Publicado: 21/11/2016 Atualizado: 30/11/2016

Podcast da depressão: estamos exagerando no humor?

Será que essa crescente onda de fan pages e gifs bem humorados agrega valor às nossas profissões ou acaba prejudicando a nossa imagem?
  Por Henrique Pochmann
O que o Mr Bean diria disso?

Pesquisa Rápida - Ser Freelancer no Brasil 2016/2017

Desculpe interromper sua leitura, mas é por uma boa causa. Invista 5 min do seu tempo, responda a pesquisa e ajude a melhorar o mercado do qual você participa. Assim que coletarmos 1000 formulários esse quadrado chato imediatamente desaparece do blog.
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Henrique Pochmann, Alvaro Neto, Carolina Walliter, Franciane Bourscheidt e Walter Mattos debatem o tema. Será que essa crescente onda de fan pages e gifs bem humorados agrega valor às nossas profissões ou acaba prejudicando a nossa imagem?

 

Participantes deste episódio

freelancer-henrique-pochmann

Henrique Pochmann
Freelancer e editor do Aparelho Elétrico

freelancer-programador-alvaro-neto

Alvaro Neto
Programador Freelancer no alvaron.com.br

carolina-walliter-freelancer-em-traducao

Carolina Walliter
Tradutora freelancer na Pronoia Tradutória.

freelancer-em-ilustracao-franciane-bourscheidt Franciane Bourscheidt
Ilustradora freelancer no Estúdio Candy.
Designer Freelancer Walter Mattos

Walter Mattos
Designer Gráfico freelancer no waltermattos.com.

 

Tópicos deste podcast

  • Moderno. Para impressionar seus clientes. Simples. Para você mesmo atualizar. É o site que você precisa: www.freelancerfullfolio.com;
  • Avalie o Aparelho Elétrico no iTunes. Dentro do iTunes, busque por “Aparelho Elétrico” e vá em frente até chegar na tela abaixo.

    avalie-o-podcast-do-aparelho-eletrico-no-itunes

  • O humor no mundo da tradução;
  • Tem limite no humor pra não virar galhofa?
  • Não fale bosta, dê o exemplo;
  • Quando uma fan page de humor compartilha um trabalho sério;
  • 70% da população não é capaz de interpretar um texto;
  • Estamos rindo do que não se deve rir?
  • O excesso de humor está ligado a desvalorização das profissões?
  • Estamos vivendo uma epidemia do bom humor?
  • Já dizia o Pirulla: não se ofende ideias, se ofende pessoas;
  • Livro A Euforia Perpétua;
  • Livro The Power of Negative Thinking;
  • Cena Boomerang Mad Max;
  • Cena Tratamento de Choque;
  • Ted Talks – Humor at Work – Andrew Tarvin;

 

E você, como encara o humor?

Compartilhe a sua experiência aqui embaixo nos comentários. Vamos evoluir mais o tema!

 

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Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

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Participe da Conversa
  • Carolina Walliter

    Ainda nem ouvi, mas já amei a foto do Mr. Bean :D

  • Everson Meniquetti

    O Humor é educativo também. Quando vemos piadas a respeito do “sobrinhos” fazendo design, piadas sobre logos bizarros que são feitos por R$5, isso ajuda a abrir a mente dos prospectos. Além disso, acredito que piadas de”mal gosto” vai reverbera em quem a carapuça servir. Profissionais bem posicionados no mercado tem certa imunidade a isso. Att.

    • Não sei se ajuda mesmo… Pq critica o logo a R$ 5,00 ou o sobrinho mas não esclarece pq isso é um problema. E o mercado é um ecosistema onde todos convivemos. Eu me posiciono de forma séria, explico meu trabalho, cobro o preço que acho justo mas ainda assim convivo com a realidade de clientes que ainda estão muito distantes de entender o que eu estou tentando vender. Se tivemos mais esforços para educar de fato e valorizar o que fazemos mesmo, o mercado melhoraria para todos.

      • Resumiu minha resposta. Obrigado, Dani. :)
        Everton, tudo bom? Após ler a piada o cliente não necessariamente está aprendendo algo – positivo ou não. Mas ele pode “aprender”, por exemplo, que é possível contratar um logo a R$5. Entende? E melhor ainda, ele pode até descobrir onde procurar por isso.
        Temos que assumir que todos os clientes são leigos.
        Todos precisam enxergar o valor que o design tem, e certamente não é mostrando os pontos negativos que se enaltecem os positivos.
        Abração.

      • fulanodigital

        Pois é Dani.
        Talvez, nós Designers (e similares) poderíamos ter mais conteúdo para os (potenciais) clientes em nossos blogs.

