto

      Nossa Oberdan, que bom ler tuas palavras. Hoje está sendo um daqueles dias difíceis, que tu tem vontade de largar tudo e voltar para o útero da mãe. Suas palavras me incentivaram muito a continuar persistindo. Obrigada!

      • Não desiste. Há um mundo maravilhoso à sua frente e se desistir vai perder esta oportunidade.
        Há momentos que penso em desistir também. Não é fácil.
        Mas sempre me lembro que já foi mais difícil.
        Nem sempre foi mil e uma maravilhas. Eu e minha esposa já beiramos a fome.

        Se eu contar a minha breve história, tem gente que vai chorar ^^.
        Mas um dia tudo passa.

  • A veia de músico do Henrique cada vez mais aflorada :D

    Se o comum é galera de comunicação se relacionar com a galera de comunicação, eu sou um ponto fora da curva :) Nunca tive relacionamento com outros criativos. A maioria dos meus namorados foram de áreas técnicas/tecnológias e meu marido é administrador/ empresário mas com curso técnico de programação (e uma faculdade incompleta de engenharia).
    Mas aprecio esta diferença. Meu marido trabalha administrando o negócio da família dele. Ele sempre foi empreendedor, desde cedo. Fosse trabalhando nos negócios do pai ou na própria empresa que ele manteve no Espírito Santo pelos 7 anos que moramos por lá. Já eu, filha de bancário e funcionária pública, fui educada a estudar para conseguir um emprego. E esse era o plano da minha vida até eu me mudar com o Marcelo para Vila Velha para ele abrir a empresa dele. Começei a ver que eu poderia ter outras possibilidades além de manter um emprego. Eu poderia empreender. Por que não? A ficha foi caindo devagar, mas sei que se hoje sou freelancer e estou nessa luta de empreendedorismo criativo, é porque o Marcelo me influenciou.
    Trabalhando juntos nós somos terríveis :p Bom.. Nem tanto. Já fiz diversos trabalhos pra ele que foram bacanas (se eu desconsiderar que ele sempre pede tudo em cima do prazo, me manda informação truncada… :p), mas o interessante é que ele trabalha com produtos e eu com serviços. Então, quando conversamos sobre mercado e trabalho, dificilmente enxergamos as coisas do mesmo jeito. Nossos mundos profissionais são muito, mas muito distintos mesmo. Mas isso é ótimo para eu sair da minha bolha de home office / freelancer e ampliar meus pontos de vista.

    Sobre a coisa de doadores / recebedores, nem sempre os dois são um bom match. Pq o recebedor pode esgotar o doador. Tem um TED Talk sobre relações de trabalho (ha! que novidade!) bem bacana sobre essa coisa dos perfis em que o cara acrescenta mais um: o “matcher”. Vale assistir:

    https://www.youtube.com/watch?v=zxEzJFvO2oE

    Beijos procês! :)

    • Boa, Dani!

      Acho que minha linha de raciocínio veio um pouco desse vídeo aí. Acho até que tu mesma já recomendou ele por aqui. Assisti agora de novo e é curioso, no início eu acho que sou um ‘giver’, mais pro meio começo a repensar e aceitar que sou um ‘taker’, depois vejo que sou na verdade um ‘matcher’ e depois eu já não sei mais de nada… na verdade, acho que não precisamos dessas etiquetas. Cada caso é um caso e a vida não é assim tão preto no branco.

      Bacana como é o teu relacionamento. Legal ver alguém que se relaciona com alguém de fora da ‘bolha da comunicação’, com certeza isso é muito válido pra aumentar o campo de visão. Acho que pode ser bem saudável.

      Agora lembrei de um amigo da comunicação que namorou uma médica, não deu certo por muito tempo. A forma de ver o mundo dos dois era muito diferente. Ele sempre fazendo humor de tudo, criticando, tentando entender as coisas e sonhando alto.Já ela era mais fria, prática, racional e focada. Os dois tinham valores diferentes. Não quero dizer que todo comunicador seja assim, ou que todo profissional de medicina seja assim. Mas eu acredito que o mundo onde a gente tá inserido exerce influência sobre a gente e é difícil ficar imune a isso.

