Publicado: 23/09/2016 Atualizado: 07/11/2016

Podcast: Como ser um profissional relevante sem exagerar no currículo

Será que é preciso dar aquela ultra valorizada no passe pra conquistar a atenção dos seus parceiros de business?
  Por Henrique Pochmann
Pensa num profissional foda. Lembro do Don Draper, não foi?
Foto: Mad Men / AMC

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Participantes deste episódio

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Henrique Pochmann
Freelancer e editor do Aparelho Elétrico

Freelancer Design Dani Lima 

Dani Lima
Designer freelancer e mantém o Medium Chá com Design.

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Vinny Campos
Designer no Studio Lhama, colunista do blog Choco la Design e nômade digital.

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Thalita Lefèr
Designer freelancer e produtora de conteúdo no Amarelo Criativo.

Designer Freelancer Walter Mattos

Walter Mattos
Designer Gráfico freelancer no waltermattos.com e no waltermattosvideos

 

Alguns tópicos da discussão

Freelancer Full Folio – Tema WordPress para Freelancers
– A maneira como o currículo é formatado diz muito sobre o profissional;
– Você não é relevante sozinho. Você é relevante pra quem?
– Gerar conteúdo para conquistar credibilidade;
– Utilizar os comentários e debater mais o assunto;
– Canal do Pirula;
– Tire a preguiça do corpo e dê um google;
– Não perca a vontade de aprender sempre;
– Tenha um site e capriche na página sobre;
– Behance não substitui o seu site;
– Você precisa estar visível;
– Encontre uma rede social dentro do seu nicho;
Logo Pound como referência para criação de marcas;
– No seu currículo, seja fiel ao momento da sua carreira;
– Faculdade é importante?;
– Site Top Tal;
– O profissional também pode se destacar pelo bom atendimento, intuição,…;
– 5 e 6 de novembro: The Creative Thinker em Belo Horizonte;
– Autenticidade, Empatia, Maestria e Ação no TED Talks;

 

E você, o que tem feito para conquistar mais relevância?

Compartilhe a sua experiência aqui embaixo nos comentários. Vamos evoluir mais o tema. Outros profissionais podem aprender bastante com a sua experiência.

 

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Publicado por:
Henrique Pochmann
Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.

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Participe da Conversa
  • Tiago Martins de Oliveira

    Olá, pessoal! Que bacana meu comentário na Fan Page do Aparelho Elétrico ter sido utilizado para iniciar a conversa desse podcast! Fico muito contente de ter feito parte de alguma maneira dessa discussão também. Valeu! :)
    Quero só reforçar que eu não discordo da utilidade de um CV, acho que ele também é importante sim, especialmente como um primeiro contato com alguém com quem se quer trabalhar. O que eu considerei, e de certa forma também foi desenvolvido melhor ao longo do papo, é que ele só é validado depois, quando o empregador, ou seja quem estiver avaliando esse CV, verificar que a experiência realmente bate com aquilo que se coloca no currículo, se a pessoa está sendo honesta e o resultado do seu trabalho é condizente.

    À questão de como ser relevante, quero complementar sugerindo que talvez seja legal falar em um podcast mais diretamente sobre personal branding. Talvez possa surgir outro assunto dentro do que vocês mesmos trouxeram já nesta pauta e que entra nessa questão de construir uma marca e ter credibilidade com o próprio nome. O quanto o nome/marca de um profissional forte dita uma maneira de pensar para o seu público, o quanto talvez ele pode errar sem perder credibilidade, de que maneira ele pode construir uma imagem ou mesmo “editar” a sua própria história para esse público, etc. e o quanto isso é diferente muitas vezes dele como empresa e como pessoa informalmente. Vocês já falaram ou escreveram algum artigo sobre isso?
    Parabéns pelo conteúdo de vocês! Abraços!

  • Almir

    Galera, curti muito esse podcast – opiniões e informações superinteressantes!
    Me fez lembrar do meu primeiro emprego, assim que terminei o curso técnico em Processamento de Dados. Na hora de me passar a conclusão da entrevista, o entrevistador disse que iria me dar uma chance para entrar na área de T.I. porque sentiu que eu era empreendedor e que esta era uma qualidade que ele estava procurando em um profissional na ocasião. Mas me fez prometer retirar do curriculum e nunca comentar com ninguém a informação de que meu emprego anterior era como office-boy, para não causar questionamentos na empresa. KKKKKKK
    Até hoje exploro muito esse meu “superpoder” de empreendedor, já identifiquei e desenvolvi outros mas, agora como freelance faz 3 meses, tenho me sentido um pouco inseguro às vezes – estou despertando esse Neo que existe dentro de mim. KKKKKK

    • “me fez prometer retirar do curriculum e nunca comentar com ninguém a informação de que meu emprego anterior era como office-boy”

      hahaha.. sensacional…

      Cara… mas legal que ele pode ver além do que estava escrito no currículo. É isso aí, o bom recrutador vai saber enxergar o potencial do candidato.