        Explicar o porquê das coisas e qual a intenção delas, já ajudaria muito a abrir o olho do cliente que talvez nem saiba porque está criando um site, por exemplo.

    • Certamente o cara que já está consagrado não vai ter problemas com isso. Mas é uma longa jornada até esse ponto. Aqueles que precisam quebrar a rebentação ainda sofrem com essa discrepância de preços e comportamento imaturo.

      Grande abraço e obrigado por participar, Everson!

  • Pedro Brisola

    Obrigado por ler meu comentário Henrique! =D Baita assunto, eu acho meio feio ficar zoando cliente e menosprezando sobrinho, sem falar que muita gente sem maturidade no mercado, acaba se queimando por ficar compartilhando esse tipo de material!

    • Comentários relevantes sempre serão lidos. =)

      Acho que aí está o ponto: “maturidade” é a palavrinha mágica.

      Grande abraço e obrigado por sempre participar, Pedro!

  • Olá Henrique,

    Agradeço a presença do Álvaro Neto. Ótima contribuição como sempre.

    Mas, em relação ao Álvaro ou qualquer outra pessoa falar de forma realista: Não acho isso negativo. Saber da realidade difícil dos freelancers só me faz estudar mais e me tornar um profissional melhor para acarar esses desafios.

    E já que estão realizando desejos aqui rsrs, fico esperando o podcast sobre WordPress ;)

    Grande abraço a todos.

    • Alvaro

      Marcos, o negativo e positivo estão mesmo sempre se complementando e movimentando um ao outro.
      Reconhecer isso é ter uma arma de valor. Grande abraço e boa sorte no seu caminho!
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Yin-yang

    • Natal chegando, o espírito natalino aparece e a gente realiza alguns desejos. ;)

      Esse de WordPress vai ter que rolar. Já tá na lista. ;)

      Abraço, meu velho. Obrigado pela audiência.

  • fulanodigital

    Bom humor é fundamental. Galhofa é dispensável.
    Gostaria de acrescentar um tema à discussão: a zueira com o trabalho alheio. É comum ver isso em tópicos de Facebook. Alguém posta uma página mal feita e todos descem a lenha.
    Eu até escrevi um pouco sobre isso no meu blog, no artigo “Como Queimar Seu Filme Profissional em 5 Passos”. Nãi sei se posso colocar o link aqui. Se puder, depois acrescento.
    Existem até sites com galerias de sites mal feitos. Se por um lado isso é engraçado, é bom lembra que alguém fez aquele site. Por trás de um design ruim existe uma pessoa, um ser humano com qualidades e defeitos. Alguém que talvez tenha dado o melhor de si. Alguém que não teve ainda os recursos necessários nem o acesso a informações que a maioria teve.
    Vocês podem até pensar: “Pô cara, você está defendendo os maus profissionais?” Claro que não. Apenas estou defendendo uma postura mais ética entre a nossa classe que, se já está desvalorizada, só conseguirá se afundar mais fazendo galhofa dos colegas de profissão.

    • Franciane Bourscheidt

      Sabe que eu também tenho exatamente essa opinião? Fiquei receosa de puxar o assunto no podcast porque fugia um pouco da pauta “humor”, mas é algo que percebo e lamento muito. A máxima “faz tua parte” também se aplica, no sentido de não ser nenhum pouco produtivo “zoar” e depreciar trabalho alheio.

      Críticas construtivas seriam “olha, não está bom por razão X, quem sabe se você tentasse técnica Y, melhoraria”, mas o que observo é isso que você falou: depreciação gratuita, que pode afetar ou desestimular pra sempre; Além do mais, em muitos casos são opiniões que ninguém pediu, a pessoa está simplesmente lá fazendo um trabalho, e de repente surge numa “galeria de trabalhos ruins”?

      Muito boa sua observação, compartilho desse pensamento, vamos ser bacanas e menos arrogantes =)

      • fulanodigital

        Exatamente! Eu vejo muito nos grupos de Webdesign que participo no Facebook.
        Vou lá lançar a campanha “Menos Arrogância”

    • Fala, Rodrigo!

      Bacana ver você participando por aqui. Sempre lembro do teu vídeo explicando os grids do bootstrap, me ajudou muito.

      Fica à vontade pra postar o link do teu artigo. Leitura complementar é fundamental.

      E muito bem colocada a questão de fazer pouco do trabalho dos outros. Quero acreditar que isso seja coisa de iniciantes imaturos que sentem a necessidade de curar a sua insegurança agredindo o trabalho alheio. Não posso acreditar que profissionais formados atuem dessa forma.

      Abraço e obrigado por participar, meu caro.

