Podcast: Como iniciar a carreira de Revisor
 Publicado: 12/09/2017 Atualizado: 22/09/2017

Podcast: Como iniciar a carreira de Revisor

Pra você que quer trabalhar como freelancer, mas ainda não decidiu sua profissão. Vem saber mais sobre o mundo da revisão de textos!
  Por Henrique Pochmann
revisa lá, revisa lá, revisa lá ô ô
Ilustração: Thunder Rockets

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Neste episódio o papo é com Carolina Machado. Já conhecida aqui no Aparelho Elétrico de outros episódios, ela é revisora freelancer, fundadora do site Revisão para Quê? e também autora do livro digital “Manual de Sobrevivência do Revisor Iniciante”.

Recebo com freqüência mensagens de uma galera que quer trabalhar de forma independente mas não sabe ainda qual profissão seguir. Em alguns casos o pessoal nem sabe mesmo que tipo de profissão suporta o formato de trabalho freelancer. São várias as especialidades que suportam o formato de trabalho independente. Mas neste episódio, especificamente, a gente fala sobre como iniciar a carreira no mundo da revisão de textos.

Aperta o play aí e vem saber mais!

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico
 Carolina Machado revisora freelancer Carol Machado
Revisão Para Quê?

Timeline do podcast

Abertura

Leitura de Comentários

  • Escalada do preço dos aluguéis em Lisboa;
  • Aluguel mensal e aluguel semanal;
  • Classificação dos apartamentos em Lisboa;
  • Planos da Carol Machado para o pós-mestrado;
  • Sobre viver com € 1.000,00 em Lisboa;
  • Um causo envolvendo turistas e taxistas em Buenos Aires;
  • Transfer: Tienda de Leon;

Pauta do Programa

  • Como a Carol Machado iniciou a carreira de revisora de textos;
  • É preciso ter paciência no início da carreira pra não comprometer a construção de um alicerce forte;
  • O estágio é importante também para quem pensa em trabalhar de forma independente no futuro;
  • Carol passou de uma editora para uma startup;
  • O trabalho com o site “Revisão para Quê?” rendeu uma oportunidade em uma agência digital;
  • Talvez iniciar a carreira imediatamente trabalhando como freelancer não seja o mais indicado;
  • A formação em Letras é a mais indicada para quem quer trabalhar com revisão?
  • C.B.O – Classificação Brasileira de Ocupações;
  • Identificando uma pessoa que tem potencial pra trabalhar com revisão;
  • A leitura faz parte do lazer de quem trabalha com revisão?;
  • Desligando o modo revisor na hora de ler fora do trabalho;
  • Onde encontrar os primeiros clientes?;
  • Como comprovar experiência e transmitir credibilidade, já que em revisão não existe portfólio como na área de design;
  • Iniciando na revisão no ambiente acadêmico;
  • O processo de trabalho na revisão de textos;
  • Mostrando pro cliente o que foi alterado no texto;
  • Tutorial no site Revisão Para Quê – Introdução as alterações controladas
  • Os verificadores ortográficos automáticos ameaçam os revisores?;
  • Diferentes serviços de revisão;
  • eBook da  Carol Machado: Manual de Sobrevivência do Revisor Iniciante –  Compre com mais de 30% OFF até 19 de setembro;

Você trabalha ou já pensou em trabalhar com revisão?

Deixe a sua participação nos comentários e vamos levar o assunto adiante.

Equipamentos utilizados nessa gravação

Placa de som – Presonus Audiobox USB
Fone de Ouvido – Marshall Major Brown
Microfone – Condensador BM-800
Tablet – iPad Air

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Publicado por:
Henrique Pochmann

Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.


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Participe da Conversa
  • Renata Ramisch

