É possível ficar rico trabalhando como freelancer?
 Publicado: 30/11/2016 Atualizado: 16/01/2017

É possível ficar rico trabalhando como freelancer?

Veja como derrubar os dois maiores vilões que afastam você da vida dos seus sonhos.
  Por Henrique Pochmann
Warren Buffett provavelmente diria que sim.

Essa é uma dúvida muito frequente dos leitores/ouvintes aqui do Aparelho Elétrico. Como um não-rico que sou, mas que manja um pouco sobre finanças, vou me atrever a responder essa pergunta. Perdoe a minha audácia. Ok? Acredito que é importante colocar o assunto em discussão.

Tópicos deste artigo

Primeiro: o que é ser rico?

o-que-e-ser-rico

Acredito que “rico” é quem tem tempo. Ou seja, aquela pessoa que pode parar de trabalhar de forma que seu estilo de vida não sofra com isso. Ao meu ver, quanto mais tempo você conseguir manter seu estilo de vida sem precisar trabalhar, mais rico você é.

Aquela pessoa que tem um faturamento anual incrível, tem um carrão, um casarão, viaja para todos os cantos do mundo, mas que não relaxa nunca e vive morrendo de medo de dar uma merda grande no trabalho, pra mim, essa pessoa não é rica. Ela é uma escrava do próprio trabalho, se parar de trabalhar, toda a renda vai por água abaixo.

Ser “rico” é ter liberdade, é ter total independência financeira.

Mas como conquistar essa independência financeira?

como-conquistar-a-independencia-financeira

Para ser independente financeiramente, você precisa “fazer o dinheiro trabalhar por você”. Aliás, essa é uma expressão bastante recorrente em livros de finanças.

Existem várias formas de fazer o dinheiro trabalhar por você, ou como também chamam na área financeira: construir ativos.

Pense em quais são os negócios que podem gerar renda sem sua intervenção diária.

Um exemplo pode ser comprar um imóvel e colocar para locação. Além do imóvel ir se valorizando com o passar do tempo, você ainda se remunera com a grana do aluguel.

Outro exemplo: que tal escrever um livro? Após o esforço de escrever, você será recompensado com anos e anos de rendimentos vindos das reedições da sua obra. Nada mal, hein?

Lembrei agora que o Michael Jackson comprou os direitos das músicas dos Beatles. Você consegue imaginar quanto ele ganhava por conta disso? E sem, praticamente, ter que fazer nada. As músicas dos Beatles estão em todo lugar. Tio Michael sabia como colocar o dinheiro para trabalhar por ele.

Outros exemplos, porém mais arriscados e não indicados para iniciantes, são o investimento em ações de empresas privadas e a compra de títulos do governo.

Como aplicar isso à realidade de profissional independente?

como-aplicar-isso-a-realidade-do-freelancer

Aí você pode dizer: Henrique, sou apenas um freelancer, isso aí não se aplica a mim.

Entendo que em um primeiro momento isso pareça muito distante. Mas não creio que seja. Particularmente, acho perfeitamente possível alcançar esse objetivo.

Como os especialistas em finanças costumam dizer: enriquecer não se trata de quanto você ganha, mas sim de quanto você gasta.

Infelizmente, somos estimulados a gastar a todo momento, seja pela TV, pela internet, pelos amigos, pela família, etc… sempre tem alguém falando de algum produto ou experiência que ficamos tentados a experimentar. É difícil ficar imune a isso.

Sem contar que no Brasil ainda podemos parcelar nossas compras, isso nos dá a sensação de vivermos sempre uma classe social acima da qual realmente pertencemos. É um perigo. Acabamos comprometendo toda a nossa renda em função do status social.

Precisamos nos controlar. O primeiro passo para conquistar ativos é aprender a economizar dinheiro.

Nesta parte todo mundo diz: mas nunca sobra dinheiro para colocar na poupança. Isso é verdade, dinheiro não sobra. Nunca. Você precisa separar o dinheiro, aí que tá o pulo do gato.

O que aconselho é que você crie seu próprio imposto. No seu fluxo de caixa, estipule uma taxa dentro da sua realidade, seja 5, 10 ou 20% (ou mais, se sua realidade permitir) sobre o seu faturamento bruto.