      • fulanodigital

        Grande Henrique, fico feliz que meu vídeo tenha te ajudado, de verdade.

        Também imagino sim que esta atitude venha de pessoas que estão iniciando na área, embora acontece um pouco com pessoas recém formadas, que se sentem ameaçadas pelos tais “sobrinhos”.

        Bom, segue o link para o artigo “Como queimar seu filme profissional em 5 passos”

        http://www.rodrigomilano.com.br/como-queimar-seu-filme-profissional-em-5-passos/

        Um abraço e continue com os podcasts!

  • Renato Vono

    Como sempre conteúdo irado, parabéns geraaaal ae. Acho que o humor as vzs é exagerado sim, mas no geral é muito difícil fugir disso. brasileiro tem essa mania besta mesmo…rsrsrs. A parada é sempre manter qualidade geral dos trabalhos para não se enquadrar nessas piadinhas de mal gosto. CONTEÚDO MAAAASSA. PARABÉNS GERAL AE HENRIQUE!

    • Obrigado por sempre compartilhar os posts e pela audiência, Renato!

      Grande abraço!

      • Renato Vono

        é noooois manooo!!

  • Diego Remus

    Primeiramente, a qualidade da produção da trilha sonora deste podcast é um capricho muito notável. Obrigado :) Em segundo lugar, acredito que bom humor inteligente é um diferencial em pessoas e projetos. Seja humor mais dark, ou mesmo ingênuo, ou ainda meio escrachado. Agora, humor farofa gratuito sem teor é algo sem sentido e qualquer coisa que não agrega aos objetivos de uma inciativa, nem ao valor entregue ao público-alvo, é desnecessário e portanto joga contra.

    • Boa, Diego! Legal te ver participando por aqui, meu velho!

      Também penso da mesma maneira.

      Grande abraço!

  • Gente, passou rapidinho mesmo :) Adorei o podcast! E como fiquei com saudade de estar aí vou dar minha opinião aqui :p Acho que o humor, como todas as ferramentas que temos na vida, pode servir para oprimir ou para libertar. Nestas páginas “sei lá o que da depressão” eu vejo muito um humor que oprime: a critica ao cliente que manda logo em word, a generalização dos sobrinhos e todo o “mimimi” como bem disse a Fran, tudo isso oprime a diversidade de idéias, oprime nossa capacidade de empatia, oprime as pessoas que podem se sentir ridicularizadas. Não é uma via de regra isso, mas eu vejo muito assim. Não sigo nenhum destes pq não vejo graça mesmo. Concordo com a Fran que é muito mais produtivo procurar soluções para os nossos problemas do que ficar chorando pelos cantos.

    O humor que liberta nos faz pensar – e sim, outras pessoas podem ver isso nestes sites de humor também. Não é pq eu não vejo isso que não está lá.. eu não vejo, só isso – o humor que liberta inicia um diálogo, traz leveza, pode trazer um novo ponto de vista de forma fácil de entender (embrulhada numa piada). E sim, é essencial pra vida (que já é bem dura… nada como rir. E até rir de si mesmo, é uma arte :)

    E por último, vcs citaram muito “bom humor”, como se estas páginas fossem uma dose de “bom humor” na vida. Eu vejo de outro modo, acho que estas páginas nascem do cinismo e não do bom humor. E isso me lembrou este texto que eu li ontem.

    The Politics of Optimism https://medium.com/@AlexSteffen/the-politics-of-optimism-37a5006e8ba8#.cw6puuz9s

    Está em inglês, mas para quem puder, recomendo a leitura. Não é exatamente sobre humor mas sobre como, nos tempos atuais, o cinismo é obediência e o otimismo é rebeldia. Sob este ponto de vista, estas páginas “sei la o que da depressão” na verdade alimentam exatamente o sistema de desvalorização do profissional que tanto criticam. O otimismo é que é a verdadeira rebeldia e crítica a este sistema.
    (e vejam que otimismo não é ingenuidade ou “polianice”, é perceber as dificuldades não como obstáculos, mas como pedras a subir na escalada para onde você quer chegar e agir para conseguir escalar – eu diria então, que todos no podcast são otimistas, o Alvaro inclusive! :)

    E Alvaro, Doctor House é meu filósofo moderno favorito!! :D Carol, empatia sempre, precisamos mesmo exercitar! Fran, bem vinda ao podcast, show sua primeira participação :) Henrique, amei que vc trouxe um TED Talk, vou lá assistir! :) E Waltinho WebCelebrity sensato como sempre. Beijos procês! :)

    • Hhuahu adorei tanto o texto como a despedida personalizada. :)

