Podcast: É possível ser imune a críticas?
 Publicado: 06/01/2017 Atualizado: 16/01/2017

Podcast: É possível ser imune a críticas?

São poucos os seres iluminados que reagem bem a uma crítica negativa. Será que é possível aprender a lidar bem com isso?
  Por Henrique Pochmann
"eu não tô ouvindo nada!"

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São poucos os seres iluminados que sabem reagir bem a uma crítica negativa. Será que tem como aprender a lidar bem com isso? Pegue o fone e embarque na conversa de Henrique Pochmann, Thalita Lefèr, Vinny Campos e Walter Mattos.

Participantes deste episódio

freelancer-henrique-pochmann

Henrique Pochmann
Editor do Aparelho Elétrico.

Thalita Lefèr
Designer no Amarelo Criativo.
vinny-campos-freelancer-e-nomade-digital

Vinny Campos
Designer no Studio Lhama e nômade no A Path to Somewhere.

Designer Freelancer Walter Mattos

Walter Mattos
Designer no waltermattos.com.

Tópicos deste podcast

  • Moderno. Para impressionar seus clientes. Simples. Para você mesmo atualizar. É o site que você precisa: www.freelancerfullfolio.com;
  • Avalie o Aparelho Elétrico no iTunes. Dentro do iTunes, busque por “Aparelho Elétrico” e vá em frente até chegar na tela abaixo.

    avalie-o-podcast-do-aparelho-eletrico-no-itunes

  • Apresentação dos participantes;
  • Leitura dos comentários sobre o episódio “Perfeccionismo. Herói ou Vilão?”;
  • Os perigos da ansiedade;
  • Gif da respiração
  • A diferença entre o designer e o artista;
  • Como sair do loop de abandonar uma ideia para começar uma nova?;
  • Precisamos mesmo pedir a opinião de pessoas que não conhecemos?
  • Crítica, feedback e comentário – qual a diferença?
  • Crítica não significa necessariamente falar mal;
  • Não basta agradar, tem que ser excelente;
  • Todo mundo gosta de ser elogiado;
  • O ser humano busca sempre ser aceito;
  • Como responder uma crítica?
  • Não é porque a pessoa está na mídia que tudo o que ela fala é certo;
  • Você não precisa emitir opinião sobre tudo;
  • Não alimente os trolls;
  • Falem bem ou falem mal, mas falem de mim;
  • Como agir quando te pedem um feedback?
  • Só não é criticado quem não faz nada;
  • Como dar o peso correto a uma crítica?
  • Não siga a manada, desenvolva o seu próprio senso crítico;
  • Ted da Dani – Porque é que achamos que estamos certos — mesmo estando errados;
  • Encerramento;
  • Erros de gravação;

E você, como lida com as críticas?

Você recebe bem críticas, consegue elaborar bem suas críticas sobre o trabalho alheio? Conta pra gente aqui nos comentários. Queremos saber quais são os seus pensamentos sobre isso.

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Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

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Participe da Conversa
  • Eduardo Goes

    Fala Henrique,
    Tranquilo? :)

    Antes mesmo de ouvir o podcast (que já sei que vai ser ótimo), queria agradecer a você e a todos os participantes por me inspirarem tanto, atualmente estou na faculdade de design e já sou completamente apaixonado pela área, tranquei minha antiga faculdade para seguir este sonho e tenho que admitir que foi uma das melhores decisões que já tomei!

    Tudo graças ao conteúdo que acompanhei, e estudei a fundo, aqui no Aparelho Elétrico, no Amarelo, no blog do Walter e entre tantos outros.

    Agora estou na busca pelo meu primeiro emprego em agências (uma tarefa não tão fácil) mas não vou desistir hahah

    Valeu meu querido!

    • Muito bom acordar com essa mensagem, Eduardo!

      Boa sorte na sua busca, cara. Conhece esses sites?

      http://www.janela.com.br/ (No canto superior esquerdo tem uma lista de agências por categoria, separadas também por estado.)

      http://www.sine.com.br/

      Valeu, Eduardo.

      Abração, boa sorte mais uma vez e feliz 2017!

      • Bom mesmo é acordar com uma resposta sua!

        Obrigado pelas indicações, vou dar uma olhada. :)

        Abraço!

    • Fala, Eduardo!

      Fico feliz com o voto de confiança no episódio. :)
      Te desejo muita sorte e sucesso nessa nova empreitada agora como designer.
      Fiquei curioso pra saber o que você estava estudando antes. Pode contar?

      Grande abraço e obrigado por comentar!

      • Conto com o maior prazer hahah

        Eu fui até o terceiro semestre de Ciências Atuariais, sei que o nome deve soar meio estranho mas vou dar uma resumida.