      Grande abraço, Almir. Obrigado por participar!

  • Acabei esquecendo de comentar na gravação, mas já escrevi um artigo onde consultei três profissionais com experiências diferentes para falar sobre a relevância do currículo hoje: um dono de agência com mais de 20 anos de mercado, um designer estratégico e um professor universitário.

    É bastante focado no CV (Curriculum Vitae) mesmo. É bem menos abrangente que os assuntos discutidos no podcast, mas espero que ajude de alguma forma.

    Segue o link: http://waltermattos.com/artigos/o-que-nao-pode-faltar-no-curriculo-de-um-designer/

    • Boa, Waltinho!

      Leitura complementar.

    • Vinny Campos

      Estou pensando em comprar o Walter Mitos, a dúvida é, compro com dois “t”s? WalterMittos.com

      • hahuahua não, cara! Não!

      • Eu compraria o WalterMoitta.com. Seria um personagem de contra ponto ao Walter Mattos, seria um cara que só publica dicas furadas para ferrar com os profissionais de design e ficar com todos os clientes do mundo só pra ele.

        • kkkkkkk.. Tô achando genial esses “spin offs” do Walter :D Walter ainda vai acabar no Netflix :p

  • Achei interessante vocês falarem sobre o posicionamento de produtores de conteúdo. Acho triste quando a pessoa age como se fosse a dona da verdade, a “autoridade absoluta”, como a Thalita falou. Soa arrogante demais. Sinceramente, eu não entendo. rs

    Achei que vocês demoraram a falar sobre o pauta principal do cast, se empolgaram na hora de falar de produção de conteúdo HAHAHA. Mas, quando começaram, foram objetivos e mandaram bem. Concordo com tudo o que foi falado e tento sempre expor o que eu fiz em cada projeto (de forma resumida, sem prolongar demais pra não ficar chato).

    Obs 1: já mandei o link pra geral porque quero ouvir a paródia! hahahhaa

    • Boa, Fê! hahuahua

      Realmente nos empolgamos muito! Acredito que este foi o podcast onde a gente mais se empolgou – me corrijam se eu estiver errado, participantes. Acho que deu pra aproveitar muitos assuntos relacionados, mas de maneira bem geral. Acho isso positivo pra dar novas ideias e gerar mais questionamentos na cabeça de quem ouve, como a @disqus_ED6tid9eeH:disqus propõe. Aliás, certamente esse podcast gerou ideias e questionamentos na cabeça de nós mesmos que participamos. É sempre uma experiência de troca muito grande.

      Valeu por compartilhar, Fê. Depois me passa os feedbacks do pessoal.

      Beijos!

      • O que não se empolgou muito foi o tio Skype, tava testando a nossa fé. :P

      • hehehehhe.. verdade. Esse foi daqueles de falar, falar e depois ficar pensando mais mil coisas que deveria ter falado e pensando mil vezes se o que falou estava fazendo sentido :) O que é otimo, mesmo sem o conteudo perfeito, tem a experiencia de pensar muito sobre o assunto :)

    • Boa, Fernanda!

      Obrigado por nos ajudar na divulgação.

      E por mim, eu ficaria falando de produção de conteúdo o podcast todo… hahaha…
      Mas felizmente temos o Vinão (voz e violão), que é o policial da pauta, e voltou a falar de CV.

      Mas falando sério, acho que a produção de conteúdo está ligada diretamente à “conquistar relevância”,
      acho que é o caminho mais rápido pra isso hoje em dia, mesmo sem você se posicionar como o “pica das galáxias”
      no assunto.

      Abração e obrigado por estar sempre acompanhando! :)

      • É que eu acho produção de conteúdo complicado hauhahua pelo menos pra quem tá começando. Eu mesma não me imagino fazendo um blog ou algo de tipo. O mais fácil (e o que mais rola por aí) é produzir conteúdo pro Facebook, uma coisa mais superficial, mas que não deixa de ser complicado por conta do algoritmo do próprio Facebook que quase te força a ficar patrocinando as postagens caso queira atingir um público maior até a página ter audiência de verdade.