    • Franciane Bourscheidt

      Ai Dani, você é uma querida, fiquei felizaça com esse teu comentário! Acompanho teus textos no medium e sou muito fã da tua escrita e das tuas ideias, que maneiro esse aparelho elétrico criando pontes entre pessoas tão legais, né? Foi super legal participar e é muito legal estar sempre ouvindo e compartilhando das ideias que entram na roda a cada podcast! Espero te ouvir nos próximos! beijaooo

      • Franciane, já disse pro Henrique que acho incrível esse talento que ele tem para reunir pessoas :) Fico muito feliz em participar e de ver mais gente legal chegando pra participar (e mais mulheres! Eeeehhh! :) Concordo totalmente com o que você disse – chega uma hora que a gente percebe que já deu esse discurso de autodepreciação e o melhor mesmo é correr atrás das soluções possíveis. E obrigada por me acompanhar lá no Medium. Beijão e quem sabe num próximo a gente participa juntas :)

        • acho incrível esse talento que ele tem para reunir pessoas :)

          pessoas do bem se atraem. =)

    • Iure Figueira

      Que texto sensacional e essencial!

      Se a gente entender o humor como uma válvula de escape, ela pode ser fundamental. Mas o humor é igual a vírgula: tem que ser usada no momento certo, como uma pausa somente e precisando de uma conclusão após. Em excesso, ela só deixa o contexto sem sentido. Ponto.

      (Acho que essa foi uma das metáforas mais intensas da minha vida.)

      • Muito bom Iure! “Humor é que nem virgula” – adorei :)

      • Esse Iure é um filósofo.

      • Muito boa, Iure! Essa iria pros highlights da abertura do podcast na certa.

    • Dani,

      Ia comentar cada trecho do teu comentário que explodiu a minha cabeça aqui, mas vou me limitar a dizer, agora publicamente: sou teu fã.

      Bjo grande e obrigado por participar sempre!

  • Gostei muito do programa, e realmente, passou voando.

    Sempre me questionei sobre isso. Sobre chegar a um ponto que parecem que as pessoas não gostam de serem designers profissionais, pois precisam lidar com clientes.

    Mas o que um profissional normalmente faz? Atende bem ao cliente. (não?)

    Quando a gente inverte as coisas como fica? Como a gente se sente quando o outro profissional ignora completamente nossas preferências e anseios? Aí vem essa autopiedade bizarra, de coitadinhos.

    “Pagam mal” – Tu cobrou pouco?
    “Não aceitam meu preço”– Tu explicou o porque do teu preço? Tu ofereceu condições boas de pagamento?
    “Os professores não ensinam nada” – Tu já parou pra conversar com um? Buscou tirar tuas dúvidas?
    “Meus pais não entendem” – Tu entende o suficiente para ter clareza para explicar a alguém? Tu sabe exatamente como é a rotina e estudo de um engenheiro, advogado, farmacêutico?

    Enfim galera, vcs falaram tudo! Parabéns mais uma vez, sempre um conteúdo de primeira!

    • Boa, Alexandre!

      Esse vitimismo tem que parar. A mudança tem que partir da gente, a gente se profissionalizando, o mercado se profissionaliza.

      Obrigado por estar sempre contribuindo, meu velho! Abraço!

  • Iure Figueira

    Quando a gente “acha/faz muita graça” fica um pouco difícil “levar a sério”. – Linspector, Clarice.

    É curioso ver como isso é uma prática que se estende desde a faculdade se parar pra olhar num contexto mais amplo. E ali, nesse ambiente acadêmico, a gente vê o quanto isso pode ser perigoso e prejudicial. Normalmente não nos damos conta, mas ali naquele espaço, estão se formando junto com a gente, nossos futuros clientes em potencial. Serão engenheiros, advogados, médicos, arquitetos e por aí vai. São eles que vão estar lá no mercado com a gente. E aí vem a pergunta: Qual será a visão que eles tem da gente durante a faculdade e o quanto disso se perpetua para o mercado? Será que o fato de não nos levarmos a sério contribui pra essa imagem?

    Outro ponto: Será que a gente sabe que temos que nos levar a sério? Nossa área e nossa atuação nela – principalmente como freelancers – é maravilinda e poder dizer que estamos fazendo aquilo que gostamos mascara o fato de que isso aqui é igual um trabalho mesmo, como o Álvaro pontuou. Independente do nome que dermos, a partir do momento que a gente tem uma relação de trabalho, automaticamente precisamos ter a responsabilidade de pelo menos saber que o que a gente faz afeta mais pessoas.

