Podcast: criatividade não tem preço
 Publicado: 18/10/2016 Atualizado: 30/10/2016

Podcast: criatividade não tem preço

Vale a pena pagar caro por um curso/evento que promete aflorar sua criatividade?
  Por Henrique Pochmann
Uma capa psicodélica para um assunto onde se pode viajar bastante.
CRÉDITO: APARELHO ELÉTRICO

[download] [feed] [itunes]

Participantes deste episódio

freelancer-henrique-pochmann

Henrique Pochmann
Freelancer e editor do Aparelho Elétrico

 freelancer-em-design-grafico-dani-lima

Dani Lima
Designer freelancer e mantém o Medium Chá com Design.

vinny-campos-freelancer-e-nomade-digital

Vinny Campos
Designer no Studio Lhama, colunista do blog Choco la Design e nômade digital.

freelancer-em-design-grafico-thalita-lefer

Thalita Lefèr
Designer freelancer e produtora de conteúdo no Amarelo Criativo.

 

Alguns tópicos da discussão

Freelancer Full Folio – Tema WordPress para Freelancers
– Comentários do podcast anterior: como ser um profissional relevante sem exagerar no currículo;
– Conquistando relevância com o LinkedIn;
– Experiência de leitura ruim no Facebook e no LinkedIn;
– Aceitar ou não aceitar os contatos do Linkedin?
– Artigo Walter Mattos: o que não pode faltar no currículo de um designer;
– Sobre formação acadêmica;
– Não tenha medo de dizer não ao seu cliente. Seja responsável. Descomplique;
– Você não é a sua criação;
– E a paródia do Vinnão, Voz e Violão?
– Thalita Lefèr fala sobre o evento The Creative Thinker;
– Criatividade exige transpiração, é um processo constante;
– Ideias iguais que vêm ao mundo ao mesmo tempo mas em locais diferentes;
– A execução é tão importante quanto ter a ideia;
– Sobre a crença do artista recluso e torturado;
– A pressão acaba minando a criatividade;
– Post do Vinny: como se manter criativo;
– Filme: A Procura da Felicidade;
– Filme: A Vida é Bela;
– Sobre cursos de criatividade;
Curso que o Vinny fez, com Ricardo Figueira, na escola Cuca;
– Use criatividade com propósito;
– TED da Julie Burstein: 4 lições em criatividade
– Blog do Vinny, A Path to Somewhere;
– “Freelando Sozinho” – Letra e Voz: Vinny Campos, Violão: Danilo Oliveira.
– Participação especial de uma figuraça famosa do mundo da música;

 

E você, como tem encarado a sua criatividade?

Compartilhe a sua experiência aqui embaixo nos comentários. Vamos evoluir mais o tema!

 

Posso te pedir um favor?

Se você acha que esse conteúdo é útil, compartilhe ele nas suas redes sociais. Isso ajuda o Aparelho Elétrico a continuar publicando conteúdo de qualidade de forma gratuita.

Cadastre-se na nossa newsletter e seja avisado da publicação de novos podcasts como esse. Basta colocar seu e-mail no box abaixo.

Abraço e até a próxima!

Hey, GOSTOU DESTE POST?
Assine GRÁTIS nossa newsletter e receba nossas atualizações antes de todo mundo.

Você ainda leva uma cópia do “O Incrível Manual do Freelancer Moderno” direto no seu e-mail e sem pagar um tostão por isso.
 Enviamos conteúdo relevante, sem spam. E você pode se descadastrar quando quiser.
Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

Recomendados para você
 geral
Pensando em passar um tempo fora do Brasil? Descubra por que você deveria considerar Melbourne, na Austrália, como o seu próximo destino.
  Por Henrique Pochmann
 geral
Esta cidade da Tailândia - que atrai nômades digitais do mundo todo - conquista pelo networking, mas deixa a desejar na qualidade de vida.
  Por Vinny Campos
 Negócios
Veja quatro formas simples de entrar no mercado de um jeito... digamos assim: "mais digno".
  Por Henrique Pochmann
 Negócios
É importante conhecer bem a sua capacidade de produção e falar "não" se for preciso. Não há nada de errado nisso.
  Por Henrique Pochmann
Participe da Conversa
  • Rubens