        • “produzir conteúdo pro Facebook, uma coisa mais superficial, mas que não deixa de ser complicado por conta do algoritmo do próprio Facebook que quase te força a ficar patrocinando as postagens caso queira atingir um público maior até a página ter audiência de verdade.”

          Falou como uma profissional experiente de produção de conteúdo. :)

  • Iure Figueira

    Primeiramente,
    Paródia do Vinny > Abismo > Música do Caetano.

    Passado esse esclarecimento e pra evidenciar a ansiedade de todos, uma coisa que chama bastante atenção é a questão do aparentar ser melhor ou ser pior. Gosto de pensar que além disso ser extremamente relativo (até porque, pra gente que trabalha com comunicação é bem complexo delimitar os mesmos parâmetros de análise pra todo mundo), parece que tem um Gaussian Blur pesado no meio disso tudo aí.

    Esse lance de parecer melhor ou pior é complicado.

    Falar de um profissional relevante é falar de um (a) cara que graças a todas as experiências que teve chegou a uma noção muito mais assertiva das tomadas de decisões em seus processos e um amplo entendimento de quais são as consequências dessas tomadas de decisão. Ponto. Nada menos. Nada mais. Seja ela uma percepção do produto final, uma solução específica para um problema do cliente, uma composição visual, um entendimento, experiência de usabilidade etc…

    Como a Dani apontou lá (até salvei como um card no Google Keep. [Sério]), através dessa noção a gente só refina as nossas capacitações através da prática. Dos causos vividos. Dedicação e esforço. E isso é algo que extrapola o currículo porque afeta diretamente a postura que o profissional têm. E isso é mais um assunto a gente precisa bater um papo com mais frequência.

    • Boa, Iure.

      Concordo plenamente com o fato de ser algo muito relativo. A relevância e credibilidade de um profissional depende diretamente da percepção de outros sobre ele. É claro que essa percepção é construída, pois para se tornar relevante é preciso gerar valor percebido.

      O que ocorre, como você mesmo disse, é que o profissional que busca credibilidade precisa ter uma noção muito forte das consequências que essa projeção de valores terá e, principalmente, ser honesto consigo e com os outros.

      Um abraço, amigo.

    • Ótimo comentário Iure :) Relevância e percepção estão intimamente ligados, certamente. O mesmo profisisonal pode ser muito relevante num caso e não relevante em outro. Mas é por isso que eu vejo tanta relação entre amadurecimento profissional e auto-conhecimento. Acho muito importante a pessoa entender bem quem ela é – sem floreios, exageros, titulos… só quem ela é, com suas forças e fraquezas, para conseguir entender seu lugar em cada contexto. Assim fica mais facil responder a uma pergunta muito importante: “Como eu posso ser útil neste momento/neste lugar? Como eu posso ajudar?”. Acho que uma postura assim nos ajuda sempre ser relavante e, sempre nos traz mais experiência.

    • Fala, Iure!

      Legal receber mais um belo comentário teu por aqui. Muito obrigado por colaborar, meu caro.

      Pensando pelo ponto de vista de negócios, acho que o cara tem que ser relevante para o público alvo dele. Aquele público que ele determinou no planejamento. “Quero ser relevante para hamburguerias que vendem hambúrgueres a no mínimo R$ 30,00”. Legal, o que esse cara precisa fazer para ser bem percebido por esse tipo de cliente, sem parecer um bundão exagerado?

      Aquele que quiser ser relevante pra todo mundo, corre o risco de não ser relevante pra ninguém.

      Acho que esse tópico tá bem ligado à várias outras coisas que já abordamos aqui no blog, como branding, e o lance de ser generalista ou especialista.

      Grande abraço!

  • Ei gente, eu novamente por aqui.
    Falaram tão pouquinho sobre o Linkedin, uai? A rede social business, onde um estagiário dali da esquina se torna um “Community Manager at Mother Fucker Startup, CEO and Founder Big Full Blaster Power Ultra…” rsrs… Será que justamente por essa falta de filtro da galera (aqui no Brasil principalmente), o Linkedin é tão pouco discutido e levado em consideração?