    Outro ponto (2): Isso significa que a gente tem que ser chato? Seria o humor o oitavo pecado (do) capital? Quando a gente brinca com o fato do cliente mandar a “logomarca em .doc” estamos identificando um problema que existe na nossa área. Mas o que estamos fazendo pra reverter isso? Será que eu estou fazendo perguntas de mais e sentido? Será que vamos conseguir responder essas e as outras perguntas? Descobriremos nos próximos episódios…

    Obrigado por mais esse podcast, pessoas! <3

    • Pois é, bom ponto. Eu acho o humor fundamental, mas acho que muita coisa que chamam de humor hoje em dia é só uma desculpa para sacanear outros ou até para mascarar preconceitos. Uma checklist tipo “Clientes que amamos” explicando coisas simples que nós sabemos mas que os clientes não tem a menor obrigação de saber, pode ser muito legal. Mas o eterno mimimi de “o cliente só faz m**” já deu.

    • Alvaro

      Quanto mais perguntas melhor, e se você conseguir responder sem procurar em nenhum lugar além do silêncio e do ar que respira, terá sua própria verdade, e ela se tornará o escudo e o filtro natural contra qualquer pensamento destrutivo, seja ele engraçado ou não.

    • Sobre esse lance de as pessoas da faculdade serem novos futuros clientes em potencial, lembro que quando estava cursando publicidade e pintava a oportunidade de indicar algum colega pra um estágio, nunca indiquei os galhofeiros, os que sempre se atrasavam pros compromissos. Acho que desde lá a nossa imagem já está sendo formada. Só tem pessoas que demoram mais pra sacar isso.

      Nunca fui o cara super certinho. Tinha meus momentos de galhofa também. Mas quando se tratava de trabalho e compromissos, sempre dei meu melhor pra causar uma boa impressão.

      No mais, obrigado por contribuir, Iure! Abraço!

      • Iure Figueira

        E quando sacam essa parada, normalmente é no final, e a faculdade meio que expulsam o cara de lá e impedem ele de passar o recado pra galera e o ciclo começa de novo. Papo longo esse! (Digno de TCC [cujo foi meu tema, diga-se de passagem rs])

        Tentar somar é o mínimo, por tudo isso que vocês fazem!
        Obrigado a vocês! Valeu mesmo!

  • Alan Rodrigo de Almeida

    Primeiro comentário no Aparelho. Curti muito a discussão, mesmo não sendo da área de vocês, mesmo não sendo freela, considero que essa discussão também diz respeito aos produtores de podcast. É impressionante como os próprios podcasters depreciam o produto que produzem (alguns realmente não são lá grande coisa), mas aqui vale a máxima de que “se você não se valoriza, quem é que vai valorizar”? Tenho um podcast a pouco tempo (o Despachados) e já deu para sentir na pele o tanto que essa postura de fazer piada com a própria desgraça (e eu mesmo já me peguei fazendo) prejudica a mídia como um todo. E percebo que muito desse humor depreciativo é por falta de assunto, é para tentar despertar interesse através do humor, como recurso quase que desesperado. Temos que buscar outras formas de prender a atenção do nosso ouvinte. Claro que bom humor é fundamental, mas a gente precisa pensar mais nisso para saber quando deixar uma piada passar. E eu agora estou pensando e lembrando de algumas que não deveria ter feito. rsrsrsr Obrigado pela discussão e parabéns pelo podcast.

    PS: Me ensina o segredo para conseguir tantos comentários

    • Boa Alan. Deixa o link do seu podcast pra gente? Fiquei curioso. :)
      Abraço!

    • Fala, Alan!

      Bacana te ver comentando por aqui. Já escutei alguns episódios do Despachados. Acho que dois com o menino Vinny, também conhecido como Vinny Champs.

      E você tocou em um ponto muito interessante. Eu sempre pensei isso de podcasts também. Curto muito o formato e ouço vários. E várias vezes eu sinto que há um certo descuido na preparação com a pauta, muitos parecem feitos de improviso, e de repente tudo vira risada, trocadilhos infames e o cara que tá do outro lado (o ouvinte) dedicando uma hora, ou mais, do seu dia pra se informar sobre um tópico de interesse não consegue extrair nada de produtivo dali.

      Mas como já falamos na gravação, o humor é fundamental. Aquele alívio cômico que quebra a tensão e seriedade, ao meu ver, tem que existir. Mas não dá pra isso virar o podcast do avesso.

      Sobre o teu PS, não sei como te responder de uma maneira precisa. haha Mas acho que se envolver genuinamente com o pessoal, tentar sanar as dúvidas e fazer com que todo mundo que passe por aqui se sinta bem recebido, e acolhido, talvez seja o caminho. Ah, uma boa lista de e-mails sempre ajuda também. :)

      Abraço e obrigado por participar, meu velho!