    Henrique! Gostei muuito do podcast! Comecei minha tarde o escutando, e a criatividade realmente tem sido divulgada como algo mais místico, como maravilhosos insights vindos do além, mas meus pensamentos são praticamente os mesmos de Thalita (Você arrasou nos seus argumentos, pena que não sou de BH para ir, sou de Curitiba =/), se eu pudesse iria ao seu evento, pois muitos eventos que ,até mesmo não fazem parte de criatividade, são eventos muito rasos e caríssimos. A parte de não ter pressa pra entrar na faculdade é bem importante, pois somos cobrados para ‘fazer algo da nossa vida e obter resultados o mais rápido possível’, ao meu ver, eu fazer dois cursos técnicos antes da graduação foi muito produtivo, e estudar em uma federal nos permite ter mais aplicações manuais de trabalhos, como falado. Parabéns pessoal, a pauta foi muito boa (e da forma como foi abordada também) (= Ps.: Me identifiquei com a maioria das minhas noites da paródia.

    • Fala, Rubens! Legal que curtiu o podcast.

      O preço dos eventos é uma questão bem complicada.

      O preço acaba sendo algo que não está apenas ligado a margem de lucro do organizador, mas também serve como uma espécie de filtro que age diretamente no nível dos debates. Supostamente quem pode pagar mais por um evento/curso, está mais a frente da carreira e tem mais experiência.

      Existem eventos que eu gostaria muito de ir, porque sei que o nível do debate será altíssimo. Mas não vou porque é caro. Em compensação, se vou a eventos muito baratos, o nível do debate tende (TENDE) a ser mais baixo. Pois já que é aberto a todo mundo, você pode encontrar pessoas lá no início da carreira e também meros curiosos sobre o assunto.

      Acho que tudo é uma questão de propósito e onde se quer chegar com o curso/evento.

      Abraço e obrigado por comentar!

  • Luedy Costa

    Faz 4 anos que me formei em design pela Unifacs em Salvador. E desde o primeiro semestre que o professor (e na época coordenador do curso) nos falava que design não é arte é projeto. Você não faz um trabalho pessoal e se alguém gostar paga. Você está ali para solucionar algo para o seu cliente então você precisa ter o desprendimento de deixar o cliente (que é quem entende sobre o negócio dele) te dar insights e opiniões sobre o projeto, pois na maioria das vezes o usuário final daquilo é tão ou mais leigo quanto o seu cliente. Então o trabalho precisa ser acessível para ambos e não ter aquela desculpa de “você não é o target”. (Claro que as vezes o perfil do cliente é diferente do perfil do usuário. Mas enquanto o usuário-alvo deve ser atingido pela comunicação, os outros devem ao menos entender o seu projeto.)

    • Luedy Costa

      E a Dani falou sobre a sociedade interferir na criatividade.
      Eu vi uma palestra do fotografo Flávio Samelo e ele falou uma coisa que ficou gravada na minha mente e isso já tem 7 anos.
      “Cada vez que uma professora de artes diz pra um aluno que o céu tem que ser azul e a terra marrom ela mata um van Gogh”

      Então precisamos tomar muito cuidado com isso. Não só como professores (quem for…) mas como referências para filhos, irmãos, sobrinhos e todas as crianças que nos cercam. Pois a criatividade não é combustível somente para designers e publicitários, essa habilidade pode tornar essa criança um médico excelente ou engenheiro que desenvolveu um processo foda… Eu conheço um cara que é administrador por formação e que é muito criativo. Ele é um puta empreendedor em série bem sucedido (a mercedes esportiva dele confirma isso).

      • @luedycosta:disqus , pois é… todos nascemos criativos, é uma característica humana. Como vamos usar esse criatividade são outros 500. Mas quando a educação (da escola e de casa) insiste em colocar as crianças em formas, realmente todos perdemos muito.

