Podcast: Até quando trabalhar como freelancer?
 Publicado: 21/11/2017 Atualizado: 04/12/2017

Podcast: Até quando trabalhar como freelancer?

Será que vale a pena ficar trabalhando como freelancer pro resto da vida ou em algum momento o negócio precisa tomar outro rumo? Vem ouvir!
  Por Henrique Pochmann
Para todo o sempre?
Ilustração: Thunder Rockets

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A ideia desse podcast é refletir sobre o futuro do profissional independente. Até quando é estrategicamente interessante trabalhar sozinho? A vida de freelancer tem suas vantagens, flexibilidade de horários, autonomia na condução dos projetos… mas por outro lado a capacidade de produção é limitada, normalmente o profissional trabalha muito pra ganhar não tão muito assim.

Qual seria o próximo passo? Vem ouvir o que a gente pensa sobre isso.

Participantes deste episódio

Henrique Pochmann
Aparelho Elétrico
freelancer em design e ilustração franciane bourscheidt Franciane Bourscheidt
Studio Candy
Vinny Campos Vinny Campos
Studio Lhama

Timeline do podcast

Abertura

Leitura de Comentários

  • Casais formados por pessoas que trabalham em áreas diferentes;
  • Sobre ter ou não ter filhos;
  • Dinheiro do casal, junto ou separado?;
  • Quem ganha mais, tem que pagar mais contas?

Pauta do Programa

  • Aonde você quer chegar com sua carreira freelancer?;
  • Pesquisa Perfil do Freelancer no Brasil 2017;
  • Vídeo Amarelo Criativo sobre trabalhar com um outro profissional fazendo o atendimento;
  • Apostar em um ecommerce;
  • Como o trabalho de um ilustrador ganha escala?;
  • O perfil do profissional muda com o tempo;
  • Atuar como um agente subcontratando freelancers;
  • Contratar um assistente;
  • Quem tem um assistente ainda pode ser enquadrado como freelancer?
  • Crescer ou manter a estrutura enxuta?;
  • Projeto Curadoria no Catarse;

Você já parou pra pensar qual é o próximo passo da sua carreira?

Quero muito saber sua opinião. Você pensa em ficar trabalhando como freelancer pra sempre? Pretende contratar funcionários e virar uma empresa? Vai empreender em outra área? Conta nos comentários o seu próximo passo.

Equipamentos utilizados nessa gravação

Placa de som – Presonus Audiobox USB
Fone de Ouvido – Marshall Major Brown
Microfone – Condensador BM-800
Tablet – iPad Air

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Publicado por:
Henrique Pochmann

Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.


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Participe da Conversa
  • olha, se eu for responder essa pergunta, preciso colocar muitas coisas em pauta – sobretudo no que tange minha saúde física e mental. acho que minha resposta chega perto da do Vinny (acho que foi ele quem falou): enquanto funcionar, sigo freelancer. trabalhar de casa, hoje, pra mim, é o que faz mais sentido dentro do que me dispus a criar como ecossistema de desenvolvimento profissional. eu escrevo, então, se não tiver o mínimo de conforto em estar no ambiente, não consigo produzir. por essas e outras, saí do meu último emprego. hoje, tenho melhores resultados tanto no que produzo quanto no que se refere à rentabilidade. :)

    • Bacana, Gi!
      Legal saber que está full-time e tem dado certo.

      Eu acho legal a reflexão que o programa sugere porque em algum momento, pode acontecer, de você querer alçar voos mais altos em termos financeiros. Por exemplo, morar sozinho, casar, ter um filho, comprar uma casa. Será que a vida de freelancer sustenta esses planos? Particularmente, acredito que sim. Mas é preciso aprender muito sobre finanças e não dá pra só ir deixando o barco correr. Acho legal focar no presente, mas não tirar o olho do futuro também é importante. ;)

      • eu sou meio contra a corrente nessa questão. só consegui sair de casa por conta do meu trabalho como freelancer: se fosse depender das agências onde trabalhei (o ABC paulista tem uma faixa salarial muito baixa), moraria com meus pais até os 30. como freelancer, saí aos 19! hahahaha mas, sim, concordo. planejamento é tudo: tanto pra não deixar o barco afundar, como pra mantê-lo sempre em movimento. sempre bom estar por aqui, henrique. conteúdos cada vez melhores. ;)

        • Legal que tem curtido! Obrigado por estar sempre acompanhando e dando força. :)

  • Henrique, este tema não poderia aparecer em um momento mais relevante rsrs

    Estou vivendo tempos de escolher…

    Atualmente trabalho em uma agência e pretendo sair. Tenho meus trabalhos freelancer, mas não quero trabalhar diretamente no desenvolvimento dos projetos. Geralmente terceirizo a produção para outros freelas e faço somente o planejamento.
    Meu dilema é: ficar na agência, um ambiente agradável e seguro, mas sem chance de crescer. Ser um freelancer e por a mão na massa. Ou montar uma agência ou projeto digital e tentar entrar neste mercado tão competitivo e saturado.