      • Alan Rodrigo de Almeida

        Valeu Henrique. Só tomei conhecimento da sua resposta agora que ouvi o último episódio sobre perfeccionismo. Não sei por que não estou recebendo as notificações do Disqus. Uma coisa que me irrita e que não comentei na mensagem anterior é o excesso de piada interna, que normalmente afasta os ouvintes. Uma ou outra dá para aturar, mas geralmente ou não se faz nenhuma piada desse tipo ou é um festival de assuntos que só quem acompanha o programa desde 1997 poderia acompanhar. Obrigado pelo espaço e pela indicação. Juro que o Vinny não é um agente infiltrado. rsrssr Abraço

  • Pedro Renan

    Bom dia (quando comentei era de manhã) Aparelho Elétrico, quero agradecer o podcast e confesso, quase chorei com os comentários do Alvaro. Mas sempre nos chocamos com a verdade, certo?
    Mantenho uma página (Estúdio Quarto Criativo), onde eu divido o conteúdo em dicas, informações, trabalhos e “diversão”, e ignorando o jabá, na porcentagem de diversão são postadas, SIM, piadas como “logo.doc”, “faz pra amanhã?”. e compartilhamento de posts com as mesmas piadas.

    Não quero ser o comentarista modinha, mas depois de ouvir o podcast, sentei, peguei um lápis, minha prancheta e fui escrever o roteiro do meu novo conteúdo. Porque isso é sério, eu posto direcionado para designers, o Facebook leva meu conteúdo para os clientes. É como eu bater na sua porta e fazer piada na sua frente. Claro, não vou tirar o humor da minha página, nem da web. Deve existir sim as páginas de humor.

    Mas se o seu foco é conseguir clientes, amigos, parceiros, será que é assim mesmo, com essas piadas, que devemos agir?

    • Que legal Pedro :) Claro, precisamos de humor – mas esta auto-avaliação que você se propôs a fazer é muito legal. Pode sair conteúdo divertido e de qualidade daí. Boa sorte :)

      • Pedro Renan

        Com certeza Dani, uma auto-avaliação que muitos deveriam fazer. Obrigado.

    • Alvaro

      Pedro Renan, é importante entrar na caverna e encontrar Darth Vader, ou como tio Jung dizia, passar através da sombra ao invés de recuar diante dela, mas tudo isso sem esquentar a cabeça, senão a caspa vira Mandiopan. Sobre chorar amigo, os grandes guerreiros Apaches e Comanches choravam sempre diante de grandes tristezas, mas não como crianças. Guerreiros choram até que as lágrimas inundem os olhos, mas atentos fortes para que caia no máximo uma delas, não como crianças, mas como animais letais em busca do centímetro cúbico onde está o ponto fraco do mundo devastador. Sempre em frente!

    • Boa, Pedro!

      Fico feliz que o convite a reflexão tenha sido aceito por aí. É muito válido reavaliar essa postura.
      Se o público são designers, você está promovendo entretenimento para eles, não tem problema. Mas se você pretende fazer clientes (não-designers), vale a pena sim investir em uma outra abordagem.

      Mas pensa com calma no que você quer fazer. Às vezes vale a pena deixar uma ideia amadurecendo do que tomar uma ação de imediato.

      Obrigado pela audiência, meu velho. Grande abraço!

  • Daniel Spacof

    Muito bom o episódio, parabéns pessoal!
    Eu acho que isso vem da nossa cultura, nós brasileiros costumamos de fazer piada de tudo, até com nossas desgraças, mas ai entra o bom senso, como foi comentado no episódio, com esta nossa vida virtual hoje, as vezes misturamos a vida pessoal com a profissional, também tenho alguns clientes adicionados em meu Facebook pessoal, por isso evito fazer comentários de política, por exemplo, em meu perfil, para não ofender a esquerda nem a direita. É diferente eu fazer um comentário onde eu me posiciono sobre algo para um amigo no WhatsApp, outra coisa é eu comentar em meu Facebook pra todo mundo ler, eu gosto de trabalhar com humor, mas publicamente, principalmente em ambientes de trabalho, prefiro ser mais “muretão”, pensar duas vezes antes de fazer uma piada ou me posicionar sobre algo.
    A propósito, como aqui estamos entre amigos, atendi ao pedido do Alvaro e criei o meme dele hahaha

    https://uploads.disquscdn.com/images/680233e18853554be242d57c2b8631f7ce17c35f66dec92f02ca9893a77c4b10.jpg
    Abraço a todos! =)