      • “Cada vez que uma professora de artes diz pra um aluno que o céu tem que ser azul e a terra marrom ela mata um van Gogh”

        Me parece medo de criar um adulto disfuncional, que não se encaixe na vida em sociedade. Foda isso, mas a sociedade não nos encoraja a questionar as coisas. Do ponto de vista dessas pessoas, é melhor que exista um único comportamento padrão pra todo mundo, dá menos trabalho. Triste.

        • Luedy Costa

          Exatamente. Aprendemos que o prego que se destaca leva martelada na cabeça e ai ficamos com medo de sermos criativos demais para certos ambientes quando na real deveríamos ser incentivados. Mas “ninguém” quer incentivar um criativo, pois ele é questionador por natureza, ele precisa de informação para ligar os pontos e fazer a magia acontecer e isso acaba tirando o outro da zona de conforto também pois ele se vê pressionado a responder as questões…E quase ninguém gosta de ser pressionado.
          Será que precisaremos de outro comercial “Apple – 1984” para ter outro incentivo a criatividade? E a própria Apple, será que ainda é tão criativa quanto era na época do Think Different?

    • “você precisa ter o desprendimento de deixar o cliente (que é quem entende sobre o negócio dele) te dar insights e opiniões sobre o projeto” . Isso aí! O Strunk falava algo na aula de projeto dele que eu levei pro resto da minha carreira: “Você pode entender de design, mas quem entende do negócio dele, é o cliente” :)

    • nos falava que design não é arte é projeto

      Isso aí. O designer, diretor de arte, tem que resolver um problema de comunicação. Não tá criando uma obra prima abstrata para ter uma interpretação livre. Ela tem que ir no ponto, precisa despertar a reação calculada nas pessoas.

      Grande abraço e obrigado pela participação, Luedy!

  • Pedro Brisola

    E ai pessoal tudo bem? Vou comentar vários pontos diferentes, mas sobre o mesmo assunto:

    É difícil mesmo ter idéias diferentes, quando a gente nem se presta a frequentar um ambiente novo. Como podemos almejar idéias criativas e fora da caixa quando estamos sempre fazendo, ouvindo, lendo, vendo as mesmas coisas e frequentando os mesmos lugares?

    As ideias quando compartilhadas, podem ser postas a uma outra visão, agregando e conectando pontos que pessoas com habilidades e facilidades diferentes das nossas conseguem ver, que nós mesmos não conseguimos. Então isso de não compartilhar ideias, eu vejo como algo que só tem a empobrece-la. Claro que você não vai conta-la ao seu concorrente!

    Um ponto importante que deve ser levado sobre o assunto de ter boas ideias, é que ter uma ideia genial, não é o mais difícil no processo criativo, e sim, como você vai fazer para por ela em prática.

    Vídeo para complementar o post, eu li o livro do autor desta tese e realmente é muito bom, vale a leitura de “De Onde Vem as Boas Idéias” de Steven Johnson:
    http://www.youtube.com/watch?v=_2X-VAhSFsM

    • “O acaso favorece a mente conectada” – adorei :) Excelente vídeo! Eu adoro uma citação do Isaac Asimov que diz: “The most exciting phrase to hear in science, the one that heralds new discoveries, is not “Eureka” but “That’s funny…” (“a frase mais excitante de se ouvir na ciência, aquela que precede novas descobertas, não é “eureka” mas sim “engraçado isso…” :))

      • Pedro Brisola

        ahah, baita frase Dani!

    • Um ponto importante que deve ser levado sobre o assunto de ter boas ideias, é que ter uma ideia genial, não é o mais difícil no processo criativo, e sim, como você vai fazer para por ela em prática.

      Exatamente, Pedro! É o que eu tentei frisar em um momento do podcast, a gente não pode esquecer que a Execução é uma parte importante, se não até mais importante do que a própria ideia. A gente pode colocar a mesma ideia na mão de duas pessoas diferentes, provavelmente serão executadas de maneiras totalmente diferentes.