Então, sempre que receber um pagamento, transfira o correspondente para a sua poupança. Sob hipótese alguma use esse dinheiro para outra finalidade que não seja a de gerar um ativo para você. Mantenha o foco nisso!

Derrubando o vilão 1, a renda variável

derrubando-o-vilao-da-renda-variavel

Quando você é assalariado, é mais simples economizar. Você sabe quanto vai receber todo mês. Assim fica mais fácil se planejar.

Na vida de freelancer a renda é variável. Este talvez seja o maior pepino na vida do profissional independente que quer poupar. A dica aqui é buscar contratos de fee mensal. Encontre clientes que precisem dos seus serviços continuamente, ofereça um valor vantajoso para contratarem você permanentemente.

Fechando bons contratos mensais você consegue se organizar para começar a poupar.

Derrubando o vilão 2, o faturamento limitado pela capacidade de produção

derrubando-o-vilao-do-faturamento-limitado-pela-capacidade-de-producao

Outra pedra no sapato do freelancer é a baixa capacidade de produção. Se o profissional pega dois projetos grandes no mesmo mês, corre o risco de não dar conta. O forno tem um limite. Sua produção é limitada e por conseqüência seu faturamento será limitado também.

Como driblar isso? Vejo duas saídas.

Branding

A primeira saída que vejo é trabalhar o branding. O profissional independente precisa trabalhar o seu nome no mercado de forma que ele seja diretamente associado ao seu serviço. Se os prospects/clientes tiverem a tranquilidade de estar trabalhando com um dos melhores profissionais do ramo, não se importarão de pagar mais pela execução do serviço.

É um trabalho árduo, não é fácil conquistar esse lugar na cabeça dos clientes. Mas é perfeitamente possível. Inclusive falamos sobre isso no podcast “É melhor ser um freelancer especialista ou generalista?”. Vale a pena ouvir para complementar a leitura.

Produtificação

A outra saída que vejo para o profissional freelancer driblar a sua limitação de produção é produtificar os seus serviços.

Agora muita gente tá de cabelo em pé, já que a faculdade sempre nos ensina a oferecer soluções customizadas para cada cliente. Eu mesmo já torci muito o nariz pra esse tipo de coisa. Mas hoje vejo que é uma solução plausível pra quem busca ampliar o faturamento.

Alguns exemplos de produtos que você pode gerar com o seu conhecimento: livros, cursos, palestras, etc…
Por exemplo, quem é programador, em vez de criar um software para cada cliente, pode criar uma única solução que atenda uma gama maior de pessoas.

O que precisa ficar claro é que com a produtificação, você é capaz de atender uma gama maior de pessoas com menos esforço envolvido. Assim o seu serviço ganha escala e você amplia o seu faturamento sem sofrimento.

Pense em como isso pode ser aplicado ao seu negócio.

Não mexa no dinheiro que você colocou na poupança

nao-mexa-no-dinheiro-da-poupanca

Pode parecer bizarro, mas tem gente que prefere pagar juros no cartão de crédito e cheque especial do que mexer no dinheiro da poupança.

Essas pessoas sabem que, uma vez que o dinheiro saiu da poupança, ele talvez não volte mais. É como andar duas casas pra trás, você vai demorar até recuperar essa grana (se recuperar).

Confesso que já tive várias recaídas em relação a isso e sempre me arrependi depois. Cada pessoa tem um perfil. Se você for repor o dinheiro e sabe exatamente o que está fazendo, vá em frente. Caso contrário, resista bravamente! Não mexa na poupança!

Investir com sabedoria

invista-com-sabedoria

A partir do momento que você tem uma renda recorrente, é hora de começar a poupar.

Aqui entra uma outra dica importante: poupança não é investimento. Ela não cobre os custos da inflação.

Deixar o dinheiro na poupança é deixar o dinheiro estacionado.

Minha recomendação é que você deixe seu dinheiro na poupança somente até juntar um bom montante para dar o próximo passo na geração de ativos.

Para que você tenha segurança na hora de decidir o que fazer com seu dinheiro, recomendo que você leia livros sobre finanças e devore todo conteúdo que for possível sobre isso.