        Trata-se de cálculo de risco, o atuário atua basicamente no mercado de seguros e previdência. Sabe quando você vai fazer o seguro do carro, preenche um questionário de risco e logo em seguida te dão o preço? Então, alguém precisa fazer esse cálculo, baseando em probabilidade e estatística, pra ai sim parametrizar esses sistemas de cotação, e é ai que entra o atuário :)

        Tem mais uma porrada de áreas de atuação, mas acho que deu pra ter uma noção hahah

  • Wellington Knabbenn

    Passando pra marcar presença e agradecer por mais um ótimo podcast o/.

    Valeu gente <3

    • Boa, Wellington. E teu blog, já voltou pro ar? ;)

      • Wellington Knabbenn

        Tá online, não tá 100% mas mesmo assim estou postando algumas coisas. O Retorno da última semana tem sido bem legal e estou bem empolgado o/.

  • Aproveito o espaço disponibilizado aqui pelo amigo do Wilson pra compartilhar um artigo:
    http://waltermattos.com/artigos/paul-jarvis-o-que-voce-faz-quando-os-trolls-vem-marchando/

    Esse artigo é uma tradução com minha opinião sobre um texto do Paul Jarvis, de título “What to do when the trolls come marching?”. O artigo tem mais de dois anos, mas acredito que representa bem muita coisa que falamos neste episódio.

    Um abraço a todos!

    Ah, e feliz 2017!

    • Waltinho, meu querido!

      Que belo artigo. Obrigado por traduzir. Gostei muito, se me permite… vou colar aqui um parágrafo que achei bem emblemático e reforçar o convite pro pessoal ir lá ler.

      Aliás, aqui está o que eu nunca farei: não vou deixar as críticas ou meu próprio medo das críticas afetarem meu trabalho. Isso foi um divisor de águas para mim, quando descobri que medo e ação podem andar juntos. Isso me permitiu experimentar publicamente formas de como expor meu trabalho para o mundo. Isso me levou a algumas batalhas verbais, erros embaraçosos e absolutamente zero arrependimento.

      Artigo completo no blog do Walter: https://goo.gl/OWmeEE

  • Otavio Schlickmann

    Henrique, é uma histeria total!

    Lembro sempre do caso do Nego Nato Nicacio (Renato), que a galera desceu o $&¨$¨& sobre um trabalho dele, mas logo depois de ver a história, voltou atrás com a opinião, pediu desculpa e tudo mais. Infelizmente acontece muito disso, as pessoas não enxergam o contexto e acabam indo no efeito manada.

    E já aproveitando o gancho do Walter na questão das bancas, rola mesmo uma parada sinistra com a crítica, o mais engraçado é que a pessoa não se dá conta de que foi ela quem ficou 6 meses, até 1 ano em cima do projeto e que muito provavelmente, ela é a pessoa que mais domina o assunto que está sendo apresentado.

    Enfim, parabéns a todos pelo Podcast, é realmente muito bem elaborado e está contribuindo bastante para a causa ;)

    E pra entrar na brincadeira: “Só não gostei porque ficou muito curto” :D

    Abraço!

    • Fala, Otavio!

      Muito bem lembrado. O Sebastian também lembrou dessa história aqui nos comentários. Pra mim, é pura falta de maturidade e excesso de humor galhofal. Uma pena.

      E a questão das bancas é isso mesmo. A pessoa provavelmente é a que mais entende do assunto, não teria por que ficar insegura quanto a isso. Não discordo do seu ponto. Mas acho que a questão é um pouco o medo do desconhecido, é uma situação nova, e o controle não está na mão. Quem tem medo de crítica não curte muito se aventurar.

      Grande abraço e obrigado por participar, meu caro!

  • Sebastian Baltazar

    Fala Henrique, Walter, Thalita e Vinny!

    Cara, antes de comentar sobre o EP, quero atrasar pela menção do meu comentário no EP anterior!!! Gratidão! Fiquei bem surpreso heheh… 😙

    Bom saber q tem mais meditando entre vcs, né Thalita? Acho que meditação, que que é basicamente respirar, e voltar para o presente, como acredito.

    Não posso deixar de já agradecer ao trabalho incrível de vcs, do podcast, de conteúdo! Acompanho a maioria de vcs e não vou me cansar de parabenizar e agradecer por esse trabalho!

    O tema do Pod me lembrou o caso citado em Pod’s anteriores, do rapaz que foi super criticado, “desceram a lenha” nele e quando descobriram quais as limitações dele, nossa, todo mundo voltou atras…

    Quando falamos de critica a primeira coisa que me vem a cabeça é justamente o fato de que essa palavrinha é extremamente estigmatizada, por esse motivo eu resolvi aplicar em minha vida a palavra Feedback ao invés de crítica, pq puxa, q difícil!