      Muito boa contribuição, cara. Obrigado por estar sempre participando. Esse vídeo aí é massa!

      Abrazzz!

  • Pedro Brisola

    ahahahahaahah, a paródia é a melhor parte!

    • Vinão, Voz e Violão rulez!

    • Vinny Campos

      Obrigado @pedrobrisola:disqus !

  • Franciane Bourscheidt

    Eu li recentemente esse livro da Elizabeth Gilbert que vocês comentaram, “Grande Magia – Vida criativa sem medo” e tô indicando direto pros meus amigos, principalmente os que trabalham com produção autoral, criação e essas coisas todas.
    É super bacana, motiva e compartilha ideias comuns de quem vive esses dilemas da vida criativa, a gente se sente “compreendido” pelo livro. Hehe.
    Enfim, cheio de sacadinhas e frases massa, mas principalmente achei que ela tira bastante a pressão, cobranças que a gente tem com o próprio trabalho, e coloca numa perspectiva “FAÇA”, apenas.

    É isso aí, outro ótimo podcast beijos aê seus lindos!

    • Legal, Fran! Mais um relato positivo do livro, agora vai pra minha to do list de leituras.

      Brigadão pela bela contribuição! =)

      Bjo procê também!

  • Olá Henrique. Mais um ótimo podcast que contribui muito pro meu dia-a-dia. Sempre muito construtivo!

    Mas está faltando o Álvaron poxa. Está faltando um pouco de tela preta no podcast RS. Não sei como está a disponibilidade dele. Mas a opinião do Álvaro Neto é muito importante para relação do design com a programação.

    Uma sugestão de convidados:
    Álvaro, Willian Matiola, Walter e Vinny.

    Um abraço.

    • Fala, Marcos!

      Legal que curtiu o podcast.

      Sim, concordo, está faltando a ótica épica do Alvaron e suas analogias. Temos mesmo que variar os convidados, já tem gente que acha que o Aparelho Elétrico é um blog de design. haha

      A respeito de programação e desenvolvimento, estou com dois temas na gaveta que devem sair em breve. Um é sobre WordPress e outro sobre Profissão Programador/Desenvolvedor.

      Legal tua sugestão de convidados. Mas temos que deixar o time bem equilibrado, temos que ter mulheres na roda também. Se você tiver sugestões de mulheres que trabalham com programação, te agradeço.

      Abraz e obrigado por contribuir, meu caro!

      • Cara, mulheres programadoras estão realmente escassas. Mas um amigo programador (http://ederchristian.com/) deu 2 sugestões:

        Alda Rocha – Diretora de Arte, UX Designer e Colunista.
        Loiane Groner – Desenvolvedora fullstack e escritora.

        Dei uma pesquisada sobre elas e são realmente boas. Acredito que vão contribuir com o podcast.
        Abraço.

        • Boa, Marcos!

          Muito legais as sugestões. Vou tentar esses contatos mais pra frente.

          Abração!

  • Raoni Machado

    Henrique, obrigado por levar meu comentário a pauta do podcast. Fiquei muito feliz. Obrigado.
    Comentando a respeito desse podcast, sobre criatividade…
    Sabe, as vezes acho que a questão da criatividade é uma coisa quase que fisiológica, uma essência natural de cada ser. Como foi dito no programa, cada pessoa reage a um estímulo diferente e assim aflora a criatividade. Não acredito que exista uma fórmula mágica ou que possa ser aprendido num curso.
    Por falar em crianças e criatividade…acho que já comentei isso aqui antes, mas vou reforçar. Meus melhores insights saíram de brincadeiras ou conversas com meu filho. Crianças são uma fonte riquíssima de inspiração. Principalmente porque o raciocínio delas são completamente desprendido de regras e lógicas. É uma viagem de LSD mas sem o LSD. Se você busca inspiração, deve observar as crianças, deve ouvi-las e interagir com elas. Sempre sai uma ideia dessa experiência.

    Abraço!

    • Fala, Raoni!

      Foi um prazer, meu caro. Estamos aqui pra dar luz a tópicos interessantes e teu comentário veio bem a calhar.