    Eu já tive ótimas experiencias e resultados com o meu, olhe lá que ele ainda é básico, nem está em inglês e eu não tenho 1 zilhão de conexões. Porém algumas headhunters já me procuraram inclusive para vagas fora do estado (grande coisa, hahah, mas eram uma startups de renome nacional) através dele.
    Sabe aquelo CV completahhssçço com tudo, workshops, trabalhos voluntários, cursos e o escambau? O Linkedin é o lugar disso tudo*, corre lá! (*Mas se controle, para não se tornar o Community Manager at Mother Fucker blá blá blá… seja sucinto e claro em sua qualificações).

    Ahhh e além do Behance que citaram, tem esses trem aqui:
    1 – O Vimeo é a plataforma preferida dos Motion Designers, Video Makers e a galera envolvida nisso.
    2 – Tem o Dribble, que é os designers tanto amam.
    3 – O Awwwards é um lugar legal para os UX UI Designers, você paga para submeter seus projetos, mas nada como ter uma avaliação de gente foda de todo o MUNDO.

    E olha que legal, se você quiser acompanhar tudo isso e muito mais, tem o PANDA, uma extensão para o o Chrome que na versão que acabou de ser atualizada, vem com um To-Do-List, central de feeds, todas essas ferramentas que citei, e um pandinha lindo para alegrar seu coração, vale a pena testar.
    https://chrome.google.com/webstore/detail/panda-5-news-inspiration/haafibkemckmbknhfkiiniobjpgkebko

    • Que contribuição legal Robson! :)

      Acho que eu não falei muito no Linkedin pq realmente quase não vejo relevância nele – mas isso é uma experiência própria, não uma análise da ferramenta. Legal saber que você teve uma experiência diferente.

      E eu tambem uso o Panda e recomendo :) E o Dribble é fantastico, mas precisa de convite…. Alguém tem aí? :p

      • Dani, pesquise por “Dribbble givaway” no Twitter ou no Behance que você encontra convite rapidinho. Foi assim que eu consegui. ;)

    • Grande, Robson! Sempre presente.

      Diversas dicas úteis em uma TACADA só (só quem acompanha teus comentários vai entender o trocadilho)!

      Verdade, o Linkedin funciona bem mesmo. Eu, que nem atualizo o meu e ele tá lá todo meia boca, já recebi umas ofertas de vagas.

      Ouvi diversas histórias que ele funciona muito bem no exterior. Tem gente que quer morar nos EUA, primeiro vai pra lá de férias pra passar um mês e já muda o linkedin dizendo que mora lá. Na seqüência os headhunters já começam a ligar. Já vi várias pessoas passando essa dica.

      Obrigado por complementar com as dicas dos outros sites também, meu caro!

      Grande abraço!

      • Eu recebo muitos contatos por lá, que vão desde designers a clientes. E conheço pessoas de diferentes setores que arrumaram emprego graças a ele. É realmente uma ferramenta bem forte.

  • TatiHardt

    Eba, ganhei um abraço! Isto fica feliz em ser útil haha. Abração pra vocês também :D

  • Ademar Sorrentino

    Henrique, Walter,

    Muito interessante o conteúdo desse podcast meus nobres, principalmente quando se tocou no assunto da relevância da graduação ou não, e o que eu achei interessante e tenho o mesmo pensamento do Walter, a faculdade você não aprende tudo, mas te dá um norte, um caminho a seguir, como exemplo minha graduação foi em Publicidade e Propaganda, quando eu fiz uma especialização em Criação Multimídia voltada mais para design em si o horizonte se abriu muito, muito mesmo. Ou seja, muitas vezes uma graduação não quer dizer muita coisa, e as vezes sim, vai depender muito do conhecimento que você quer buscar, a exemplo de você Henrique que fez um EAD e é um super profissional. Abraços a vocês meus amigos.

    PS: Como a Dani criou esse formato de conteúdo dentro do Medium? Existe uma opção de código aberto para alterar é? Abraços!

    • Grande Ademar!

      É isso aí! Acho que vai muito da pessoa. Você tem que saber como tirar proveito da situação em que está inserido. Existem ótimos profissionais com e sem curso de nível superior.

      Acho que a Dani já te respondeu sobre o Medium lá na FanPage.

      Obrigado por acompanhar o blog e sempre participar, meu velho! Abraço!

  • Pedro Brisola

    Portifólio não serve para fechar o projeto, mas sim dar segurança para o cliente da qualidade do serviço que você é capaz de entregar na hora de te contratar.