    Eu já tive lá meus problemas em lidar com critica, mas hoje, literalmente, eu não ligo muito… Uma coisa q foi mencionada no pod, que concordo plenamente, é que infelizmente as pessoas nem sabem “dar” e pouco sabem ouvir uma critica, e isso dificulta muito a comunicação. Mesmo quando a critica é construtiva… Eu sinto como se a maioria das pessoas “criticam” para se sentir “superior” aos demais. É uma arrogância muito foda…

    Pensando de forma construtiva, é impossível fugir de criticas, mesmo que vc não peça…

    Critica ou feedback é super importante para o desenvolvimento profissional e até mesmo pessoal – Novamente no âmbito de autoconhecimento – mas é, como bem lembrou a Thalita, um trabalho de empatia, tanto quem dá o Feedback, quanto quem o recebe, é preciso estar aberto para isso, é preciso ser empático.

    Outro ponto fantástico do Pod, super me identifiquei, foi o “peso da critica”, saber diferenciar quem esta te “criticando”, isso sem dúvida ajuda muito a lidar com ela. Vc vê se realmente valerá a pena dar ouvidos… É preciso praticar muito esse “ouvir”!

    Fantástico!!

    • Boa, Sebastian!

      Sempre frisando pontos bastante relevantes. Obrigado por estar sempre colaborando e compartilhando com a gente o teu ponto de vista.

      Falando um pouco sobre a meditação (ou “mindfulness” que me parece um termo mais utilizado no contexto de trabalho)… percebo muito como me ajuda a ser menos reativo. Quando começo o dia fazendo 15 minutos de meditação, sou um cara mais ponderado e reajo com mais assertividade nas mais variadas situações no decorrer do dia.

      Grande abraço!

      • Sebastian Baltazar

        Grande honra sempre participar!
        Grato pela oportunidade desses debates incríveis…

        Sobre meditação, aprendi a usar a meditação junto com o Pomodoro, sempre que utilizo as duas técnicas juntas, me sinto totalmente produtivo e descansado! Sensacional e Essencial!

        Abraço Henrique!

  • TatiHardt

    Gente, que podcast maravilhouso. Já estou ansiosa pelo próximo haha.

    Acho que precisa de muita maturidade para receber bem as críticas e muito mais ainda para fazer críticas, e essa é uma coisa que nós temos que trabalhar em nós mesmos aos poucos. Também acho que o maior problema das redes sociais é que falta espaço pro meio termo, é tudo muito preto no branco e as pessoas esquecem dos (bem mais que 50) tons de cinza. E claro que o assunto vai muito além de comentários nas redes sociais, e acho que aí sim que o bicho pega, quando a crítica é no mundo real. Uma das minhas frases favoritas é: “A vida é 10% do que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso” – Charles R. Swindoll. Batendo de novo na tecla do autoconhecimento, porque só assim aprendemos a filtrar nossas reações (tenho taaanto pra aprender com relação a isso ainda).

    Parabéns pelo podcast! Já gravaram o outro? Vai demorar? Cadê? :P

    • Genial, Tati!

      Vou até destacar essa frase.

      “A vida é 10% do que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso”
      – Charles R. Swindoll.

      hahaha, ainda não gravamos o podcast de ansiedade, mas deve rolar em breve. =)

  • Iure Figueira

    SE A GENTE FOR FALAR DE CRÍTICA EM TERMOS PRÁTICOS, A GENTE COMEÇA A TER UMA ESPÉCIE DE TERMÔMETRO. NO CINEMA, POR EXEMPLO, UMA CRÍTICA É ÚTIL PARA AVALIARMOS SE A GENTE DEVE PERDER TEMPO VENDO TAL FILME OU NÃO. AS REAÇÕES SÃO BEM DIRETAS EM RELAÇÃO A EXPERIÊNCIA QUE SE TEVE DAQUELAS UMA OU DUAS HORAS DE FILME.

    PARA NÓS COMUNICADORES, A CONSEQUÊNCIA DE UMA CRÍTICA VAI ALÉM DO BOM E DO RUIM. O QUE INTERESSA PRA GENTE NÃO DEVERIA SER SE NOSSOS PRODUTOS FICARÃO BONS OU RUINS – ATÉ PORQUE ISSO É RELATIVO/SUBJETIVO/PERENE – MAS SIM SE ELES SERÃO PERCEBIDOS DA MANEIRA COMO FORAM PROJETADOS, SE TERÃO MAIS OU MENOS RELEVÂNCIA, E SE TERÃO MAIOR OU MENOR ALCANCE/IMPACTO.

    TENDO ISSO SEMPRE EM MENTE A GENTE COLOCA UM POUQUINHO DE BOM SENSO NO MEIO DESSA ANSIEDADE TODA QUE NOS AMOLA SEJA NA HORA DE RECEBER, INTERPRETAR E/OU EXPRESSAR UMA CRÍTICA.