    Bom, se alguém mais experiente puder dar umas dicas eu agradeço.

    Um grande abraço a todos! Vlw, Henrique!

    Ps: vocês abriram mais questionamentos do que conclusões neste episódio :'( mais do que “de costume” rsrs

    • Assim que é bom, Marcos! O lance é a gente botar a caixola pra queimar e pensarmos nos tópicos juntos! :)

      Sobre o teu dilema, acho que você precisa pensar no que está buscando: é grana? é realização profissional?

      Porque se for grana… a grosso modo, você só precisa ter uma fonte de renda garantida, gastar menos do que arrecada, economizar e investir com sabedoria. Assim você consegue fazer mais dinheiro e continuar trabalhando onde trabalha.

      Agora, se o que você quer é realização profissional. Isso você só vai conseguir metendo a cara e aprendendo com os desafios que surgem ao longo do caminho.

      Desculpa, mas acho que, de novo, levantei mais questionamentos do que apontei uma conclusão. ;)

      • Henrique, essa foi uma excelente conclusão!
        A vezes é preciso um empurrãozinho, como este tema, para mudarmos.

        Obrigado pela sua orientação. Sempre muito inspiradora e inteligente.

        Vlw, cara!

  • TatiHardt

    Ao prestar serviço, você está trocando tempo por dinheiro e, pra mim, isso já tá enchendo um pouco o saco. Tanto que prefiro me ver mais como empreendedora que como freelancer, até porque tenho grandes planos pra minha vida e ficar acomodada na situação que estou, mesmo que seja boa, nunca foi meu estilo. Não tenho vergonha de dizer que quero construir algo que vá fazer alguma diferença no mundo – não importa se as pessoas acham graça nisso – e sei que não é seguindo minha carreira como freelancer que isso vai acontecer. Mas, também, tenho todo um planejamento de como vou fazer, não é só deixar de ser freelancer da noite pro dia.

    Ser freelancer enquanto fizer sentido me parece muito “deixa a vida me levar”, mas quando se acha um propósito ou uma meta a longo prazo, é a gente que leva a vida para onde queremos ir.

    PS: Será que tem algum ilustrador(a) do Maurício de Sousa ouvindo o podcast? Gostaria de saber a opinião dele(a) haha.

    PS 2: Adorei a conversa, tava com saudade.

    • Boa, Tati!

      Acho que a gente fecha muito no modo de pensar. Também tenho esse perfil de criar coisas e ir além do dia a dia do freelancer. Não tem que ter vergonha de mostrar essa ambição. Me vejo também como um “empreendedor”, por mais que essa palavra esteja meio gasta e soando piegas ultimamente.

      E concordo muito com :

      é a gente que leva a vida para onde queremos ir

      Isso aí, tem que ter sangue no olho! :)

  • Giovana

    Muito legal esse podcast!!! Estou tentando acompanhar as dicas e tudo mais, ainda não comecei como freelancer, mas quero muito!! Preciso me organizar pois já trabalho em casa, na verdade minha mãe tem uma floricultura aqui, ou seja, imagine a correria, acho que meu maior obstáculo será organizar meu tempo com o trabalho como freelancer, mas estou estudando também sobre educação financeira pra aprender a administrar meu dinheiro com a carreira de freelancer!!! sucesso sempre pra vocês

    • Legal, Giovana! Educação financeira é essencial. Boa sorte aí na transição para freelancer e obrigado por acompanhar! :)

  • Ademar Sorrentino

    Cara muito bom o discurso de hoje sobre essa questão de freelancer pra sempre ou não, mas vou pelo o que o Vinni falou, se você começa a crescer como freelancer e não está mais conseguindo dar conta dos jobs, é porque chegou a hora de expandir, claro que com prudência, acho que essa é a lei natural de que desenvolve um bom trabalho.