    Demais esse podcast!
    Sou revisora e acompanho o trabalho da Carol no Revisão para Quê? há algum tempo. Foi no blog que aprendi muita coisa sobre a rotina de revisão, os processos, as ferramentas e outras dicas ótimas, que uso todos os dias no meu trabalho. O livro dela também me ajudou muito quando decidi que era com isso que eu queria trabalhar.
    Iniciei com revisão nos primeiros semestres do curso de Letras, numa editora de Porto Alegre. Comecei quase por acaso, direto como revisora freelancer, apenas porque um colega disse que poderia ser uma boa ideia e porque parecia mais interessante do que a minha bolsa de Iniciação Científica. Sem saber nada (nem que a profissão existia), caí de paraquedas na entrevista com a Editora Chefe, sem saber sequer da existência dos tais sinais de revisão — esse foi provavelmente o meu primeiro mico profissional (mas não o último). Eles, milagrosamente, começaram a me passar trabalhos mesmo assim, e me vi obrigada a descobrir como fazer uma revisão de texto.
    Por necessidade, acabei buscando informação na internet e em cursos de revisão, mas senti muita falta de conversar com alguém com mais experiência — não só em revisão, mas também no trabalho freelancer em si. Na época, não se tinha tanta informação de qualidade disponível (ou eu não sabia onde procurar), então espero realmente que os revisores iniciantes saibam aproveitar conteúdos como esse.
    Acompanhar o Aparelho Elétrico e o Revisão para Quê? tem sido muito importante para qualificar o meu trabalho. As dicas são ótimas, e já aproveitei muita coisa (mas muita coisa mesmo) nesses meus primeiros dois meses como freelancer full time. Obrigada, pessoal!

    • Muito obrigada por esse comentário lindo, Renata!
      E parabéns por ter ganhado essa oportunidade, sinal de que você mostrou à editora que tem bastante competência. Quando quiser trocar ideia comigo, é só mandar e-mail. :)

    • Oi, Renata! Legal ver os gaúchos chegando por aqui aos poucos. Muito bom!
      Fico feliz em saber que o blog tem te ajudado nessa nova etapa como profissional independente. Espero te ver participando mais vezes por aqui.

      Abração e obrigado por participar da nossa conversa :)

  • Ótimo esse papo. Apesar de trabalhar muito mais com peças gráficas, do que com texto – feliz em ouvir o papo de vcs. Eu que tenho a intenção de criar conteúdo (um dia kk), posso dizer que essa aula traz uma boa noção desse universo de revisão.

    Por outro lado, algumas coisas me trouxeram um sinal de alerta.
    Hoje, sou o único designer de uma empresa de e-commerce de médio porte, sendo essa a minha primeira experiência de grande demanda de trabalho na minha área, o design digital. Acho que posso dizer que não vivi os processos de uma agência de comunicação. Isso me traz uma certa preocupação, no que diz respeito à produção de conteúdo como freela. É tão penoso assim iniciar de forma autodidata?

    No mais, perdoem qualquer equívoco desse que vós fala, que não é da área. Obrigado pessoal!

    • Oi, Wesley!

      Você pode ser autodidata, sem dúvida, mas acredito que seja um pouco mais difícil.
      No mais, existem ainda hoje em dia muitos blogs e cursos que podem ajudá-lo, sobretudo numa área aquecida como o design. :)

    • Fala, Wesley! Vou tentar dar minha visão aqui pra ver se te dou alguma luz.

      O fato de você já estar inserido no mercado de trabalho já vai te ajudar na vida de freelancer. Mesmo você não trabalhando em uma agência, você já está fazendo conexões com seus colegas de trabalho (estas conexões podem te trazer trabalho no futuro) e já vai ter uma ideia de como é se relacionar com outras pessoas dentro de um projeto, lidar com prazos e expectativas. Isso já vai te formando como profissional.

      Trabalhar em uma agência de médio ou grande porte é um diferencial para quem pretende trabalhar como freelancer um dia. Porque você tem contato com todas as áreas por onde o trabalho passa. Desde a área de novos negócios, planejamento, criação, mídia, produção e atendimento. Assim você vê como cada área atua e futuramente, no seu negócio, pode aplicar isso (de uma forma bem mais enxuta, claro) no seu próprio negócio.

      Passar por uma agência/empresa/escritório de comunicação não é pré-requisito para virar freelancer. Mas pode te dar a experiência necessária pra te livrar de algumas ciladas que a vida de profissional independente pode te colocar.

      Fiquei com uma dúvida, quando você diz “produzir conteúdo como freela”, que tipo de assunto você pretende abordar? Pergunto só pra saber se não estou te orientando da maneira errada.

      • Ahh, sim. Por ser um projeto de médio a longo prazo, tenho focado no mercado dos profissionais autônomos, sturtups. Assuntos como por exemplo: “Qual a melhor plataforma para o meu negócio online”, sabe?

        Obrigado Carol! Valeu as dicas Henrique!

        • Pra abordar esse tipo de assunto, você não precisa ter vivenciado os processos dentro de uma agência. Basta você ter o conhecimento de como essas plataformas funcionam e ter vivido experiências dentro delas (legitimidade é importante pro seu texto ter credibilidade).

          Só pra deixar claro, entendo o Freelancer como um prestador de serviços. Geralmente associado à área de TI e Comunicação.