    SE ME PERMITIREM UM LINK FICA AQUI UM EXERCÍCIO PRA IMAGINARMOS NOSSO AMIGO CARAVAGGIO NESSA SITUAÇÃO AQUI:
    http://tapornumporco.blogspot.com.br/2011/02/s-mateus-e-o-anjo-de-caravaggio-por.html

    MAIS UM EXCELENTE CONTEÚDO!
    OBRIGADO MAIS UMA VEZ PESSOAL!

    • Boa, Iure.
      Ótima referência, cara.

      • Iure Figueira

        De praxe, ótimo aprendizado! =D

    • É pra comentar sobre essa caixa alta aí, Iure? Imagino que fez o comentário no calor do momento e estava eufórico com a alta performance do episódio. ;)

      Brincadeiras a parte… bem lembrado quanto a crítica no cinema. Isso é algo que mostra o quanto uma crítica bem feita (ou uma série delas) pode levar um filme ao estrelato ou mesmo a ruína. Por outro lado, acho muito poderoso tomarmos decisões baseadas na experiência de outra pessoa. Prefiro sempre ir lá e ver com meus próprios olhos. É curioso como cada pessoa toma por base sua bagagem de vida e acaba tendo sua própria versão dos fatos.

      Belo comentário, como sempre, cara. E é isso aí, bom senso (sempre)!

      Abraço!

      • Iure Figueira

        A caixa alta foi charme.

        É muito curioso como o consciente coletivo tem um poder muito grande e deixa muito fácil a gente agir de modo irracional, de dar um sentido “x” ou “y” para as coisas. No fim das contas, se a gente está falando de comunicação como muito bem dito pela @disqus_ED6tid9eeH:disqus ali em cima, caímos para noção de que o objetivo não é ser imune. É saber filtrar, processar.

        Seguimos daqui às ordens! =D

    • ah, em tempo, muito bom o link. Ilustra muito bem como artista também passa perrengue. =)

  • Pedro Renan

    O melhor Quarteto Fantástico que você respeita!

    Pochmann, o eletrizado.
    Lèfer, a amareloca lôca, com um coração gigante (tatuado)
    Mattos, o perfeccionista.
    Campos, o homem de muitos lugares.


    Críticas fazem parte da nossa vida e, você pode deixá-las entrar, ou não.
    No momento que entro em um grupo, publico um trabalho, peço opiniões… eu tô abrindo a porta, e a crítica não espera o “vamos entrar?”, ela entra com tudo. Mas e quando você não quer opiniões, em determinado projeto e, elas batem na porta?

    Esses dias recebi críticas sobre meu logo, do “Estúdio Quarto, kkk, Criativo”, sempre falando que já tinham visto demais lâmpadas que representam ideias e, tal e tal. Mas espera aí, quem falou que o meu símbolo representa só ideia?

    São apenas mais daquelas críticas de preconceito. Mesmo assim peguei as críticas e fiquei pensando e pensando: mudo porque tá igual, ou mantenho, pois meu conceito não é só ideia? Fiquei bolado com as críticas, todas elas não falavam sobre o conceito que realmente tenho.

    Até que um cara, talvez com memória muito boa, falou da pregnância da minha marca e foi um elogio que me fez ficar com a segunda opção, “mantenho, pois meu conceito não é só ideia” e agora eu sei que tem pregnância, pois a partir do que o cara de memória boa me falou, fui abrir as portas para a crítica.

    E olha só, recebi os mesmo comentários.

    Talvez não querer recebê-las seja bom, mas poder e saber aceitá-las é melhor ainda.

    Para os curiosos:
    “Uso a lâmpada, por ser um objeto de primeira opção para te fazer ver algo, que você não consegue enxergar, além de ser o dispositivo que, transforma energia elétrica em energia luminosa, fazendo brilhar tudo o que toca e alcançar até os lugares mais escuros.

    Daí trouxemos este conceito pra gente. Ser sua primeira opção, para as ideias que não consegue enxergar, transformar toda nossa energia em algo luminoso, que todos possam ver.”

    • Esse “cara com a memória boa” aí parece ser bacana, hein.
      Eu penso da seguinte forma: não é porque o Youtube assina sua marca com um play branco em cima de um fundo vermelho que outra marca está proibida de fazê-lo. Com certeza muita gente já fazia antes do Youtube. Assim como o telefone do Whatsapp para indicar comunicação. Será que ninguém pensou nisso antes? O importante não é só o conceito, mas o contexto, a categoria do negócio e a forma como a identidade se comporta e é fixada na nossa mente.
      Fica aí uma dica de leitura: http://waltermattos.com/artigos/sera-que-e-plagio/
      Abração.

      • Pedro Renan

        Leitura agendada, antes de tudo.

        E sim, vou concordar com você muito. A forma de usar minha marca, símbolo e como eu vou pregnar ela na sua mente, sempre serão as direções mais válidas.