  • Daniel Spacof

    Muito bom o episódio, parabéns pessoal!
    Eu acho que isso vem da nossa cultura, nós brasileiros costumamos de fazer piada de tudo, até com nossas desgraças, mas ai entra o bom senso, como foi comentado no episódio, com esta nossa vida virtual hoje, as vezes misturamos a vida pessoal com a profissional, também tenho alguns clientes adicionados em meu Facebook pessoal, por isso evito fazer comentários de política, por exemplo, em meu perfil, para não ofender a esquerda nem a direita. É diferente eu fazer um comentário onde eu me posiciono sobre algo para um amigo no WhatsApp, outra coisa é eu comentar em meu Facebook pra todo mundo ler, eu gosto de trabalhar com humor, mas publicamente, principalmente em ambientes de trabalho, prefiro ser mais “muretão”, pensar duas vezes antes de fazer uma piada ou me posicionar sobre algo.
    A propósito, como aqui estamos entre amigos, atendi ao pedido do Alvaro e criei o meme dele hahaha. Abraço a todos!

    https://uploads.disquscdn.com/images/a09fc922bc0b17fdd42c1e0cf5926a5d60bccfba2ccb610434483af46b349a47.jpg

    • “Doctor Alvaro House” :p

      • Alvaro

        Nunca pensei que eu pudesse ser comparado a um dos meus maiores ídolos, mas já que o grandioso Gregory House foi citado, lembrem-se sempre amiguinhos, além de dar tudo errado, “O Universo equilibra o placar”… aconselho escrever esta frase mil vezes em uma parede ou deitar pensando nela no Sol escaldante até atingir a compreensão.

    • Alvaro

      Daniel, apesar de eu mesmo ter abandonado meus maiores sonhos durante um retiro místico em uma época ingênua e perdida do meu passado, tinha a esperança de que eles voltassem por conta própria um a um… você realizou o meu sonho de ser meme por alguns segundos, e assim só me resta dizer: muito obrigado!

      • Daniel Spacof

        Hahahaha pois é Alvaro, eis ai a prova que nunca devemos desistir de nossos sonhos kkkkk

      • hahaha…fiquei curioso pra caramba com essa parte aqui

        Daniel, apesar de eu mesmo ter abandonado meus maiores sonhos durante um retiro místico em uma época ingênua e perdida do meu passado

        .

      • Segundos? Meme é pra toda vida!

    • Hahaha…. este é um comentário histórico nesse blog.
      Obrigado pela contribuição, Daniel. Genial o meme do Avaron Tela Preta. :)

      • Daniel Spacof

        Hahaha valeu Henrique, obrigado pela iniciativa do podcast, tem sido muito útil pra mim. Abraço!

  • E como disse um bom amigo meu “Vivemos em tempos em que coisas sérias são levadas na brincadeira e coisas que deveriam ser levadas na brincadeira, são levadas a sério demais!”

  • Vinny Campos

    Dessa vez fiquei de fora, será que foi porcausa das minha piadas? ou pela paródia? kkkk….

    Humor é fundamental pra viver, acho que isso é indiscutível. Os pontos levantados foram bem trabalhados como sempre, agora que estou começando um podcast (spoiler), só dou mais valor ao MC @henriquepcm:disqus !

    (como aqui, textão é liberado, lá vai…)

    Acho que as vezes temos que nos policiar, e começar a mudar o mundo dentro de nossas casas, essas pessoas que riem de seus clientes, que desabafam situações em redes sociais(já fiz isso, meu passado me condena, mas não faria mais), na minha visão não sujam ou prejudicam o mercado, prejudicam a si mesmas, por mais que algumas dessas pessoas façam esses projetos de forma anônima, acho que vale lembrar que ninguém te obriga a trabalhar com um determinado cliente, emprego, ou profissão e se alguém se coloca em uma situação onde é um coitadinho, explorado etc, só me resta falar pra essa pessoa trocar de vida…só posso ver como uma pessoa infeliz, um troll de si mesmo. É o cara que odeia segundas, e ama sextas…afundado por seu cotidiano, atraindo repetidamente os clientes que ele despreza, sem dar chances para que clientes interessados em aprender apareçam no seu caminho.

    É um profissional que faz tanto sucesso quanto o tio do Pavê em festa de fim de ano, só as crianças dando risadas e o resto da família só de olho nele….com as mesmas piadas…kkkkk

    Além disso vale levantar o ponto que seu cliente não tem obrigação de saber nada sobre o que faz(ponto final), muitas vezes o cliente é ridicularizado, como se o freela(no caso designer), fosse um ser iluminado só por saber a diferença sobre rgb e cmyk! Mimadinhos, chorões e egocêntricos, no máximo o aceitável é julgar por imaturos, como já fui um dia. Ai vale a empatia, de dividir com seu cliente seus conhecimentos, e você aprender com os conhecimentos dele. Trate seu cliente como um recém nascido, não como um herói de guerra, pegue na mão, ensine, aprenda com ele. A beleza de ser freelancer é conhecer novos universos a cada novo job.