Recomendo no Youtube o canal da Nathalia Arcuri, o Me Poupe. Ela inclusive participou de um Tecnocast sobre independência financeira. Acho que você pode se interessar.

Concluindo

Então… é possível ficar rico trabalhando como freelancer? A minha resposta é: sim, é possível. Basta você conquistar renda recorrente, poupar e investir com sabedoria.

É fácil? Não, não é fácil. Não existe fórmula mágica ou atalho. O lance é suar a camiseta mesmo e fazer acontecer.

Vários profissionais que conheço nem suportam falar de dinheiro. Acho isso bem estranho. Dinheiro é bom, dinheiro é necessário. Não tem nada de errado com isso. Temos que parar com esse tabu.

Pelo bem dos nossos negócios e por mais qualidade de vida, precisamos falar mais sobre dinheiro e em como se relacionar saudavelmente com ele. Você não concorda?

Uma vez li em algum lugar algo como:

Você só se tonar um milionário, se você for a pessoa que merece ter um milhão.

O dinheiro só vai parar na mão de quem sabe lidar com ele. Veja aí casos de pessoas que ganharam boladas em programas de televisão, na loteria, em heranças e depois perderam tudo. Elas não estavam prontas pra lidar com o dinheiro. Simples assim, faltou preparo.

Quando chegar a sua hora, desejo que você esteja preparado e espero que este post tenha servido como inspiração inicial pra isso.

E você como enxerga toda essa questão, poupa, investe… como lida com o seu dinheiro? Conta pra mim nos comentários e vamos levar esse assunto adiante.

Posso te pedir um favor?

Por favor, se você acha que esse conteúdo é útil, curta e compartilhe o post nas suas redes sociais. Isso ajuda o Aparelho Elétrico a continuar sempre publicando conteúdo relevante para todo mundo que trabalha de forma independente.

Obrigado!

Grande abraço e até o próximo post.

Curta o Aparelho Elétrico no Facebook
Hey, GOSTOU DESTE POST?
Assine GRÁTIS nossa newsletter e receba nossas atualizações antes de todo mundo.

Você ainda leva uma cópia do “O Incrível Manual do Freelancer Moderno” direto no seu e-mail e sem pagar um tostão por isso.
 Enviamos conteúdo relevante, sem spam. E você pode se descadastrar quando quiser.
Publicado por:
Henrique Pochmann

Criou o Aparelho Elétrico em 2014. Produz e apresenta o podcast do blog. Trabalha com marketing digital desde 2002. Quer mais tempo para colocar outros projetos em prática, quer uma bicicleta e quer uma bio mais legal também.


Recomendados para você
 Negócios
Veja quatro formas simples de entrar no mercado de um jeito... digamos assim: "mais digno".
  Por Henrique Pochmann
 Negócios
É importante conhecer bem a sua capacidade de produção e falar "não" se for preciso. Não há nada de errado nisso.
  Por Henrique Pochmann
 podcast
Dani Lima, Henrique Pochmann, Vinny Campos e Walter Mattos contam como fazem pra orçar seus projetos.
  Por Henrique Pochmann
 podcast
Usar um nome de empresa pode parecer mais profissional, mas talvez esteja confundindo os seus clientes.
  Por Henrique Pochmann
Participe da Conversa
  • fulanodigital

    “Vários profissionais que conheço nem suportam falar de dinheiro”
    Confesso que achei beeeem estranha esta frase. Sim, conheci gente que critica quem ganha dinheiro, mas mesmo estas pessoas queriam ter dinheiro.
    E mais estranho é o fato de ser profissional. Seria pedir muito para você discorrer um pouco mais sobre estas pessoas? Como vivem? Onde moram? O que comem? No Glob.. Ops, hahaha

    • Pois é, Milano!

      Muita gente ainda se apóia no chavão “Dinheiro é conseqüência de um bom trabalho”. Como se em algum dado momento uma bolada de grana fosse entrar e então o profissional não precisasse mais se preocupar em aprender sobre finanças. Ao meu ver, ter educação financeira faz parte para desenvolver esse “bom trabalho”.