        As críticas existem por essa falta de visão. “Poxa o modo daquele cara usa a lâmpada é legal”, “aquele W junto do outro ali, formado por triângulos, genial”. Não, sempre vem um: “Eita, outra lâmpada”, “4 triângulos, e..?”

        Ah, “o cara de memória boa”, é super bacana!

    • Grande Pedreira!

      É foda, cara. Só não é criticado aquele que não faz nada. “o prego que mais se destaca é o primeiro a receber martelada”.

      Passa essas críticas na peneira, pega o que é válido e deixa o resto ir. Pra cima deles, garoto Pedro!

      Abraço!

  • Franciane Bourscheidt

    Como sempre, ficou muito completo e nem sei o que dizer pra contribuir, tudo foi muito bem pontuado.
    Mas gostaria mesmo de deixar uma exclamação: os pós-créditos do podcast estão impagáveis, essa participação do Pato Donald merece uma medalha! hahahah
    Beijos seus lindos!!!!

  • thiago neumann

    Opa Galera, amo vocês, esses últimos podcast estão me libertando, obrigado!!
    por coincidência encontrei esse material na minha timeline hoje, que complementa o tema.
    http://juniorbarroso.com.br/criticas-no-desenho/

    • Boa, Thiago!

      Obrigado por compartilhar o link. Mas tentei acessar aqui e fui redirecionado pra uma área de digitação de captcha. Acho que algo deu errado, não?

      Abraço!

  • Eduardo de Moraes

    Legal, tema super relevante, outro dia recebi o pedido de um desconhecido em um grupo de what’s app pra que eu avaliasse o trabalho dele (o cara era iniciante), bom, o pedido não foi só pra mim, mas penso que se o grupo não fosse tão da hora talvez botassem o cara tão pra baixo que isso interferisse no desenvolvimento da carreira dele ou a impedisse, bom sabemos que há casos extremos de baixa auto-estima que levam à consequências terríveis.
    Pessoal, valeu por compartilharem as experiências, é de grande valor.

    • Legal saber que existem bons grupos engajados em ajudar as pessoas honestamente. :)

      Grande abraço e obrigado por participar, Eduardo!

  • Renato Trentin

    Que podcast sensacional, acompanho todos e a qualidade do conteúdo é sempre alta!

    Sobre o que foi falado sobre ansiedade, não sei se isso se encaixa no tema mas o que acontece é o seguinte, estou começando estudar sobre design, procurando materiais etc, e tenho um problema de sempre que estou fazendo algo que não seja criar alguma coisa ou estar estudando e procurando sobre design e áreas relacionadas, sinto que não estou sendo produtivo e útil, e isso acaba incomodando nas horas de apenas relaxar e fazer outra coisa. Já vi alguns casos desses com quem trabalha com tecnologia e internet em geral, e pelo fato de sempre estar surgindo novas ferramentas, informações etc acredito que o problema seja mais comum aqui. Gostaria de saber se alguém já passou por isso também ou conhecem casos parecidos e sobre como lidaram.

    E mais uma vez, ótimo conteúdo e esperando já pelo próximo episódio haha

    • Isso acontece comigo todos os dias ;)

      • Renato Trentin

        Pelo jeito tem uma galera que passa por isso, complicado hahaha

      • Fica tranquilo, Marcos! Momentos de ócio são importantes para desopilar, aliviar a mente. Como falei aí em cima pro Renato. É nessa hora que você acaba formando seu repertório e criando bagagem que vai acabar influenciando na sua vida profissional, por mais que não pareça. ;)

    • Fala, Renato!

      Fica tranquilo, esse sentimento é bem comum. O que posso te recomendar é que não se pressione tanto.

      É bacana sim estudar teoria, procurar referências, isso vai fazer você ser um profissional diferenciado e capaz de embasar muito bem suas escolhas dentro de um projeto.

      Mas os momentos de ócio, em que você se desconecta do lado “profissional”, também são importantes. É nessa hora que você vai acabar formando repertório e conquistando bagagem para aguçar sua criatividade. Isso vai acabar contribuindo para o seu trabalho como designer. Pode tirar o peso da consciência. ;)

      Grande abraço!

      • Renato Trentin

        Verdade, preciso dar uma relaxada mesmo. Obrigado pelas dicas, abraço!

    • Gostaria de sugerir um texto: COMO TRANSFORMAR A PROCRASTINAÇÃO EM ÓCIO CRIATIVO (Link: http://www.vivendodefreela.com.br/como-transformar-procrastinacao-em-ocio-criativo/). Pode ajudar ;)

  • Esses podcasts estão me deixando viciado! haha

    Parabéns a todos (especialmente ao Henrique) por gerar um conteúdo que traz um sentimento de “tribo” tão forte. Dá pra ver em cada um dos episódios que a maioria dos freelancers/empreendedores criativos possuem vários problemas em comum. Ver, ou melhor, ouvir estes problemas sendo discutidos com tanta propriedade dá um certo “afago” pra quem, muitas vezes trabalha isolado e não tem com quem compartilhar essas idéias no dia-a-dia.