      O lance que tu diz de vocês trabalhando juntos são terríveis, hahaha…. ou quase isso. Eu entendo bastante, não me dou muito bem trabalhando em equipe (spoiler alert: sou freelancer). A Lu, minha namorada, e eu temos trabalhado em um projeto, e esse meu jeito freelancer de ser já está mostrando as suas garras. Mas tá sendo divertido.

      • hehehehhe… que seja divertido enquanto dure ;)

        Mas taker, giver, matcher… acho que todos somos um pouco de cada ao longo da vida. Acho que aqueles que sao demais uma coisa ou outra, estão desiquilibrados (so taker, egoista… ou so giver, mosca morta…. e só matcher, imagina? So fazer algo em troca de algo?) Mas acho interessante entender

        • Mas aí eu te pergunto, cara amiga Daniele Lima: não estamos sempre fazendo algo em troca de algo? Nem que seja a sensação de bem estar que isso nos proporciona?

          • hehehehe.. sim, também acredito nisso :) quis dizer mais num sentido do qui pro quo, meio corrupto mesmo: só faço isso por você, se você fizer isso por mim.

          • hahaha, eu entendi.. só quis jogar uma pimenta no papo. ;)

          • “Apimentando a relação”, próximo tema do podcast :p

          • Vinny Campos

            Com certeza tem algum Ted sobre isso…kkkk

          • Vinnão Fanfarrão! Ted, será? Mas certamente tem vários vídeos da Sue Johanson no GNT. ;)

          • hahahahahahaha :D

          • Quando recebi o aviso dessa mensagem no e-mail, achei que o remetente era o Vinnão. hahaha

    • Maete Porto

      Não tinha visto este vídeo ainda, to pensando ainda quem sou…

      • Eu fui que nem o Henrique… “Caramba, sou taker…”,”Não, talvez seja giver..” “Hum, devo ser matcher” :D Pra ter equilibrio acho que precisamos ser um pouco de cada, dependendo do momento :)

  • Maete Porto

    Mais um podcast muito bom! Amei. Bom, no meu caso sou casada com um economista que trabalha fora e eu tenho um home office. Adorei várias dicas, me senti abraçada porque vejo que as dificuldades e facilidades são as mesmas. Mas senti falta de alguns pontos e queria perguntar aqui: Como vocês dividem as tarefas de casa? Principalmente para aqueles que um trabalha fora, porque sinto que meu marido, por achar que eu fico em casa o dia todo, ele não tem obrigações com a casa porque chega cansado da rua =(.

    Outro ponto que acontece comigo é que ele acha que porque trabalho em casa trabalho menos =( =( . Fico muito chateada quando no “discurso” dele ele não leva em consideração que também trabalho. É mais difícil para ele pois acho que não é da área e não entende muito como funciona ser um freelance e trabalhar de casa. Isto acontece com vocês também?

    Outra coisa que não é uma pergunta, é mais uma colocação, temos um quarto aqui em casa sobrando, mas quando vejo que fico sozinha em casa o dia todo, me deu uma certa angustia de me trancar em um quarto para trabalhar. Acho que é porque não tenho filhos, e sempre que morei sozinha ou casada não consegui nunca me trancar em um quarto para trabalhar. Sei lá, acho que me sinto mais integrada com a casa e mais “livre” montando meu escritório na sala. Abração para todos e super parabéns por mais um podcast maravilhoso.

    • Oi, Maete! Vamos torcer pra algum dos outros participantes passe aqui e ajude na resposta, pois eles têm mais conhecimento de causa do que eu pra falar sobre isso. Não moro com minha namorada, então não entramos muito nesse mérito de divisão de tarefas do dia a dia.

      Mas essa visão de ‘quem-trabalha-em-casa-não-trabalha-de-verdade’ existe sim! E não é só do par que isso vem, vem da mãe, vem do irmão, vem dos amigos… É uma pena.

      Mas acho cada vez mais e mais essa visão pejorativa de quem trabalha em casa vai cair por terra. Estamos numa crescente de trabalho independente e trabalho remoto. É o futuro, não tem como fugir. As pessoas vão ter que mudar essa forma de pensar. O lance é ter paciência e esperar.