    Fechando o desabafo, não sei se peguei muito pesado…. mas como disse abaixo o @eversonmeniquetti:disqus, quem trabalha bem, quem se relaciona bem, e está focado, não é atingido por isso, se está se sentindo atingido, re-pense sua forma de buscar clientes, de se relacionar, você pode estar seguindo o mesmo caminho que o Zé DesGraça, sem perceber, nem que seja pensando negativamente sobre sua profissão, mercado e etc ( desculpa @disqus_rGxvVaQV2f:disqus , sou meio poliana, controlado, mas as vezes tento sempre esperar a luz, mas se vier sombra, estou pronto também )

    Dica Musical, enviada pelo @Leandro Massai – Dinamite Club – Te Vejo no Refrão , pra você que empurra com a barriga sua profissão….

    • fulanodigital

      “Troll de Si Mesmo”. Curti

    • Muito bom Vinny. Compartilho o “gene Poliana” :p Eu só discordo mesmo que não influencia o mercado. Tb acredito que cada um de nós é responsável por si mesmo e devemos fazer nossas escolhas e escolher nossas proprias lutas. Mas é como o meio ambiente – eu posso ser responsável e cuidar do meu quintal, mas tiver muitos vizinhos que não cuidam eu acabo prejudicada também. Não é que todos tenham que pensar igual ou fazer igual, mas só de mudar a atitude, sendo mais cuidadoso, mais construtivo, mais empático ja faz muita diferença – bem, exatamente como você disse :p

  • Walysson Marcelino

    Fala garela do aparelho, tudo bom? Cara, eu nem ia comentar nada sobre esse podcast, não pelo fato de ele ser ruim, por favor, não me crucifiquem, mas é que tudo foi tão muito bem explicado, que me senti sem palavras para comentar algo descente. Mas quero agradecer a essa grande desmistificação que está relacionada aos profissionais, eu vou colocar no geral, pois não somos só nós Designers que sofremos com piadas infames ou piadas desmotivadoras. Desde que eu decidi ser Designer, eu sempre me f***(foi mal pelo palavrão) mas não é pelo fato de que a profissão é ruim, ou o mercado que está ruim, a culpa foi minha, de ter me deixado levar por 90% das pessoas que entraram na faculdade junto comigo, que não tinham uma visão profissional, que estão formadas e não estão trabalhando na área, ou que estão formando mas não tem a mínima vontade de trabalhar como Designer. Não estou julgando, mas eu tenho pra mim que, só é justo ou válido você fazer uma “zoação” da sua área, se você realmente sabe o que sua área de trabalho faz. Se você vive na prática e tem a experiência necessária para saber julgar o que você deve ou não fazer humor, tudo bem, mas caso o contrário, você está sendo ignorante. Cara, quantas vezes já fui vítima do “mal humor”, assim como com certeza, alguns aqui, ou todos, foram vítima.
    Bom, vou parar de falar com meus dedos, pra não me perder e contar histórias fantásticas das minhas vidas passadas, novamente agradeço pelo excelente trabalho do aparelho, que me cativa cada vez mais.
    Se todo mundo viver de bom humor com a vida, é mais que o suficiente. Fica a minha dica aí.
    Outra coisa, não menos importante, @disqus_rGxvVaQV2f:disqus cara, “Guerreiros choram até que as lágrimas inundem os olhos…” vou levar isso pra minha vida toda, parece até que o próprio Yoda tava aqui do meu lado me dando um tapa na cara e pedindo mais 20 flexões pra eu aprender. Obrigado demais, forte abraço a todos.

    • Boa, Walysson!

      Obrigado por participar, cara. Fico feliz que o trabalho do Aparelho Elétrico esteja indo na direção certa. Espero que continue sempre passando por aqui e dando a tua versão dos fatos.

      Grande abraço!

  • Abri esta pagina em cache, não a achei mais.
    Tudo que disseram,eu ouvi, e mudei para “produtores de podcast”, e principalmente para editores.
    Mas temos um agravante, não somos uma profissão.. pelo menos não regulamentada.. Aí entram as dificuldades. Mas não vou me estender. só digo que o podcast foi de grande ajuda.

    • Sim, Alan!
      Estávamos migrando o site, ela acabou ficando indisponível por um tempo. Mas agora está tudo normalizado.

      Abraço!

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