    Me sinto em casa aqui. Obrigado por isso ;)

    Na minha opinião existem 2 tipos de críticas: O feedback e o f*dback.

    O Feedback é uma crítica bem fundamentada, com razões claras e muito desejo de compartilhar um pouco de experiências que se tenha tido anteriormente. Trazendo um pouco pro design, um feedback quanto ao uso de cores, por exemplo, pode gerar em uma pessoa que nunca se interessou em entender a fundo a psicologia envolvida, o desejo de entender, absorver e praticar o seu uso.

    O F*dback é aquele famoso “não gostei”, que está muito mais embasado em achismos e gosto pessoal do que fundamentos técnicos ou teóricos. Um f*dback em um trabalho de uma pessoa que tenha um emocional fraco é altamente destrutivo, cara.

    Levando em consideração os comentários do Walter e da Thalita a respeito do caso em que estavam na bancada da universidade, se a crítica de ambos não tivesse fundamento – principalmente por estarem em uma posição de destaque – poderia gerar uma desmotivação gigante. Afinal de contas, foram meses de estudo pra apresentar aquele resultado, né?

    Acredito que é possível ser imune às críticas sim. Através de autoconhecimento e maturidade que, pra mim, são geradas com tempo mesmo. Sempre fui muito cabeça dura mas hoje eu aprendí a lidar bem com as críticas que recebo e, quando não são f*dbacks, eu realmente gosto de recebê-las. Sinto que com isso eu cresço um pouquinho mais ;)

    Novamente, parabéns pelo conteúdo galera!

    • Me sentindo um novato digital por nunca ter ouvido o termo “f*dback”. Perfeita tradução.
      E realmente, Renato, um feedback negativo mal intencionado pode ser totalmente destrutivo.

      Acho que esse podcast nos deu a oportunidade de levantar muitos pontos importantes e que podem gerar reflexões bacanas, como:

      – Não pedir feedback para qualquer pessoa, principalmente quando o projeto (ou mesmo o profissional) ainda não tem maturidade suficiente. E de preferência evitar pedido de opinião em grupos que claramente não possuem união como proposta fundamental.

      – Não achar que todo feedback negativo é um feedback destrutivo.

      – Nunca achar que você está acima das críticas. Você pode ser imune a críticas destrutivas, mas nunca estará imune a críticas. É importante saber ouví-las e, principalmente, saber respondê-las.

      – E, claro, em hipótese alguma ser o autor dos feedbacks destrutivos, ou o tal do “f*dback”.

      Bacana ver você por aqui, Renato. Conheci seu trabalho ano passado quando nos mencionaram em um post. Ainda preciso “estudá-lo” melhor. Não o fiz por falta de tempo.

      Abraço.

      • kkkkk… F*dback é um clássico, cara! rsrs

        Verdade! Principalmente o fato de não pedir feedback para qualquer pessoa. Mantendo esse raciocínio e gerando uma outra reflexão, vale a pena citar que:

        Nem todo feedback positivo é um feedback construtivo.

        Um feedback positivo dado por alguém que não seja minimamente experiente e/ou tenha um embasamento técnico adequado, pode gerar um sentimento de “estou no caminho certo” mesmo que às vezes não esteja.


        De agora em diante devo estar sempre, vcs são ótimos! haha
        Acredito q não vai faltar oportunidade pra gente bater um papo, @waltermattos:disqus!

        Forte abraço!

    • Boa, Renato!

      Grande contribuição. Destaco a parte do “emocional fraco” que nos leva a “inteligência emocional”. Saber lidar com nossas emoções é essencial na hora de lidar com as críticas. Penso que é importante refletir por que determinada críticas nos gera desconforto, ou nos deixa irritados, ou nos frustra, enfim…

      Obrigado pelo comentário, meu caro. Fico feliz que o blog esteja passando esse sentimento de “tribo”, é um ótimo feedback. ;)

      Abração!

  • Muito legal o tema e quero participar do de ansiedade hein? Quero participar da trilogia, estou com saudades! :p
    (se os meus meninos deixarem né? :p)

    Sobre críticas, acho interessante entender que uma crítica é um argumento contrário ou a favor de algo. Crítica não é opinião. E opinião não é argumento. Parece simples mas essa é uma confusão que muita gente faz. Sei que muitas vezes a gente pede “opinião”, também pq desejamos (como disse o Vinny – ou foi o Walter?) ter alguém concordando com a gente. Mas em termos de trabalho e aprendizado, o que interessa mesmo – e nos ajuda de verdade – são as críticas – que devem ser bem argumentadas.