      E muita gente tem um relacionamento ruim com grana e não percebe, evita o assunto ao máximo. Tem gente que inclusive chega a dizer que “quem é rico é desonesto”, “dinheiro só traz problemas” e outros disparates do tipo.

      Cada um tem o direito de pensar como quiser. Só acho que pra sobreviver como profissional independente e ter longevidade na carreira, é inevitável se envolver com finanças. A menos que você tenha alguém na família ou no círculo de amigos que cuide disso pra você.

      Abraço!

  • Thiago Leite

    Ótimo conteúdo, como sempre! Valeu!!

    • Fico feliz que tenha curtido, Thiago!
      Obrigado por comentar.

      Abraço!

  • Excelente artigo! Muito bem estruturado. Concordo com praticamente todos os pontos, primeiro temos que nos pagar (poupar) e com o resto que sobra se virar para passar o mês, e não o contrário! Esse pequeno ponto fez uma mudança enorme na minha vida. Grande abraço

    • Exatamente, Diogo. Temos que nos pagar antes de tudo. Fez toda a diferença pra mim também.
      Obrigado por contribuir e fica à vontade para discordar caso algo no post tenha soado estranho. Vou ficar feliz em conhecer o teu ponto de vista.

      Grande abraço!

  • Andre Correa

    Bom dia Henrique,

    ótimo artigo, parabéns!

    abrass

    • Que bom que curtiu, Andre.
      Obrigado pelo comentário.

      Grande abraço!

  • Diego Remus

    É isso aí. Fez lembrar de um livro, Profit first.

    • Massa, Diego! Não to ligado nesse livro.. vou dar um google.
      Obrigado pela dica, meu chapa!

  • Oi Henrique, na minha opinião é importante ter um equilíbrio entre patrimônio e qualidade de vida, conheço pessoas que deixam de dar uma educação de qualidade para os filhos pra pagar financiamento de carro top. As prioridades mudam ao longo da vida e a independência financeira pode nunca chegar, não pela falta de planejamento, mas sim pelas “batalhas” do caminho.

    • Verdade, Lourenço. Equilíbrio é muito importante. E de fato, volta e meia somos surpreendidos por algumas “batalhas” que não estavam previstas.

      Obrigado por contribuir, meu velho.

      Abraço!

  • Ótimo artigo Henrique, gosto de estudar sobre independência financeira e acho que tu trouxe diversos conteúdos do ramo muito bem aplicados ao contexto freelancer. Fica muito claro que só é possível atingir um grande objetivo financeiro se teu “mindset” estiver alinhado com isso.

    Acho que uma coisa que ajuda nisso é adequação do estilo de vida, e uso eficiente do dinheiro, como tu também pincela em vários pontos do teu texto. É possível fazer economias brutais, a curto e longo prazo, utilizando o dinheiro com sagacidade, e há muitas nuances para isso acontecer.

    Moradia por exemplo, as vezes um aluguel por diferença de R$100-200 pode ser uma economia “porca” pois este lugar mais barato pode talvez te gerar uma despesa com transporte adicional de R$ 50 e sei lá, uma garagem pro teu veículo por R$ 100. Aí tu economiza na realidade R$ 50, te desgasta mais te locomovendo, tem que pegar mais ubers pela região ser afastada e perigosa, por exemplo.

    Outra coisa também é fazer compras acertivas, saber identificar o ponto de qualidade ideal pra tua necessidade e pra realidade do teu bolso. Tipo comprar um mouse pro computador vagabundo, pois era metade do preço de um com maior qualidade, e depois esse mouse para funcionar e tu precisa ou comprar outro vagabundo, ou comprar o de qualidade por se arrepender, mais tá feito o gasto anterior.

    Agora no mesmo exemplo, tu está viajando no exterior e por ter pouco espaço nas malas não pode trazer teu mouse de casa. (ok, meio bobo o exemplo) Mas ao mesmo tempo tu acha insuportável trabalhar no trackpad do computador, então talvez um mouse bem barato pode te quebrar um galho nesse período, já que tu não pode trazer ele de volta. (mais uma vez em um cenário bem hipotético pro contexto do mouse)

    Acabamos aprendendo na pele e pagando por isso. Quando era mais guri comprava um monte de camisetas baratas em loja de departamento e não me apegava a qualidade (claro que tem coisas boas nessas lojas também), depois de 2 meses todas elas viraram baby looks depois de lavar e perdi o dinheiro de talvez duas camisetas boas que poderiam estar aí até hoje.