          Já o Produtor de Conteúdo é simplesmente um profissional independente.

          Todo freelancer é um profissional independente, mas nem todo profissional independente é um freelancer.

          Espero não ter deixado a mensagem muito confusa. Mas vejo essa distinção aí.

          Valeu, Wesley!

  • Vou considerar a profissão de revisora como uma possibilidade pros dias em que penso “nossa vontade de largar tudo e fazer outra coisa da vida”. Acho que eu ia curtir bastante, me identifiquei com vários pontos e sempre fui muito apaixonada pela gramática e pelas aulas de português, que era a única coisa na escola onde eu arrasava muito. Nunca imaginei tudo o que era necessário ou possível nessa profissão por isso achei o papo muito esclarecedor e bem interessante.

    Fiquei pensando o tempo todo que você não deve ter twitter porque é uma rede social onde a gente assassina os plural tudo! HAHAHA
    E fora isso tudo, reforço o de sempre: gosto muito de ver a diversidade de profissões freelas que aparecem nos podcasts, dando uma ideia bem ampla pra quem quer seguir na vida independente.

    Beijos!

    • Pelo contrário, Fran! Tenho Twitter sim, e erro tudo os plural também. O mais importante é saber adequar o certo à ocasião certa.

      Que bom que deu pra passar uma imagem positiva da profissão. A maioria das pessoas acaba achando que somos uns chatos! 🤓

    • Hahaha.. acho bem válido ter um plano B pros momentos de “nossa vontade de largar tudo e fazer outra coisa da vida”.

      Queridona! Muito obrigado por compartilhar um pouco da tua visão sobre o assunto com a gente. Sempre com comentários muito sagazes e pertinentes! :)

      Bjão!

  • Simone Rocateli

    Adorei esse podcast! Terminei recentemente a faculdade de Letras, escolhi esse curso porque sempre gostei de escrever e ler e agora eu quero trabalhar na área de revisão e redação. Mas o curso era voltado para licenciatura e também por morar em cidade pequena, não fiz estágio em editora ou agência, então não tenho experiência. Gostei das dicas desse episódio e eu também tenho o livro digital da Carol, ele é bem esclarecedor e aprendi coisas que nem tinha ideia de como eram.
    Eu tenho um blog há um ano, criei ele no intuito de praticar a minha escrita e tentar “divulgar” o meu trabalho.
    Mas eu ainda tenho dúvidas de como conseguir trabalhar na área, eu deveria tentar conseguir um trabalho como trainee e arriscar nessas plataformas em busca de experiência? Será que essa área de revisão e redação tem espaço para recém-formados totalmente inexperientes?
    Obrigada pessoal!
    Excelente episódio.

    • Oi, Simone!
      Você já tentou descobrir quem é o público do seu blog e se ele tem potencial de ser convertido em clientes?
      É bem importante fazer essa análise.

      Focar em um público-alvo, um tipo de cliente, geralmente ajuda também a você conseguir ser encontrada por quem está procurando uma profissional como você.

      Acredito que as plataformas podem ser uma boa forma de conseguir experiência sem muito investimento em marketing, sim. :)

    • Oi, Simone! Legal que curtiu este episódio, fico feliz em saber!

      Vou meter o meu bedelho aqui na conversa, mesmo sem ser revisor. Quero mais é compartilhar minha visão sobre essas plataformas de jobs. Muita gente abomina essas plataformas por que os preços praticados são muito baixos. Um profissional de nível sênior dificilmente conseguiria sobreviver nelas. Eu mesmo tentei entrar uma época, mas vi que com os preços que pratico seria impossível captar algum cliente lá dentro. Sem contar a disputa acirrada pelos jobs, na área de design é muita gente concorrendo.

      Porém, acho que pra quem tá em início de carreira, pode ser uma boa pra ganhar ritmo de jogo e se familiarizar com as expectativas dos clientes. Acredito que com o tempo você vai conquistando seus próprios clientes e pode seguir trabalhando por conta própria.

      Abração e obrigado por participar do papo! ;)

  • Passei pra dizer só que adoro ouvir esses sotaques de vocês :D Beijos!

  • Obrigada por esse podcast! Acompanho o site da Carol há um bom tempo e confesso que o desconto era tudo o que eu estava esperando pra comprar o livro (o que já fiz!). Infelizmente não tenho/tive a oportunidade de iniciar essa carreira como estagiária (estou “velha” para o que o mercado entende que seja um aprendiz, Letras é minha segunda faculdade, inclusive) então estou metendo a cara! Um beijo pros dois!

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