      Queria ter uma dica mais pontual, pra te ajudar quanto a isso, mas vou ficar devendo.

      Abração e obrigado por contribuir com o papo!

      • Maete Porto

        Henrique, muito obrigada! Acabei respondendo o Vinny antes de ti, mas digo o mesmo para ti, valeu muito por causa da minha discussão de hoje de manhã. Quando tu fala ali que ninguém entende é super verdade, a família acha que tu brinca de trabalhar, eles não conseguem entender que hoje esta configuração pode ser muito mais produtiva! Conheço muitas pessoas que hoje trabalham em casa e sustenta uma família com filhos e as vezes a parceira não trabalha, tem um tempo precioso para se dedicar aos filhos e todos convivem super bem. Abração para vocês e please: keep going!

        • Fico feliz em ajudar!

          Trabalhar em casa tá cada vez mais popular. As pessoas que estão prezas a um modelo de trabalho antigo vão ser obrigadas a se adaptar, não tem jeito. Segura firme aí, Maete!

          Obrigado por estar sempre por aqui participando e contribuindo nos papos. :)

    • Vinny Campos

      Oi @maeteporto:disqus, que bom que a conversa te tocou de alguma forma!

      Vou tentar falar daqui do meu lado sobre as divisões da casa. Somo um time, desde que começamos nossa vida nômade, e até um pouco antes, não temos faxineiras, porque nós mesmos cuidamos da casa. Nesse ano minha esposa está com um projeto que tem consumido muito do tempo dela e eu acabo cuidando mais da casa, e em dias que eu estou mais pegado ela cuida, vai acontecendo naturalmente, mas isso é agora, eu quando trabalhava fora, muitos anos atrás, talvez pensasse como seu marido, mas não pela diferença de trabalhar em casa ou não, mas acho que por puro machismo, aquela história, estou colocando dinheiro em casa e já é minha parte… mas hoje isso já mudou. E talvez seu marido tenha um trabalho mais físico e sair e voltar de casa, dependendo de onde vive, realmente é cansativo, talvez uma sugestão seria, que nos fins de semana ele compense isso.

      Segundo ponto, meu ponto de vista sobre isso, algumas pessoas e profissões precisam se dedicar muito tempo a uma atividade para concluir suas demandas e outras precisam de mais tempo. É aquela história da pessoa que trabalha 3 horas por dia e ganha o mesmo ou mais das que fazem 8h. Se você está com suas tarefas em dia, não se culpe ou se sinta mau, sinceramente, posso apenas estar julgando, mas talvez seu marido não está feliz com a rotina dele, e talvez ele gostaria que você “sofresse” as mesmas dores dele para que você o entenda. Talvez faça ele refletir sobre isso, sobre o porque ele te questiona, se seu trabalho está sendo feito, se for uma conversa amigável, tenho certeza que ele vai entender. E acho que o mesmo aconteceria se você tivesse um trabalho que chega em casa sempre no horário e feliz, e ele sempre precisasse fazer horas extras e chegar cansado.

      Sobre o seu quarto, não pense que ele é um ambiente fechado, trancado, decora ele, deixa com a sua cara, nessa minha volta da vida nômade, estou com um grande prazer em montar meu espaço, em criar meu ambiente. Isso também é uma forma de você colocar na sua mente, que ali é seu espaço de foco e trabalho. Veja o que na sala te agrada, e leva pra lá. Vai que um dia seu marido vira freelancer, você já vai ter pego o quarto….kkkkk

      Boa sorte

      • Maete Porto

        Vinny muitoooo obrigada! Nossa hoje de manhã ainda tive uma discussão com ele sobre isso e tava bem chateada. Mas tu tem razão sobre a insatisfação dele no trabalho dele. O pior é que ele não tem fim de semana, somente 6 dias de folga que ele tira durante a semana muitas vezes, até por isso que não quis pegar um trabalho formal, com horário, para conseguir fazer os meus dias de folga com ele. E ai tá tudo meio confuso mesmo: tarefas da casa, entender como funciona meu trabalho em casa, tudo junto misturado. Adorei aquela tua de eu correr para pegar o quarto antes que ele comece a trabalhar em casa e eu fique sem espaço kkkkk. Dei risada aqui sozinha, mas pode deixar que na primeira ameaça dele sobre isso eu pulo para o quarto rapidinho. Abração e obrigada!