    • Isso aí, o portfólio serve como uma comprovação de experiência do profissional.

      Abraço, Pedro!

      • Vinny Campos

        Eu acho que o Portfólio tem uma função que é pouco comentada que é a adequação e experiência em algum nicho, ou determinado tipo de projeto. Além da forma de trabalho, eu por exemplo tento focar no meu portfólio o tipo de cliente que quero atrair, e quando algum cliente me contrata apenas pelo que precisa e não pela forma que executo algo, eu consigo mostrar, essa é a minha linha de trabalho, está no meu portfólio que você viu e adorou. Isso evita dores de cabeça e aquela expectativa que eu vá fazer algo, que não faço ou não sou bom….

  • Excelente podcast. Me lembrou um programa de rádio (a qualidade do som me remeteu a isso), minha primeira experiência com a publicidade. Meu nome é Luan Lucas, sou desenhista há 17 anos, designer há 5 meses e trabalho como freela empreendendo minhas ideias.

    É assim que procuro criar relevância, me apresentando e mostrando trabalhos a altura de uma agência, porém concentrando estas características em duas pessoas, eu e minha esposa.

    Cheguei até aqui por um link que o Walter colocou no Clube do Design. Forte abraços ele e essa galera boa que esteve presente neste podcast.

    Para um próximo tema (caso já tenha, perdão. Cheguei agora no AE), desenvolvimento do processo criativo com foco na produtividade máxima, mas sem perder qualidade.

    Forte abraço!

    • Seja bem-vindo, Luan!

      Legal que curtiu o podcast!

      Muito obrigado por passar aqui e contribuir nos comentários.
      Tua sugestão de pauta é bastante pertinente e já está aqui devidamente anotada. :)

      Obrigado também ao Waltinho (@waltermattos:disqus) por compartilhar o podcast lá no Clube do Design. ;)

      Grande abraço!

  • Thaís de Oliveira

    E aí, pessoal?!
    Estou aqui novamente para comentar esse podcast que já ouvi três vezes (confesso que quero muito ouvir o Vinny cantando Sozinho, rs). Acredito que relevância e credibilidade é uma coisa que você conquista com o tempo, quanto mais você aprimora seu trabalho, mais relevante você se torna. Mas é claro que existem coisas que você pode fazer para que isso aconteça de uma forma mais efetiva, no meu caso, eu procuro ser bastante sincera com os clientes e principalmente comigo mesma, já que eu também tenho que ter consciência do trabalho que estou desenvolvendo e da profissional que eu sou. Procuro sempre me questionar se eu sou uma profissional que me contrataria, tanto pelo trabalho em si quanto pelo atendimento e comunicação com os clientes. Saber fazer uma auto avaliação faz parte da vida freelancer e é um ponto que acredito ser muito importante.
    Quanto à formação, acho a experiência da faculdade muito válida, estou cursando jornalismo e por mais que atualmente o diploma não seja uma exigência para exercer a profissão, a faculdade é um ambiente onde você tem um acesso muito amplo de conhecimento, inclusive de áreas diferentes da sua, sem contar que dá para fazer bons amigos e que podem vir a se tornar bons clientes também, por quê não? Falando sobre currículo, ainda acho importante e acredito que o problema é o mesmo que acontece com o portfólio, muita gente mente no currículo e muita gente mente no portfólio (já vi alguns donos de agências falando sobre isso), então volta aqui a questão da autoavaliação e de ser sincero consigo mesmo. É isso.
    Ah, eu já paguei um super mico como o da Dani, que vergonha! rs
    Um super abraço, espero ter contribuído.

    • Procuro sempre me questionar se eu sou uma profissional que me contrataria, tanto pelo trabalho em si quanto pelo atendimento e comunicação com os clientes. Saber fazer uma auto avaliação faz parte da vida freelancer e é um ponto que acredito ser muito importante.

      Muito bom, Thaís!
      Demais isso de nos perguntarmos se nos contrataríamos. É uma bela reflexão e certamente um bom termômetro de relevância.

      Fico feliz que tenha ouvido 3x, bateu o recorde. =)

      Obrigado por estar sempre por aqui contribuindo.

      Abração!

      • Thaís de Oliveira

        Não se anime, ouvi três vezes porque quero ouvir o Vinny cantando! :)
        Brincadeira, o programa está demais mesmo.
        Um beijo!