    O nexo publicou dia desses um ótimos texto explicando o que é argumento e por que opinião não é argumento que vale ler:

    https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/12/27/Por-que-%E2%80%98opini%C3%A3o-n%C3%A3o-%C3%A9-argumento%E2%80%99-segundo-este-professor-de-l%C3%B3gica-da-Unicamp?utm_campaign=a_nexo_20161228campanha&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

    É simples, uma argumentação precisa de premissas e uma conclusão. Assim como uma crítica precisa de embasamento. Desta forma, a crítica é parte de uma conversa e não uma sentença sobre algo. Como bem disse o Walter, é necessário “pesar” o que está sendo dito, como e por quem. Se a crítica é parte de uma conversa (mesmo que uma conversa difícil) fica mais fácil receber ou dar críticas.

    Sobre críticas de clientes, traduzi um artigo do Paul Jarvis que aborda isso de forma bem legal. Ele mostra o que é um feedback prescritivo e um feedback descritivo e a diferença que cada um deles faz no processo de trabalho. Tá aqui:
    https://medium.com/ch%C3%A1-com-design/ajudando-seu-cliente-a-dar-feedbacks-construtivos-17b43be50be0#.ib4fi3hvd

    No mais, Thalita, saudades! Bom demais ouvir de novo esse jeito “falo mermo” :p e estamos juntas na ansiedade – o mal do século! Beijões pro Walter, Vinny e Henrique também :)

    • ^^ Saudades da sua participação também. Se bem que bem ou mal você já tem participado com seus TEDs, né? Qualquer coisa a gente troca um dia. :P
      Excelentes referências, Dani. Também postei aqui uma tradução de um artigo do Paul. Tá por aí em algum lugar.
      Beijão!

    • Boa, Dani!

      Comentários sempre muito relevantes. Mandou bem!

      Vamos ver se conseguimos um espaço nessa agenda aí concorrida de mãe-designer pra gravar sobre ansiedade. =)

      Bjão!

  • Luedy Costa

    Vou começar criticando. rsrs…
    Henrique ficou falando que era o último do ano mas na verdade era o primeiro. kkkkkk…

    Agora um pedido.
    Eu também quero participar do podcast da ansiedade, vamos fazer um grupo de ajuda. PELOAMORDEDEUS. As minhas crises não ficavam tão fortes desde a época da faculdade e essa semana ela voltou pesada. Estou agora com dor no meu olho direito. Mas vou guardar isso para o podcast da ansiedade.

    Eu amadurecendo o meu comentário antes de vim postar. Mas ai veio uma crítica de uma cliente e me fez antecipar. Na verdade, ela me deu ontem um feedback da proposta de identidade visual que criei para ela. A resposta dela foi simples e direta: “Não me representa”. Na hora eu fiquei confuso e depois isso me deu uma puta raiva, pois o material atende completamente ao briefing. Mas depois eu respirei, me acalmei e lembrei que ela não trabalha com comunicação e não deve ter achado o melhor modo para dizer exatamente o que ela não gostou. E ai fui perguntando sobre a tipografia, cores… e descobri que ela simplesmente não gostou do signo visual ou ícone como alguns preferem chamar. Ou seja, se eu respondesse a ela de cabeça quente, eu estaria sem a cliente agora e se eu simplesmente acatasse à crítica estaria agora refazendo todo o trabalho sem necessidade.

    Qual foi a lição que ficou? Não basta apenas conhecer e entender o cliente, é preciso entender o que ele fala. Investigar coisa que ele te diz a fundo.

    • Era a última gravação, Luedy! ;)

      “não me representa” me soa muito mal educado. Mas vai muito do perfil do cliente né? Tem aqueles que não fazem questão alguma de serem cordiais.

      Concordo, acho que o caminho é esse mesmo. Esse “não me representa” em um primeiro momento poderia ser para todo o projeto, você fez bem em investigar, assim descobriu que ela se referia apenas ao ícone. A falta de uma comunicação adequada pode dar margem para muito estresse. Infelizmente, não é todo mundo que sabe (ou se preocupa) em ser claro na comunicação.

      Boa, Luedy!

      Grande abraço!

  • Walysson Marcelino

    Fala galera do aparelho. Muito bom dia, muito boa tarde ou muito boa noite.
    Primeiramente quero agradecer pelo bom papo, pelo @waltermattos:disqus que é um cara que me inspira, pela Thalita que estudou na mesma universidade que eu e por ser mineira e falar o que pensa da forma como fala. Pelo Viny, que me incentiva a cada dia mais, a procurar mais e mais, sobre como ser nômade digital e como fazer isso funcionar. Por você @henriquepcm:disqus , pelo simples fato, de que para mim, as pautas são essenciais para meu crescimento profissional e pessoal, além de que você toma conta de toda essa turma, que deve ser bem complicado. rsrs. A @disqus_ED6tid9eeH:disqus que por incrível que parece, me identifico bastante com a forma dela pensar e pelos TEDs que ela sempre apresenta, que são bem bacanas e chega de agradecimento, se não vira um post só de agradecimento, depois agradeço mais.