    • Legal, Ademar! E que tal colocar um prazo… “se no final do ano que vem eu não estiver faturando X, tenho que efetuar mudanças no negócio”… pra não deixar as coisas tão soltas, tão zeca pagodinho “deixa a vida me levar”.
      O que tu acha disso, jovem?

  • Sebastian Baltazar

    Este é um tema que adoro, e queria muito ouvir por aqui… Fui freelancer durante todos os últimos 7/8 anos, sendo 5 deles full time e nesse último ano, agora como agência digital…

    Super concordo com a ideia de que enquanto der certo broa seguir…

    No meu caso eu me vi em algumas situações: Estresse com atendimento, contas a pagar e receber, gerenciar projeto e não menos importante o crescimento pessoal… E com base nisso, percebi q estava no meu limite entre começar um time ou parar de prestar serviços…

    Eu super curto a ideia de estar em time, mas principalmente por estar gerindo algo com um time, que seja fora do “padrão e comum” das agências – trazendo muito da visão freelancer para o ambiente da agência!

    Achei demais o Podcast, como sempre, e achei que essa é uma discussão pertinente, especialmente para freela que querem montar seu negócio com time e afins…

    Show demais…

    • Oi, Sebastian. Tudo bem?

      Como você conseguiu resolver o “Estresse com atendimento, contas a pagar e receber, gerenciar projeto”?

      Abraço!

      • Sebastian Baltazar

        @oliveira_marcos:disqus – Eu tenho uma pessoa focada em atendimento, especializando-se em Customer Success. Assim eu cuido do Comercial (Vendas), e gerencio porjeto junto com meu sócio (que é o Scrum aqui!), como usamos Scrum, como método, todo mundo do time se coloca na frente de cada ação e etc! Isso em si já melhorou uns 300% nossa produção, satisfação pessoal e do cliente!

        • @sebastianbaltazar:disqus – Obrigado pelo esclarecimento! Vou ler mais sobre o Scrum e tentar aplica-lo.
          Obrigado!

    • Isso aí, Sebastian! Prefiro “empreendedor freelancer” do que “funcionário freelancer”!

      Às vezes demora pra cair essa ficha, muito profissional começa a trabalhar de forma independente, mas ainda tá com aquela mentalidade de empregado. Isso pode custar caro pro negócio.

      E isso que você falou:

      percebi q estava no meu limite entre começar um time ou parar de prestar serviços

      é importante falar disso porque muito profissional acha que é simples ganhar mais trabalhando como freelancer e muitas vezes é isso que motiva ele a largar o emprego. Acho importante lembrar que o freelancer tem dois grandes pepinos: renda variável e capacidade de produção limitada.

      Aí o profissional está lá já sobrecarregado e sonhando em ganhar 20 mil por mês. Nem fodendo a conta fecha.

  • Acho que quem vende horas, como nós que trabalhamos com serviços, acaba mais cedo ou mais tarde caindo no drama: e quando acabam as horas disponíveis pra vender, mas os clientes ainda precisam de ti?

    Aí entra vêm as perguntas: terceirizar o financeiro? arranjar quem ajude no operacional? mas e se a conta não fechar no fim do mês?

    Coincidiu que estou passando pelo momento “loucura de fim de ano brasileiro” – quando todo mundo quer resolver tudo antes do Natal e só voltar a trabalhar em março. Então estou atravessando esse dilema de não saber em que lado é melhor começar a dividir pra não enlouquecer.

    Por outro lado, a criação de produtos, principalmente digitais, é um refresco. Eu escrevi um livro e coloquei à venda. O máximo de trabalho que ele me dá agora é ter de responder uma ou outra dúvida de alguém que quer comprar. Aí entra a escalabilidade que vocês mencionaram.

    Entre as duas coisas, acho que, se houver a possibilidade para o freela, ter essa renda passiva do infoproduto é uma excelente oportunidade de dar escala ao negócio “sem ter muito trabalho” e também sem ter de abandonar o que gostamos de fazer.

    (Estava com tanta saudade que acabou saindo textão.)
    Beijos pra vocês e obrigada por esse papo que vai nos deixar pensando por uns dias!

    • Boa, Carol!

      ter essa renda passiva do infoproduto é uma excelente oportunidade de dar escala ao negócio “sem ter muito trabalho” e também sem ter de abandonar o que gostamos de fazer.