        • Vinny Campos

          Estou quase re-pensando a quantidade de plays depois de tanto empenho….ou aumentando o prazo para os 2 mil plays… o que acham @henriquepcm:disqus @disqus_ED6tid9eeH:disqus e @waltermattos:disqus ?

          • Thaís de Oliveira

            Isso é trapaça! Não vale. hahahaha

          • Eu quero mais é ouvir o Vinnão Voz e Violão! :D Acho 1.000 ouvidas numa semana bem respeitável! :)

          • Thaís de Oliveira

            Dani, adorei esse nome, como ele mesmo falou “se não comprar esse nome, eu compro e revendo mais caro depois”. Já tem nome artístico. hahaha

          • TM @henriquepcm:disqus :p

          • Já vai aquecendo o gogó, Vinão!

    • Thais, obrigada pela sincera contribuição! :) Seu ponto de vista sobre autoavaliação, sinceridade e consciência se parece muito com o meu. Sobre micos… bom, o importante é aprender com a experiência né? E contar este mico no programa foi libertador por que, até então, eu nunca tinha contado ele a ninguém. Claro que os envolvidos sabem da história, mas não é algo que eu contasse tranquila numa mesa de bar, eu realmente me sentia envergonhada dessa história. Mas é isso né? Erramos, aprendemos, seguimos. É a essência da vida! Beijos!

      • Thaís de Oliveira

        Dani, fico feliz que eu no começo da carreira já tenha atitudes parecidas com as suas, que tem se tornado referência para mim em vida freelancer, assim como o Henrique. Sobre o mico, imagino o quanto foi libertador para você porque também foi para mim comentar sobre o meu aqui no post, no meu caso, era uma vaga para assistente de arte e eu faço jornalismo, não sei nem o atalho para abrir arquivo no photoshop! Pode uma coisa dessas?! rsrs
        Vivendo, pagando mico e aprendendo! Um mega beijo.

        • Thais, sigamos vivendo e aprendendo juntos (e pagamento uns micos de vez em quanto por que.. por que não né? ;P ;) Beijão!

  • Raoni Machado

    Sobre a questão da faculdade, eu daria um conselho muito valioso: procure saber MUITO bem onde você está pisando. A qualidade da faculdade e do curso é algo fundamental. Não vá pelo preço, não vá pela opinião de meia dúzia, destrinche toda informação de puder sobre a faculdade e o curso antes de tomar uma decisão. Eu fiz um tecnólogo de Design Gráfico entre 2012 e 2014. Ao final do curso eu fiquei tão desapontado, tão frustrado com o nível de um modo geral, que até hoje não fui buscar meu diploma. Foi uma experiência traumática. Algumas vezes penso seriamente em refazer o curso agora em uma faculdade referência na área.
    Sobre portfólio ser determinante para fechar com clientes, eu acho que isso ocorre em casos muitos isolados. Eu to a mais de ano enrolando na montagem do meu portfólio e tenho fechado jobs com certa frequência, todos por indicação. Pelo feedback que colho, isso se dá pelo meu jeito descomplicado de trabalhar. O designer esquece as vezes que ele não é só arte, mas na grande maioria das vezes ele é solução. Não nada raro eu ver designers numa primeira reunião botando pau na mesa, falando de planos mirabolantes, estratégias e empecilhos diversos sobre o projeto. Na segunda alteração que o cliente pede, o designer já está querendo comer o teclado e respondendo e-mails de maneira mal criada. Não é por ai. As vezes o que seu cliente quer ouvir é: “Sim, é perfeitamente possível fazer isso”, e então você vai ver que seu preço e seu prazo são irrelevantes para o cliente. Quando você tem a solução REAL pro problema, na maioria dos casos o cliente não pede pra negociar preço e prazo. Descomplique!!!

    • Fala, Raoni!

      Cara, que pensa saber dessa sua experiência com o curso. Investir tempo, dinheiro e chegar a conclusão de que não valeu a pena, é realmente frustrante. Muito obrigado por compartilhar teu relato aqui e deixar o alerta para os novatos.

      E destaco a parte do “descomplique”, é bem por aí.

      Quando eu estava começando, vivia em pé de guerra com os clientes, complicava demais. Com o tempo, a maturidade vai chegando, a gente fica mais experiente e vê que nem tudo é questão de vida ou morte. Dá sim pra descomplicar e chegar a uma conclusão que fique legal para os dois lados (na maioria dos casos).

      Grande abraço e obrigado por participar!

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