    Por isso tudo que te apoio muito na questão estar mentalmente preparado. Estar sempre pensando em como usar a grana mais eficientemente e com os ganhos disso fazer ela trabalhar pra ti. (ou não vai adiantar muito economizar né?)

    Enfim, baita texto, baita assunto. Dava um podcast, hahaha.

    Abração!

    • Boa, Alexandre!

      É exatamente isso. Como diz um amigo meu “mau pagador paga duas vezes”. Precisamos estar de olho no que de fato é economia. Claro, às vezes estamos com o fluxo de caixa baixo, não dá pra comprar aquele mouse mais caro (usando o teu exemplo), mas é bom estar ciente que vale mais a pena investir em um material que tenha mais durabilidade, que vai se pagar pelo tempo de uso.

      Se por acaso algum dia tu quiser escrever sobre os teus estudos em independência financeira, ficarei feliz em publicar aqui no Aparelho Elétrico. :)

      Grande abraço!

  • Não estou rico, mas sim, este post me serve como inspiração inicial pra isso. Obrigado, Henrique!

    • Fala, Doug!

      Fico feliz que tenha se inspirado com o post. Rumo a independência financeira!

      Grande abraço e obrigado pelo comentário.

  • Leandro Antonello

    Já faz um tempo que li um livro que infelizmente não me lembro do nome, mas que explicava como qualquer pessoa, independente da profissão, raça, cor, credo, etc. poderia ficar rica. Tudo está na forma de pensar (e, consequentemente, agir)!

    Se você realmente acredita que “dinheiro não traz felicidade”, então, inconscientemente, fará coisas pra afastar o dinheiro de você mesmo, como medida de prevenção à não felicidade.

    Precisamos ter consciência de que o dinheiro é uma coisa boa, pois é com ele que pagamos nossas contas, comemos e bebemos, compramos o que queremos e/ou precisamos, etc. Faz bem ganhar dinheiro, faz bem ter dinheiro pra realizar coisas que desejamos.

    Portanto, precisamos mudar o jeito de pensar e fazer o dinheiro trabalhar para e junto com a gente.

    Ótimo artigo, Henrique!

    • Fala, Leandro! Fazia tempo que não comentava por aqui, cara.

      Essa parte:

      Se você realmente acredita que “dinheiro não traz felicidade”, então, inconscientemente, fará coisas pra afastar o dinheiro de você mesmo, como medida de prevenção à não felicidade.

      Me lembra muito o livro “Os Segredos da Mente Milionária” que indiquei em um post aqui no blog. Pra quem interessar… tá aqui o link: http://aparelhoeletrico.com/gestao/5-livros-que-todo-freelancer-precisa-ler-pra-ontem/

      E muito bem colocado, temos que mudar essa postura de ser contra o dinheiro ou achar que falar de dinheiro e lidar com grana é algo “impuro”. Vivemos em um mundo onde ter uma boa relação com as verdinhas é necessário para a sobrevivência, não temos como fugir disso.

      Grande abraço e obrigado por participar, meu caro.

      • Leandro Antonello

        É verdade, Henrique. Faz tempo que não comento nada. Estava sumido porque eu não sou mais freelancer. Acompanho fielmente o Aparelho Elétrico, mas evito ficar “dando pitaco”.

        • Não seja por isso. Dar pitaco é bom. Faz a gente refletir, estimulamos o senso crítico. Fica à vontade pra participar, meu velho.
          Sucesso na nova fase aí! :)

  • creio que sim, mas com muito suor e esforço claro

Publicidade
MAIS DE 9.000 PRofissionais independentes Já recebem ANTECIPADAMENTE AS nossas atualizações.
Cadastre-se na nossa newsletter e receba “O Incrível Manual do Freelancer Moderno” direto no seu e-mail, sem pagar nada por isso.
 Sempre enviamos conteúdo relevante, sem spam. E você pode se descadastrar quando quiser.