      Quis justamente chamar a atenção pra isso no podcast. Um infoproduto, ou até mesmo um produto físico, caneca, camiseta, palestra, etc… é algo que você investe um tempo fazendo, mas depois de pronto você trabalha muito pouco nele e ele fica te trazendo retorno financeiro. Assim o profissional diversifica/amplia a renda e pode trabalhar mais por prazer e não tanto por necessidade.

      Obrigado por frisar esse bom, é muito relevante!

  • Luedy Costa

    Fala galera…
    Tava com saudades de comentar aqui. Tava meio sumido depois que meu filho nasceu mas voltei. Por falar nisso, concordo com Vinny sobre o fato de ter que se adaptar com a chegada do filho. Hoje o meu grande desafio é conseguir manter a minha rotina/produtividade e dar atenção para a minha esposa e para o meu filho e principalmente não deixar os cuidados dele exclusivamente como responsabilidade dela. Faço questão de ser mais do que o “Pai de Instagram” que pega o muleque bonitinho e posta foto. E isso inclui acordar 5h da manhã pra ficar com o bebê pra minha esposa se exercitar, sendo que eu fui dormir 00h, 01h… e eu faço isso amarradão. Mas obviamente nem todo mundo vai querer dormir menos do que nós freelancers já dormimos.

    E nesse malabarismo para equilibrar trabalho e familia, eu comecei a selecionar meus trabalhos de uma outra forma. Se antes eu me permitia pegar 2 ou 3 marcas por mês, que sempre foi o meu foco, hoje eu trabalho com 1 cliente que me paga um valor mensal por posts para 10 clientes dele. Com marcas eu tinha rendimentos variáveis, com posts eu tenho um ganho menor, porém fixo que me permite um planejamento financeiro muuuuito melhor (lembrando que tenho um outro trabalho fixo, com carteira assinada… e tudo mais) e tempo para investir em outros projetos que não estão ligados diretamente a criação. E com a organização financeira, eu já estou juntando grana para conseguir a minha independência financeira, que vai ser aquele ponto que eu vou poder fazer o que quero sem me preocupar com as contas pra pagar por algum tempo. Eu penso em ter uma loja, assim como a Fran, minha esposa trabalha no varejo há anos e eu queria juntar meu conhecimento com o dela e montar algo pra gente.

    E me identifiquei muito com o Vinny, eu não sei precificar. hahaha… Por mais que eu tenho o meu valor/hora, na hora eu dou um desconto maior do que eu deveria. E também foco muito na minha produtividade, como eu falei em um dos posts que escrevi aqui no AE: se eu negociei 10h, se eu trabalhar 11h já é prejuízo. Então eu foco no que tenho habilidade, o que eu não tenho tanta eu chamo um parceiro. Principalmente por que o prazo pra mim é muito importante. Pra mim, não adiantar entregar a Capela Sistina em 1 mês, se seu cliente precisava só da foto da Monalisa em 12h. Entende? Hoje no meu trabalho fixo, por exemplo, se eu atraso um material acabo impactando em toda uma cadeia que vai esbarrar lá no pessoal que vende os produtos. E o mesmo vale para o meu cliente como freelancer.

    • Massa, Luedy!

      Bacana ver que você tá bem planejado e pensando lá na frente. Pense globalmente, aja localmente. ;)
      Isso aí, cara.

      Quando a gente assume a responsa do profissional independente, é importante mudar a mentalidade de funcionário para empreendedor.

      Abraço, jovem!

      • Luedy Costa

        Inclusive tem um livro do Gustavo Cerbasi que estou lendo agora que ele diz que muito provavelmente iremos viver bem mais tempo do que conseguiremos produzir (não é bem assim a frase mas o contexto é esse) então temos que começar a juntar nossa grana para a posteridade desde já.
        Fora que outros imprevistos podem acontecer. Uma LER, por exemplo, pode acabar com a carreira de um freelancer e não dá planejar ou estimar quando ela chega, então melhor ter como se sustentar caso ela apareça e você não consiga trabalhar.

        • Exatamente! Particularmente, acho que cada vai ser cada vez mais comum vermos pessoas passando facilmente pelos 100 anos. É preciso estar atento pra essa realidade.

          E com certeza, ninguém tá a salvo de receber um diagnóstico desses. Prevenir é melhor que remediar… tanto na questão do bolso quanto no cuidado com a saúde e tals.

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