    • Compreendo sua situação. Já coloquei minha esposa nesta mesma situação por falta de maturidade. O ideal é ter uma conversa aberta sobre dividir as tarefas, pois independente de onde você trabalha, há horas do seu dia que você deve dedicar ao trabalho e seus resultados. Recomendo tentar colocar ele no seu lugar, literalmente.
      Pra passar por cima disso, na época eu e minha esposa buscamos fazer um curso pra casais e funcionou. Estamos em sintonia agora.

      E quanto ao seu canto de trabalho, escolha onde se sente confortável. Só tome um certo cuidado para que este cantinho especial não tenha interferência. Hoje trabalhando na minha sala eu sinto isso. No entanto estamos nos programando para comprar uma casa que eu possa separar um espaço somente para empresa funcionar.

      Um grande abraço e boa sorte! O sucesso só depende de você.

    • Oi Maetê, sei bem como é isso. Aqui em casa foi um processo – até mesmo pra mim. Como eu fico em casa, realmente a maior parte das tarefas de casa/filhos ficam comigo, por uma questão de logística mesmo. Mas meu marido tem a parte dele também. Como o Vinny disse, nos finais de semana normalmente a louça é dele :) E quando tá tudo muito bagunçado, nos finais de semana também logo mobilizo todo mundo (crianças inclusive) “Essa casa tá uma zona. TV/filme/tablet só depois de colocarmos as coisas no lugar” :) (meu mantra é: todo mundo que mora na casa tem responsabilidade sobre ela. Mas ao contrário do Vinny, temos empregada 2x por semana. Mas tb temos 2 filhos e uma casa que dá bem mais trabalho que apartamento)
      Sobre o negócio, o meu processo foi muito repetir (pros outros, mas principalmente pra mim mesma) que eu também tenho um negócio. Não é pq meu marido tem uma empresa maior, com funcionários que o trabalho dele é mais importante que o meu. O meu negócio é “pequeno” mas é por que escolhi assim, é assim que eu quero trabalhar. Como disseram no podcast, não dá pra mudar os outros… mas podemos mudar a nós mesmos. Passei a priorizar os pontos do meu negócio que achava importante. Então, se tinha bagunça na casa mas eu precisava do tempo para fazer algo do trabalho, deixava a bagunça lá. Se o marido reclamar, é simples: “não gosta da bagunça? é só arrumar :p” Sei que mutas vezes a bagunça acaba incomodando a gente mesmo… Por isso na minha rotina diária tenho os momentos de organizar as coisas – de lavar a louça, colocar roupa na maquina… mas quando preciso “jogar mais tarefas de casa” pra cima do marido, eu jogo.
      E não sei se é o caso de vocês, mas aqui por muito tempo meu marido gostava de mandar a carta do “eu sustento a casa” (o que nunca foi verdade, pq – mais ou menos, de acordo com a época – eu sempre dividi as contas de casa). Eu, que sou muito delicada :p, respondia logo com uma patada… Mas aos poucos fui conseguindo construir melhor meu argumento. É simples, se eu ganho menos, preciso trabalhar mais para me estruturar, crescer e poder ganhar mais também. Essa lógica do “eu ganho mais então já faço minha parte” é só mais uma forma de aprisionar a mulher numa caixinha (“negócio de mulher é “hobby” / “é só um bico até ter filhos.” Sei que as pessoas não falam muito isso da boca pra fora mais, mas a lógica continua valendo em muitas relações).
      Para finalizar, uma amiga minha tem um argumento que acho matador nesta questão de tarefas de casa/trabalho fora: “Não é sobre quem trabalha mais e sim, sobre quem descansa mais” Pode notar que provavelmente, se o trabalho de casa está mal dividido, seu marido tem muito mais oportunidades de descansar do que você. Acho justo quem trabalha em casa se ocupar um pouco mais dela (é mais fácil mesmo) mas só se for de fato houver uma divisão. Repito meu mantra: todo mundo que mora na casa tem responsabilidade sobre ela :)
      Boa sorte aí :)