    Vamos lá.
    Eu demorei um pouco para ouvir o podcast, e demorei mais uns 2 dias para poder falar sobre, pelo simples fato, de que eu pensava, que sabia receber críticas. Na maioria das vezes, já ouvi: Isso ta uma merda; Isso não presta; Isso não é o ideal; Começa do zero; Fecha o photoshop, vai lá na sua casa tomar um leite e volta pra tentar fazer algo descente.(essa aqui foi exagero, mas foi quase isso).
    Raramente recebia um: Tenta fazer dessa forma, por conta disso; Tente ir na veia desse conceito, que está bacana; Conversa mais com o cliente, vê o que ele realmente precisa para te ajudar mais.

    Não cheguei a entrar em depressão, ou ficar mal por conta de algumas dessas críticas, na maioria das vezes, eu olhava como uma forma de que, eu precisava melhorar mais a minha forma de pensar, estudar e trabalhar, o que não estava satisfazendo meus chefes, que eu deveria fazer diferente?
    Só que, por um outro lado, outras pessoas que trabalham com você, e geralmente em agência é um do lado do outro, têm medo de trabalhar, por conta da forma com que os chefes criticam alguma coisa, e isso pode diminuir o potencial produtivo dessas outras pessoas.

    Cara, eu penso da seguinte forma, como uma monja budista diz: “O nosso olhar para realidade, é muito diferente, e as vezes nós brigamos, porque vemos muito diferente, mas não precisa brigar, precisa compreender…” E meio que isso descreve claramente o que seria uma crítica bem argumentada, como disse a Dani. Quando se pede uma “opinião” a alguém, raramente, você vai ouvir o que precisa ouvir. Pode ser que ouça o que gostaria de ouvir, o que melhor lhe convêm, mas não o que precisa. Quando pede uma crítica, você vai receber o que precisa ouvir e é aqui, que é necessário compreender e colocar em prática tudo que foi ouvido. É no diálogo que as coisas fluem, então não há necessidade para o desespero, seja na crítica construtiva, na crítica do cliente, na opinião do amigo de infância ou no elogio da mãe. Não há necessidade de desespero e sim de compreendimento.

    Resumindo, é fato que todos nós, gostamos de elogio, ou de uma boa crítica, temos um sentimento regozijante, quando ouvimos algo bom. Acontece que é necessário cuidado com esse sentimento, para não nos afetar seriamente, quando recebemos uma crítica destrutiva ou de mal gosto, e nos acharmos um grande monte de cocô no fundo do oceano pacífico.

    Fico por aqui, peço desculpas pelo comentário gigantesco de novo, vou tentar maneirar, prometo.
    E pra quem curte, fica aí os ensinamentos dessa monja que tá me ajudando bastante cara, a perceber coisas que já foram ditas pra mim várias e várias vezes, mas só agora que estou tendo capacidade para entender muitas delas.

    “Nós somos seres superficiais, nós não acessamos a essência do ser, e a essência do ser é como o zero, no marco do tempo, não é nem mais nem menos. Elogiar ou ofender, tanto faz.” – Monja Coen

    • Bacana, Walyson!

      Achei bacana você citar a Monja Coen, há um tempo eu estava começando a meditar e encontrei vários vídeos dela no Youtube. Também curto o que ela fala. Se não me engano, ela era jornalista (deve ter pirado na loucura do mercado de comunicação, brincadeira) e largou a profissão para ser monja.

      Grande abraço e obrigado por participar!

  • Daniel Spacof

    Ótimo podcast como sempre pessoal!
    Concordo com tudo, não tenho nada a acrescentar, a não ser uma frase que ouvi e tento levar sempre pra minha vida que é:
    “Faça elogios em público e críticas em particular”
    Eu procuro fazer isso entre meus amigos, ou até mesmo no YouTube por exemplo, quando tenho uma crítica prefiro enviar uma mensagem privada.

    Obs.: Vinny, dá uma olhada no e-mail que te enviei, tenho algumas observações a fazer sobre seu blog.

    hahaha zuera! 😂

    • Vinny Campos

      @danielspacof:disqus boa frase que dividiu aqui!

      Obs.: Críticas de um figurão como você são sempre bem vindas! :)

      • Daniel Spacof

        @vinnycampos:disqus se um dia tiver sugestões eu farei, mas não tenho mesmo o que dizer, o trabalho de vocês aqui é muito bom, obrigado pelos podcasts! Abraço!

    • Boa, Daniel!

      Aliás, essa foi a frase que tentei dizer no podcast sobre perfeccionismo, mas me faltou aptidão para tal.

      Abraço e obrigado por participar, meu caro!

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