      Crianças são uma fonte riquíssima de inspiração. Principalmente porque o raciocínio delas são completamente desprendido de regras e lógicas. É uma viagem de LSD mas sem o LSD.

      haha, genial, cara!

      O ruim é que à medida que crescemos, vamos sendo envolvidos na nossa própria censura. Vamos ficando com medo de sermos mal compreendidos, julgados.

      É preciso ter coragem pra destoar dos outros e tentar trilhar um caminho por onde as pessoas não passam. Muita gente com um grande potencial criativo acaba se acomodando para não ter que lidar com toda essa turbulência e quem perde com isso é a própria sociedade que deixa de ser brindada com novas perspectivas.

      Abraz!

  • Hiago Fernandes

    Primeiramente temos que entender o que é criatividade. Ninguém precifica algo que não conhece.
    Por incrível que pareça, esses dias me deparei em muitas situações e pensamentos sobre criatividade. Sou designer gráfico e amo criar marca. Conversando com um colega, ele falou o seguinte: “é horrível quando da o branco na hora de criar algo”. Na hora me deu um estalo… Percebi que ha muito tempo não tinha esse branco e fiquei me perguntando o porque. Percebi que quando acontecia isso comigo com mais frequência eu não tinha um processo criativo estruturado , ao contrário… me sentava na frente do software e esperava a “INSPIRAÇÃO” chegar chutando a porta.
    Roberto Menna Barreto da um show sobre o assunto no livro Criatividade em Propaganda, – Se não leu, meus pêsames – onde aborda, entre outras coisas, que a criatividade, em vários exemplos citados, é fruto de um empenho em resolver um problema e não algo místico. Ele da exemplos de alguns dos músicos mais conhecidos da história e mostra um padrão neles: Eles compunham por encomenda e não por “inspiração”. Resumindo, acho que criatividade é um esforço ou um empenho que você dedica em resolver um problema, – seja la qual for – aliado a toda sua bagagem de vida.
    Tendo em mente o que pode ser criatividade, podemos dizer que as pessoas que tem um esforço maior em resolver problemas são mais valorizadas pelo mercado. Aliado a isso temos os computadores tomando conta de tudo. Máquinas fazendo trabalho de humanos. Porém as máquinas tem uma grande diferença do homem, a criatividade. Então os que não exercem esse diferencial, infelizmente, tem uma predisposição maior a ser trocado por uma máquina “cara, rápida e burra”, mas que jamais teve a capacidade tão simples e complexa que o humano tem de criar.
    Podemos dizer então, que o valor de alguém que exerce a criatividade é melhor visto pela sociedade do que o contrário, consequentemente o preço também.

    Acho que esse assunto é bem abrangente e quero dizer que minha opinião não tem a intenção de ser absoluta… eu também tenho muitas dúvidas .. kk

  • Especialmente para programadores, o github é um lugar sensacional. Especialmente para contribuir em projetos opensource. É uma boa vitrine. E para a galera de design, também é uma boa, pois nós programadores somos horríveis com tudo que envolve design, então a participação de especialistas em design é sempre uma contribuição valorosa a qualquer projeto.

    • Fala, Paulo!

      Como voltei a desenvolver há pouco, tenho ido parar no github repetidas vezes em busca de alguma solução. Realmente é uma boa vitrine. Um ótimo espaço para encontrar soluções, colher feedbacks e evoluir alguma iniciativa. Vale muito a pena participar.

      Grande abraço e obrigado por contribuir com o papo.

  • Vim comentar outro podcast que ouvi de vocês: Podcast da depressão estamos exagerando no humor, mas não achei o post, ainda tem?

Publicidade
MAIS DE 8.000 PRofissionais independentes Já recebem ANTECIPADAMENTE AS nossas atualizações.
Cadastre-se na nossa newsletter e receba “O Incrível Manual do Freelancer Moderno” direto no seu e-mail, sem pagar nada por isso.
 Sempre enviamos conteúdo relevante, sem spam. E você pode se descadastrar quando quiser.