      • Maete Porto

        Nossa Dani, coisa boa te ouvir! É diferente quando somos mulheres, temos a tendência natural de abraçar tudo, mas não está certo, sobrecarrega e acaba influenciando na relação. Adorei seu mantra, vou adotar aqui em casa. Meu caso também é uma casa e dá muito mais trabalho do que o apartamneto que morávamos. E coincidentally mente essa divisão injusta começou quando mudamos para a casa. Obrigada mesmo pelo teu tempo e pelas palavras, abração!

        • Tamo junta moça ;) Boa sorte aí.

  • Salve salve Henrique e Aparelho Elétrico, mais um ótimo episódio, como sempre mantendo o alto nível de excelência. Senti falta na conversa, de vocês falarem sobre a questão de filhos, se pensam em dar esse passo, se vocês tem planos para tal, enfim, acho que ficou essa lacuna. No mais, força sempre Henrique, sou seu fã cara, um abraço!

    • Valeu, Fabiano!

      Verdade, faltou entrarmos nesse detalhe. Vamos ter que deixar para a v.2.0. Mas falamos um pouco disso no episódio “Tem Criança no Home Office” e depois pincelamos o assunto novamente nos comentários do episódio seguinte. Não sei se você já teve a oportunidade de ouvir. Em todo caso, deixo aqui o link.

      http://aparelhoeletrico.com/podcast/podcast-tem-crianca-no-home-office-e-agora/

      Obrigado pela participação e pelo carinho, meu velho! :)

  • Isabelle Fecury

    Super valeu o podcast, galera.

    É sempre bom ouvir uma troca de ideia de quem vive no corre, mas arruma tempo pra si mesmo e também prx namoradx.

    Concordo muito com o que a Thalita falou sobre o medo que as pessoas têm em reconhecer um relacionamento gay. Onde já se viu ficar chamando a namorada de parceira ou companheira? Assim até parece que tá falando daquela pessoa que joga bola com você.

    Mas o que é realmente queria dizer é: tenho um loja de camisetas e minha namorada ajuda bastante. Como ela manja muito de números e Excel, dá todo o suporte com isso. Diferente de mim, que mal sei dividir quando tem vírgula e prefiro cuidar da parte de criação e negócios.

    As coisas também funcionam quando o casal e (bem) diferente ;)

    • Assim até parece que tá falando daquela pessoa que joga bola com você.

      hahaha… boa, Isabelle!

      Legal saber que os business em casal tá funcionando bem. Eu sou um pouco descrente dessa ideia.

      Brigadão por participar! Apareça mais vezes! :)

      • Isabelle Fecury

        Acho que pode dar certo quando os trampos são complementares, mas independentes, sabe? Quando cada um trabalha consciente do trampo do outro e com autonomia.

  • Ricardo Feller

    Salve mestres freelas!
    Tem uma pergunta martelando na minha cabeça todos os dias “sera essa a hora de largar o emprego fixo e empreender?”, bom tenho trabalhado com webdesign desde 2015, pego sempre os freelas que aparecem, mas ultimamente vejo que trabalhar e depois trabalhar nos meus freelas além de fazer faculdade me deixa exausto exausto demais e ja estou muito insatisfeito com o meu salário… , queria saber se alguem tem alguma opinião a dar sobre isso, sera que eu aposto no meu pensamento?

    • Fala, Ricardo!

      É muito difícil saber a hora de girar a chave e assumir a vida full time de freelancer. A maioria das pessoas iria perguntar “você já está ganhando o equivalente ao seu salário?”. O que não deixe de ser uma pergunta plausível.

      Mas acho que vale manter o emprego fixo até que você tenha também bastante experiência, um portfólio bonitaço que comprove essa experiência e uma rede de contatos sólidas (pra te indicarem pra trabalhos). Acho que a partir desses três pilares começa a ficar interessante COMEÇAR a refletir afundo sobre dar o peitaço e largar o emprego. Antes disso, não aconselho.

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